 Jefferson,  23 de julho de 2017, Firefox Eu não sei se é um fenômeno local mas aqui vai da dona de casa ao “técnico” de TI. E quando eu pergunto ninguém sabe explicar o motivo.
Eu até entendo perfeitamente que uma dona de casa leia “Mozilla Firefox” no ícone e tenha essa idéia, mas o que dizer quando a cliente responde “o técnico de TI lá da empresa também chama assim”?
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 Jefferson,  23 de julho de 2017, ViciadoEmAbas Excetuando usos ocasionais, porque ainda é melhor que o Internet Explorer, não dá mesmo. Além do consumo absurdo de RAM, a insistência do Chrome em não ter rolagem de abas nem uma lista delas me atrapalha em no máximo dois dias de uso.
Abaixo, como o Chrome fica com meras 62 abas abertas (estou com 2200 no Firefox agora) maximizado em um monitor fullHD de 22″:

Com 90 abas até o “x” aparece parcialmente de tão apertado. Até para selecionar as abas fica difícil e mais de uma vez eu fechei a aba que eu queria selecionar. Constantemente eu tinha que ficar apontando cuidadosamente com o mouse.
E eu tentei usar como meu único navegador por 40 dias. Até mesmo uma das principais “vantagens” do Chrome que é ter uma aba por processo para mim é um incômodo. Dificilmente eu preciso disso (minha navegação raramente trava hoje) e ter 90 abas criando 90 processos só dificulta o gerenciamento do computador. Você é incapaz de notar numa rápida olhada que é o Chrome quem está usando a maior parte da sua RAM, o que é bem conveniente para a Google.
Você só consegue somar o uso de RAM do Chrome se olhar em Menu -> Mais Ferramentas -> Gerenciador de Tarefas -> Estatísticas para Nerds
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 Jefferson,  22 de julho de 2017, Firefox/Pale Moon, ViciadoEmAbas Em um post de ontem em seu blog um dos desenvolvedores da Mozilla confessa que tem 1691 abas no navegador (HA! Amador!) e explica como mudanças feitas no Firefox já disponíveis na versão 55 beta reduziram dramaticamente o “peso” dessas abas. O tempo para abrir a sessão cai para 15 segundos com um consumo de RAM de apenas 500MB.


O dia 8 de agosto, quando a versão 55 deixa de ser beta, já está na minha agenda. Se o desenvolvedor do Palemoon não incorporar essas melhorias é bem possível que eu volte a usar o Firefox!
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 Jefferson,  21 de julho de 2017, Filmes Eu ainda não assisti a Wonder Woman nem a Justice league então neste momento a minha opinião é que Man of Steel é o melhor filme de todo o universo DC já produzido. Sim, estou levando em conta os filmes de Batman. É possível que vocês não tenham lido o que penso sobre The Dark Knight, porque foi escrito há quase dez anos em outro blog.
O que não quer dizer que Man of Steel seja perfeito, é claro. Eu adorei o filme mas para que você seja “o melhor” basta que a concorrência seja ruim. O último filme com o Superman é terrível e é preciso muita incompetência para fazer com os recursos de hoje algo menos “assistível” que a quadrilogia original. Eu gosto de Superman Returns, mas não tanto quanto deste.
Além da trilha sonora, dos diálogos, do elenco, da edição e da direção, Man of Steel me impressiona especialmente em um ponto: a caracterização do vilão General Zod. Além da atuação impecável de Michael Shannon, temos um script que se esforça para nos convencer de que Zod e seus oficiais são vítimas dos mesmos erros da sociedade de Krypton que levaram à destruição do planeta e à morte de todos os seus habitantes. Eles foram geneticamente programados sem moralidade e para buscar a sobrevivência de Krypton a qualquer preço então que outro resultado esperar? Acho que caberia até um filme inteiro só para desenvolver a estória da amizade entre Jor-El e Zod.
Além da mudança na caracterização de Zod (em Superman II ele é “simplesmente mau”) gostei também da mudança que fez Lois conhecer Clark antes dele se tornar repórter no Planeta e de termos sido poupados de um Clark Kent fingindo ser um palerma. Além disso no filme original de 1978 o que Jor-El determina que Clark “é proibido” de fazer é um tema importante enquanto neste, pelo contrário, Clark já nasce com o propósito de ser o primeiro kryptoniano em séculos com o poder da escolha. Eu esbarrei no primeiro filme (que não é tão ruim para a época) na TV por assinatura esta semana e foi justamente notar essas diferenças que me fez pensar em escrever este texto.
Numa versão editada por mim eu removeria a sequência em que Perry White e Steve Lombard arriscam suas vidas para salvar a estagiária, que no final do filme ainda dá uma esnobada espantosa em Steve. Mas eu manteria a esnobada.
Edit:
Minha lista de defeitos ou eventos que poderiam ser melhor explicados:
- Mesmo depois do aviso de que a temperatura à noite cai abaixo de -40, Lois ainda sai sozinha e sobrevive;
- Clark tinha “N” modos de chegar ao ponto onde começou a “derreter” um túnel até a nave. Mas Lois ainda assim achou um caminho para chegar até lá;
- A missão no ártico era uma cooperação militar entre Estados Unidos e Canadá e ainda assim Clark consegue forjar os documentos necessários para estar lá como um terceirizado civil;
- Jor-el mandou no corpo de Clark o Codex, que é inútil sem uma câmara de gestação. Não está claro que Jor-el sabia da existência da nave no Ártico pois quem “escolheu” a Terra foi Lara. Teria sido baseado em instruções de Jor-el sobre a localização de “Scout Ships” perdidas com essa característica?
- Por que todos os postos avançados de Krypton foram destruídos? Nenhuma tentativa de terraformagem deu certo e precisavam tanto assim de recursos vindos de Krypton?
- Por que Zod fala um inglês perfeito mas um português “Você…não está…sozinho” capenga?
E outras cenas que deixariam o filme melhor se fossem removidas:
- Aquela fala do General Swanwick sobre a nave de Zod querer fazer uma “entrada dramática” um minuto depois de saber de sua existência soou ridícula. Outro personagem poderia ter dito isso;
- O avatar de Jor-el poderia ter um jeito melhor de mostrar para a audiência que estava comandando atos da nave de Zod do que aqueles gestos teatrais;
- A cena em que Zod tenta matar as pessoas com a visão de calor (e não consegue) é piegas demais.
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 Jefferson,  17 de julho de 2017, Anime, tvseries Eu assisti a Ghost In the Shell – Stand Alone Complex pela primeira vez em 2014 e fiquei com uma impressão muito boa. Assisti de novo esta semana e já tenho uma opinião mais crítica. A série tem bons e maus momentos e se ficasse apenas no arco “The Laughing Man” e nos episódios com os Tachikomas eu daria nota 10. Mas alguns episódios chegam a ser monótonos. Não é que a “monotonia” não tenha seu valor pois pelo menos S.A.C. foge da mesmice de ficar mostrando cenas elaboradas de luta só por mostrar cenas de luta.
Menção especial ao episódio 13 “Not Equal”. O roteiro deixa para a audiência supor o que aconteceu com a menina. E é realmente perturbador. A série vai variando a qualidade dos episódios até chegar ao 19 “Captivated”. Depois dele só melhora.
A única coisa que me causou estranheza em quase toda a série (O episódio 17, “Angel’s share” é uma notável exceção) foi o fato da líder de uma unidade militar de corpo espetacular comparecer a reuniões e até fazer incursões vestindo um maiô e isso não incomodar a macharia ao redor. Não chega ao nível absurdo de fanservice de Agent Aika, mas eu vejo Aika como uma série de comédia erótica que usa ação como desculpa e acho ótimo. Na seriedade de S.A.C. o “uniforme” preferido da major causa estranheza e estraga a imersão.
Agora vou assistir de novo a “2nd GIG”
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 Jefferson,  16 de julho de 2017, GoT, tvseries
- Aria Stark é um inimigo formidável;
- A chegada de Daenerys ao castelo Dragonstone poderia ter sido mais elaborada. Do jeito que o diretor mostrou ela poderia ter sido morta facilmente em uma emboscada;
- Meu palpite é que ao passar pelo portão Bran tenha selado o destino de todos. Graças ao vínculo que ele tolamente deixou o Rei da Noite criar com ele, agora os mortos também podem passar pela muralha.
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 Jefferson,  15 de julho de 2017, tools Eu comecei a tecer elogios ao Direct Folders em 2008. Em 2010 a Mozilla inventou de ser diferente de todo mundo e fez com que o Firefox fosse o único programa incompatível com ele e passei um tempão tentando conviver com isso. Aí veio outro problema (não sei se foi quando passei a usar o Windows 8.1) que me fez deixar de usá-lo completamente. Por muito tempo procurei um substituto à altura dele pelo menos na funcionalidade que me interessava e não achava nada.
Meses atrás eu fiz mais uma tentativa, testando versões mais recentes de softwares que eu testara e descobri que em alguma atualização (eu testara em 2012 e 2014 sem sucesso) o Listary Free se tornou justamente o que eu queria.
Estou usando a versão 5.00.2581 no Windows 8.1 x64. O software tem um problema: Para conseguir usar o HDD Regenerator eu preciso encerrá-lo e estou desconfiado de que é culpa dele uns travamentos ao fechar o FreeOTFE, mas nada que realmente atrapalhe.
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 Jefferson,  14 de julho de 2017, PorDentro Não adianta identificar essas coisas por fora. Mesmo os que parecem iguais podem ser muito diferentes por dentro e a falta de identificação de modelo não ajuda. Por isso nem vou perder meu tempo mostrando como são por fora.
Um problema comum entre eles é que a conversão está longe de ser perfeita. Geralmente a imagem fica um pouco “lavada”, com excesso de brilho. E você não tem nenhum controle sobre isso.
Outro problema comum, independente do chip usado e construção, é que o consumo de energia é tipicamente o dobro do mínimo definido na especificação HDMI de 55mA por isso a porta HDMI de muitos aparelhos não vai ter energia suficiente para acioná-los. Dois exemplos comuns são o Raspberry Pi v1 e receptores de TV por satélite como os da OI e GVT. No caso dos receptores você é inclinado a acreditar que o problema seja de HDCP mas basta usar uma fonte externa para resolver, como explicarei outro dia.
Você pode escolher entre modelos com e sem áudio. Não havendo nenhuma outra distinção eu sugiro os com áudio porque a diferença de preço costuma ser insignificante mas é importante ressaltar que segundo os datasheets que vi a saída de áudio no chip costuma ser digital I2S ou SPDIF portanto áudio analógico requer um chip extra como o ES7144LV e vários outros componentes passivos. Daí ser incerto nessas coisas chinesas se ao comprar um conversor desses com áudio se a saída vai ser analógica ou digital. Por outro lado se você tiver habilidade com solda pode ser capaz (eu não testei) de obter áudio SPDIF mesmo dos conversores vendidos “sem áudio”.
Notar também que esses chips tem firmware. Dois conversores aparentemente iguais, com o mesmo chip, podem se comportar de maneiras diferentes.
Eu vou chamar este de “Overfly”.
Baseado no chip Chrontel CH7101A [Datasheet] (U4) e com um conversor de áudio digital-analógico que parece ser o Cirrus Logic CS4344 (marcado 344C) em U6. U8 e U9 parecem ser conversores DC-DC. A inscrição na placa diz “HDMI2VGA_C2_OVERFLY_V1.0.
Você vai notar que a maioria dos modelos que vou mostrar tem um layout bem parecido, mesmo quando o chip principal é outro.


Eu vou chamar este de “Y50112”. O chip principal é um EP94Z1E da Explore Microelectronics. Este modelo não tem áudio. Os grandes pads de solda no canto inferior esquerdo sugerem o footprint de um conector de áudio, mas faltam também diversos outros componentes à direita dele incluindo o conversor digital-analógico U2.


Este é baseado no chip Chrontel CH7101A [Datasheet]

Note como essa placa apesar de significativamente diferente do modelo anterior, tem as mesmas inscrições de modelo:
REV:A
PCB-HDM-VGFAU-CB03

Eu vou chamar este de HV1080EP. Este é o único nesta página a ter entrada para alimentação externa e deve ter sido o primeiro modelo que comprei, na Dealextreme. E também o que menos usei porque esse plug HDMI soldado diretamente no conversor torna muito complicado conectá-lo a uma grande variedade de aparelhos e mesmo quando você consegue conectar fica um trambolho que quando somado ao peso do cabo VGA arrisca danificar sua porta HDMI. Eu nunca mais comprei nada parecido.

Como se pode ver ou é o menos sofisticado por requerer tantos chips (baixa integração) ou justamente é o melhor de todos. Eu ainda não pude concluir qual é o caso. O chip principal é um Lontium LT8511A. O próximo é um chip da ST Microelectronics marcado “7B262” ou “78262” sobre o qual não consigo achar nada, nem no site da ST. Nesta página aparece um conversor similar usando um chip marcado 78345 que também não aparece em lugar nenhum. O último chip deste lado é uma memória EEPROM ATMEL 24C04.
No fundo temos apenas o cristal e o conversor digital-analógico ES7144.

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 Jefferson,  12 de julho de 2017, manutenção Eu ainda não estou certo de que tenha encontrado a causa, mas como esse erro vem me incomodando há meses acho melhor publicar pelo menos o pouco que sei sobre ele.
O erro ocorre quando você clica em “Proceed” no final do assistente de backup e o Trueimage vai começar a cópia.

Clicar em “Details” não fornece nenhuma informação útil e clicar em “Ignore” não adianta.
Eu uso o Trueimage há dez anos, desde que um erro de interpretação do funcionamento do Symantec Ghost (e a falta de um backup) me fez perder vários meses de trabalho. Eu nunca vira esse erro, que começou a ocorrer há poucos meses. E uso exatamente a mesma versão do Trueimage, gravada em um LiveCD. Não poderia ter sido corrompida. E supostamente não poderia haver interferência do software na máquina.
Uma vez eu consegui resolver simplesmente invertendo as portas SATA. Outra vez pareceu ser o local no meu HDD externo onde eu salvava o backup que influenciava. Outras vezes tive que desistir porque não conseguia de jeito nenhum. E nada que eu encontrei buscando no Google fez diferença.
Uma coisa havia em comum com todos os casos: só acontece numa das empresas que atendo. Mas em computadores diferentes onde antes o Trueimage funcionara.
Aí o problema aconteceu de novo hoje e eu resolvi experimentar algo. O fato de que “coincidentemente” todas as máquinas envolvidas rodam Windows 8.1 de 64 bits 100% atualizado (é meu único cliente assim) me deixou com uma pulga atrás da orelha. No meu post sobre os 480GB de arquivos que o Windows 10 apagou o leitor Eduardo me lembrou de que o Windows tem outras opções de desligamento ao se apertar o Shift. Desliguei a máquina apertando o Shift e o Trueimage funcionou!
Meia hora depois o problema se repetiu em outra máquina. Deixei o Windows iniciar e desliguei apertando o Shift. O Trueimage novamente funcionou!
Eu tenho experiência suficiente com Gremlins para saber que apenas duas ocorrências não são prova. Mas no momento eu tenho boas razões para crer que a hibernação de drivers do Windows 8.1 interfere com o hardware de alguma forma.
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 Jefferson,  12 de julho de 2017, manutenção Windows 7 32 bits
Máquina reiniciando sozinha pouco depois de chegar à tela de login, acusando erro BSOD BAD_POOL_HEADER.
A primeira coisa que fiz foi rodar o MEMTEST86+. Depois de duas passadas sem acusar erro na RAM, parti para olhar drivers. Entrei no Modo de Segurança e ao ver o gbplugin na lista de drivers sendo carregados ele se tornou meu primeiro suspeito. Reiniciei por um LiveCD e deletei o plugin. Não adiantou.
Entrei no Modo de Segurança e desativeis os drivers de vídeo, rede e som. Não resolveu. Como no Modo de Segurança o problema não se manifestava eu já incluí o Avast na lista de suspeitos, porque ele instala drivers que não são carregados no Modo de Segurança. Mas continuei seguindo meu script.
Usei o MSConfig para desabilitar todos os serviços de terceiros, menos o AVAST. Nada.
Aí me ocorreu parar de chutar e verificar o que o BlueScreenView (outro software danado de útil da Nirsoft) podia me dizer sobre o problema. Entrei pelo Modo de Segurança de novo, rodei o software e a primeira coisa que vi me desanimou: o erro era provocado por ntkrnlpa.exe. Genérico demais. Mas ao rolar para a direita confirmei minha suspeita ao ver referências a aswSP.sys. Um driver de kernel do Avast.
Tentei desinstalar o Avast pelo Modo de Segurança mas acusou um erro e não prosseguiu. Mais uma confirmação de culpa.
Baixei e rodei o desinstalador da Avast, que acusou o mesmo erro no início mas prosseguiu e congelou no final do processo. Após esperar meia hora meti o dedo no reset e o problema foi resolvido.
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Seria a mesma coisa de chamar “Bombril” em vez de palha de aço?
Não, é o mesmo que chamar o Internet Explorer, o Microsoft Office, o Microsoft Word, ou o Microsoft Excel de “o Microsoft”;
Ou o Adobe Photoshop, o Adobe Acrobat ou o Adobe Flash Player de “o Adobe”;
Ou mais ou menos como chamar o Windows Media Player de “o Windows”.
Eu reitero que entendo o que leva uma dona de casa a cometer esse erro. Mas ouvir isso de um “técnico” dói.
A única justificativa seria o fato de o web browser ser realmente chamado de Mozilla quando ainda fazia parte da suite de aplicativos derivada do código-fonte do Netscape Communicator.
Quando houve a separação dos aplicativos em versões standalone, Firefox e Mozilla coexistiram por algum tempo, então a confusão era normal na época.
Só tem um detalhe: isto ocorreu faz mais de 10 anos. Então realmente não faz sentido alguém ainda chamar o Firefox de Mozilla.
Eu tive que fazer uma busca nos meus catálogos para checar isso. Realmente entre 2002 e 2004 eu tinha instalado um programa chamado “Mozilla.exe”. Mas mesmo tendo visto a prova de que eu instalei o programa, as lembranças de ter usado esse navegador não chegam. Talvez eu tenha usado o programa de email. O navegador deveria ser bem insignificante. Eu lembro nitidamente de ter iniciado no Netscape, depois ter saltado para o IE por volta da versão 3 ou 4 e depois para o Firefox acho que lá pela versão 3.6.
Concordo. Eu vejo o Firefox como algo completamente diferente. Acho que a existência de um navegador que um dia já foi chamado de “Mozilla” é mais um motivo para não se chamar o Firefox de “o Mozilla”. Aliás, a página da Wikipedia diz que o codinome do Firefox era “Phoenix” e que ele é “sucessor espiritual” do Netscape Navigator. Ou seja: não dá nem para dizer que sejam usuários “das antigas” chamando o novo produto pelo nome que ele tinha antes. Como os idosos (e não tão idosos) que ainda falam “contos” e “mirréís” (sem ter a intenção de fazer graça) se referindo à nossa moeda.
Errado. Eu uso o Firefox pelo menos desde a versão 1.5.
Se me permite a digressão…
Em uma época com tão poucas opções em navegadores era comum escolher um e ficar com ele por muito tempo. No meu caso, quando me enchi o saco da lentidão do Netscape (sempre detestei o IE) migrei pro Mozilla M15 (versão beta, lançada em 2000) e permaneci com ele até ser descontinuado em 2006.
Mesmo assim, não migrei diretamente para o Firefox. Passei a usar o sucessor do Mozilla (Seamonkey, continua sendo desenvolvido) até 2008, quando mudei para o Firefox 3.0.
Pouco tempo depois o Chrome foi lançado, o Opera havia evoluído significativamente e assim o leque de opções aumentou bastante.
1)Como leitor participativo e antigo você tem certos privilégios que não dou a novatos;
2)Respeitando minha opinião e não sendo desinformação/mentira, todo mundo pode dar a sua aqui;
3)Vocês tem muito medo do meu temperamento
Eu dei a resposta acima achando que “digressão” fosse sinônimo de “divergência” apesar de não entender como se encaixava com o resto do texto.
às vezes minha capacidade de ser estúpido me espanta…
Realmente nunca tinha parado para pensar nisso, aqui em Brasília também praticamente todo mundo chama o Firefox de Mozilla.
Antes eu ficava meio desconfortável com isso, as vezes corrigia a pessoa e explicava, mas preferi me acostumar, chamem como quiser…
Mas sempre que me deparo com esta situação geralmente são usuários leigos, que provavelmente não tem contato com computador há muitos anos, portanto foi um “vício” contaminado por terceiros.
Até poderiam chamar como quisessem se na hora que eu dissesse “o Firefox” soubessem imediatamente do que estou falando.
Como eu já fui usuário de outras aplicações, como o Sunbird e o Thunderbird, ambos da Mozilla, além de ler matérias sobre a empresa, sempre diferenciei, mas, pelo que vejo por aí, é muito comum chamarem o navegador de Mozilla, quando não falam Godzila kk
Em relação à suite de escritório, muitas pessoas conhecem mais de um produto Microsoft, então chamam só de Office (embora existam Libre Office, Open Office…).