 Jefferson,  11 de julho de 2017, Isso ocorreu em 2010. Eu tinha ido atender a um cliente novo em sua residência em um bairro distante que eu não conhecia e normalmente não atenderia, se não fosse a sobrinha de um cliente antigo.
O atendimento terminou por volta das 23h30. Eu decidi não voltar por Boa Viagem porque apesar de ser um caminho “nobre” seria mais lento, com muitos sinais de trânsito e por isso mesmo muitas oportunidades de ser assaltado. O outro caminho, por rodovias, era deserto mas rápido. E eu conhecia o caminho por já ter passado por ele umas duas ou três vezes. Mas nessas vezes sempre usara esse caminho no sentido oposto.
Meu objetivo era a Estrada de Curcurana, que você vê indo de um lado a outro do mapa abaixo. São cerca de 4km de extensão. Clique para abrir no Google Maps.

O problema começou quando eu virei à esquerda no ponto A onde deveria ter virado à direita. Meu objetivo era chegar a D. De dia no mínimo eu teria identificado onde era o mar pelo horizonte, mas à noite não deu.
Depois de ter rodado bastante sem encontrar nada familiar e indo parar numa rua sem saída em B decidi que havia me perdido e voltar por Boa Viagem mesmo. Porém na volta eu passei direto pelo ponto A e a coisa desandou de vez. Foi o meu segundo e mais sério erro. Eu não sabia mais como voltar nem que já estava na Estrada de Curcurana, que eu conhecia vagamente apenas de dia. Com isso eu saberia que bastava seguir em frente. Eu tinha um mapa na mala do carro mas nem parecia seguro eu parar para tentar me orientar nem eu tinha certeza de que conseguiria, sem saber onde estava.
À minha direita não havia nada além de um grande vazio pontuado por árvores aqui e ali. No escuro parecia com o litoral mas para estar com o litoral à minha direita sem ter encontrado ainda o caminho por onde eu tinha vindo algo tinha que estar muito errado no meu senso de orientação.
A paisagem como se vê hoje, no Google Street View. Mesmo de dia é fácil confundir com o caminho para o litoral:

À minha esquerda residências, bares, pontos comerciais, ruas…
Mas não se via uma única pessoa em lugar nenhum.
Eu comecei a entrar em pânico. Que espécie de bairro residencial de periferia é esse onde às 23h30 não se vê ninguém nas ruas? No meu bairro você chega às duas da manhã e ainda tem gente conversando nas esquinas ou bebendo em bares.
E eu tinha que rodar devagar porque na estrada onde não tinha buracos tinha lombadas. Não era hora nem lugar para perder um pneu. E parecia não terminar nunca!
Finalmente eu vi as luzes traseiras de um carro à distância e acelerei. Pelo menos eu não estava sozinho. Quando cheguei perto o bastante o alívio: era uma viatura da polícia! Desacelerei e decidi acompanhá-lo até algum lugar que tivesse vida. Algumas dezenas de metros depois, aproximadamente no ponto C a viatura encostou e fez sinal para que eu ultrapassasse. Então eu parei do lado para pedir instruções. Nunca vou esquecer a cena.
O carro estava lotado e a única pessoa que não estava olhando para mim por trás de uma máscara era o motorista!
Sem querer demonstrar nenhuma surpresa, falei que estava perdido e perguntei como chegar ao primeiro ponto de referência que eu conhecia. Mascarados e motorista responderam com tranquilidade: era só seguir em frente. Agradeci e fui embora.
Que espécie de lugar é esse onde a polícia faz ronda mascarada?!
Aí eu comprei meu navegador GPS. Foi a primeira e última vez em que eu me meti numa situação dessas.
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 Jefferson,  10 de julho de 2017, PorDentro Oficialmente a alimentação é 9VDC x0.6A, mas o conversor DC-DC é um AP34063 que suporta de 3 a 40V e os capacitores na entrada (2 x 470uF) são de 25V o que garante que pelo menos 12V é seguro usar sem nenhuma modificação. Existe também uma ponte retificadora na entrada, que confere proteção contra inversão de polaridade e permite usar uma fonte AC.

Fazer um PoE passivo com este switch pode não ser viável. Os terminais não usados são ligados a algo que não é visível por baixo da placa. Provavelmente os resistores que se vê entre os jacks e os magnetics. As vias que são visíveis por baixo da placa poderia ser cortadas, mas parecem haver outras por cima também que não dá para alcançar.

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 Jefferson,  09 de julho de 2017, Filmes Se você só assistir aos 20 minutos finais pode acabar com a falsa impressão de que o filme é bom.
Eu tinha grandes expectativas de que fosse bom. A estória original é intrigante e Scarlett Johansson parecia perfeita para o papel da major Ciborgue Motoko, mas o que conseguiram fazer com os 110 milhões de dólares que custou esse filme é imperdoável. Direção ruim, edição ruim, atuações ruins e um roteiro pior ainda.
- O primeiríssimo sinal de que há algo muito errado é o diálogo da Doutora Ouelet com Motoko assim que ela acorda do transplante. É completamente descabido. Logo depois, quando ela fala com o CEO da HANKA, continua parecendo que você está assistindo a um daqueles filmes baratos do canal SyFy;
- Não gostei do ator no papel de Aramaki. Foi tão inexpressivo que eu teria feito um Aramaki melhor, se me dublassem para falar japonês. Se queriam colocar um comediante no papel de um personagem que não tem senso de humor Jackie Chan provavelmente teria feito melhor;
- Quase não há desenvolvimento de personagens;
- A cena no clube noturno chega a ser patética. E que bomba foi aquela? Um rojão dentro de uma lata de leite Ninho?
- Motoko é retratada mais de uma vez como irresponsável e inconsequente. Isso foi broxante;
- Uma hora o lixeiro é tão perigoso que Motoko o interroga por meio de um holograma. Mas segundos depois, quando ele demonstra ser realmente perigoso Motoko entra na cela para ficar cara a cara com ele;
- A cena dela com a prostituta ficou completamente fora de contexto;
- A captura dela por Kuze (e o tempo que ela passou com ele) tendo entrado acompanhada por toda a sua equipe não faz sentido;
- A captura dela pela Hanka também não faz sentido, principalmente tendo sido logo em seguida ao diálogo dela com Batou. Eu fiquei o tempo todo achando que Batou estivesse camuflado pronto para ajudá-la;
- O passado da Major foi alterado para pior. Entre outras coisas, como uma militante anti tecnologia vai se tornar uma “militar hacker ciborgue” eficiente?
- O uso do link mental não é consistente. Aramaki às vezes verbaliza o que deveria ser um pensamento. Em um filme bom eu poderia dar uma desculpa para isso mas não em um filme ruim;
- A capacidade do corpo da Major não é consistente ao longo do filme. Uma hora parece frágil demais, outra hora parece condizente com a “arma” que ela foi construída para ser;
Mas parece não ter sido um fracasso total na bilheteria e as chances são muito grandes de que uma continuação seja melhor. Zack Snyder e até Luc Besson teriam feito muito mais com US$110 milhões (Lucy custou 40) que esse desastre.
Chances de que eu assista de novo? Só se for para acrescentar mais pontos negativos na lista acima.
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 Jefferson,  07 de julho de 2017, automação, ddns O hardware completo consiste de:
- Um ESP8266 qualquer (R$15 ou menos no ML);
- Um regulador de 3.3V (Menos de R$1);
- Um cabo para ligar a alguma fonte de energia USB que você tenha de bobeira pela casa.
Exemplo:
 Esse é o mínimo para que funcione. Um projeto comercial requer mais componentes.
Sim, tendo o resto do material necessário para programação o atualizador sai por menos de R$20 e você ainda pode rodar outras coisas nele.
Se você já tiver um ESP8266 na sua casa ou escritório ocupado com outra tarefa mas com espaço em flash sobrando (HTTPS requer muito do bicho) pode acrescentar o código nele. Afinal o processo leva segundos e ocorre apenas a cada x minutos. E não requer nenhuma GPIO.
Os detalhes da programação eu publiquei no automalabs por sem bem mais apropriado do que aqui.
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 Jefferson,  06 de julho de 2017, Em outro post eu sugeri usar a versão Windows do cURL para testar a API Cloudflare mas a coisa não era tão simples quanto parecia. Para HTTP o cURL não é difícil de usar (para quem não tem horror a uma linha de comando) mas quando se trata de HTTPS os problemas começam a aparecer. Para testes eu recomendo o Postman, até mesmo porque a resposta em JSON já vem formatada enquanto o cURL mostra uma bagunça. Mas se quiser usar mesmo o cURL o procedimento é o seguinte:
- Baixe o cURL para Windows. Escolha uma versão com suporte a SSL e instale/extraia para um diretório à sua escolha;
- Baixe o pacote de certificados cacert.pem;
- Coloque esse arquivo no seu path ou no diretório onde está cURL.exe;
- Renomeie cacert.pem para curl-ca-bundle.crt
Pronto, agora cURL deve funcionar com conexões HTTPS
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 Jefferson,  06 de julho de 2017, opinião Nem GPS, nem mapa. Um verdadeiro mistério!
Eu já perdi a conta das vezes em que ouvi uma funcionária ao telefone explicando ao motorista de um caminhão de entrega como chegar até o local. Ainda se fosse um local de difícil acesso ou o cara estivesse perdido num dos famosos “logradouros com numeração irregular”. Mas não… o indivíduo está na rodovia e não sabe sequer onde está a saída que vai levá-lo à avenida que vai levá-lo à empresa. Como é que um “profissional” coloca a si mesmo numa posição que o faz se perder numa rodovia durante o dia?
Às vezes o cara veio de outro bairro e às vezes de outro estado. Eu acho simplesmente inacreditável que alguém pegue o seu veículo e inicie uma viagem de dezenas, centenas ou milhares de quilômetros pensando em perguntar no meio do caminho como é que se chega lá. Ainda se fosse porque a bateria do celular (waze) descarregou no final da jornada daria para entender embora um profissional devesse estar preparado para isso, mas ao que parece é um misto de arrogância e negligência.
Aí fica dependendo de uma mulher (que muitas vezes nem dirige e que tem modos de explicar itinerários que só outra mulher entende, quando não confunde a esquerda com a direita) para conseguir terminar a viagem.
Inacreditável.
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 Jefferson,  06 de julho de 2017, ddns Este texto tem importância apenas para quem deseja fazer seu próprio script ou programa de atualização DDNS para Cloudflare.
Na primeira vez que tentei entender a documentação da API da Cloudflare há um ano eu falhei miseravelmente. Não entendi nada. Na segunda tentativa esta semana eu entendi em minutos. É engraçado como nosso cérebro funciona.
Aqui eu vou descrever apenas as partes necessárias para fazer atualizações DDNS. Vou usar como exemplo o cURL porque aí já aproveito os exemplos da documentação e apesar de ser uma ferramenta popular do Linux você também pode usar o cURL no Windows. Mas eu recomendo usar o complemento POSTMAN do Chrome inserindo os headers indicados (toda linha precedida por “-H” é um header).
O serviço permite que você cadastre vários domínios, que são referenciados como “zonas”.
Para atualizar um host você primeiro precisa do ID do domínio/zona. Se não sabe o id (ele também aparece na sua conta Cloudflare), primeiro peça uma listagem de zonas:
|
|
curl -X GET "https://api.cloudflare.com/client/v4/zones" \ -H "X-Auth-Email: user@example.com" \ -H "X-Auth-Key: c2547eb745079dac9320b638f5e225cf483cc5cfdda41" \ -H "Content-Type: application/json" |
A resposta é algo assim (este é o exemplo oficial. A resposta hoje é ligeiramente diferente):
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62
|
{ "success": true, "errors": [], "messages": [], "result": [ { "id": "023e105f4ecef8ad9ca31a8372d0c353", "name": "example.com", "development_mode": 7200, "original_name_servers": [ "ns1.originaldnshost.com", "ns2.originaldnshost.com" ], "original_registrar": "GoDaddy", "original_dnshost": "NameCheap", "created_on": "2014-01-01T05:20:00.12345Z", "modified_on": "2014-01-01T05:20:00.12345Z", "name_servers": [ "tony.ns.cloudflare.com", "woz.ns.cloudflare.com" ], "owner": { "id": "7c5dae5552338874e5053f2534d2767a", "email": "user@example.com", "owner_type": "user" }, "permissions": [ "#zone:read", "#zone:edit" ], "plan": { "id": "e592fd9519420ba7405e1307bff33214", "name": "Pro Plan", "price": 20, "currency": "USD", "frequency": "monthly", "legacy_id": "pro", "is_subscribed": true, "can_subscribe": true }, "plan_pending": { "id": "e592fd9519420ba7405e1307bff33214", "name": "Pro Plan", "price": 20, "currency": "USD", "frequency": "monthly", "legacy_id": "pro", "is_subscribed": true, "can_subscribe": true }, "status": "active", "paused": false, "type": "full" } ], "result_info": { "page": 1, "per_page": 20, "count": 1, "total_count": 2000 } } |
Note que o nome de domínio é precedido por um “id”. É isso que você vai usar.
Para obter os registros DNS com o IP atual para um determinado domínio você usa os mesmos headers, mas muda o URL para algo assim:
https://api.cloudflare.com/client/v4/zones/id_do_dominio/dns_records
Exemplo de resposta (eu suprimi vários registros desnecessários para a explicação e editei informação confidencial):
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 67
|
{ "result": [ { "id": "####################################", "type": "A", "name": "automalabs.com.br", "content": "192.185.224.99", "proxiable": true, "proxied": true, "ttl": 1, "locked": false, "zone_id": "xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx", "zone_name": "automalabs.com.br", "modified_on": "2016-09-13T21:49:36.667689Z", "created_on": "2016-09-13T21:49:36.667689Z", "meta": { "auto_added": true } }, { "id": "zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz", "type": "A", "name": "localhost.automalabs.com.br", "content": "127.0.0.1", "proxiable": false, "proxied": false, "ttl": 1, "locked": false, "zone_id": "xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx", "zone_name": "automalabs.com.br", "modified_on": "2016-09-13T21:49:36.745572Z", "created_on": "2016-09-13T21:49:36.745572Z", "meta": { "auto_added": true } }, { "id": "yyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyy", "type": "A", "name": "batcaverna.automalabs.com.br", "content": "189.70.xx.yyy", "proxiable": true, "proxied": false, "ttl": 120, "locked": false, "zone_id": "xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx", "zone_name": "automalabs.com.br", "modified_on": "2017-07-07T04:35:16.994150Z", "created_on": "2017-07-07T04:35:16.994150Z", "meta": { "auto_added": false } }, } ], "result_info": { "page": 1, "per_page": 20, "total_pages": 1, "count": 3, "total_count": 3 }, "success": true, "errors": [], "messages": [] } |
Para se limitar a receber o dados de um host específico (é este o comando que finalmente traz o IP configurado para o host):
https://api.cloudflare.com/client/v4/zones/id_do_dominio/dns_records/id_do_host
Exemplo de resposta:
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22
|
{ "result": { "id": "yyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyy", "type": "A", "name": "batcaverna.automalabs.com.br", "content": "127.0.0.1", "proxiable": false, "proxied": false, "ttl": 120, "locked": false, "zone_id": "xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx", "zone_name": "automalabs.com.br", "modified_on": "2017-07-07T04:17:14.185987Z", "created_on": "2017-07-07T04:17:14.185987Z", "meta": { "auto_added": false } }, "success": true, "errors": [], "messages": [] } |
Para atualizar um host (preste atenção aos vários campos que você precisa modificar):
|
|
curl -X PUT "https://api.cloudflare.com/client/v4/zones/id_do_dominio/dns_records/id_do_host" \ -H "X-Auth-Email: user_email" \ -H "X-Auth-Key: api_key" \ -H "Content-Type: application/json" \ --data '{"type":"A","name":"batcaverna.automalabs.com.br","content":"192.168.0.1","ttl":120,"proxied":false}' |
“name” precisa ter o nome completo e correto do host. Por alguma razão se o nome estiver errado e não bater com id_do_host a API acrescenta um novo host com esse nome, em vez de atualizar.
No Postman, escolha RAW, JSON e insira os dados de uma chave à outra.
Exemplo de resposta:
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22
|
{ "result": { "id": "xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx", "type": "A", "name": "batcaverna.automalabs.com.br", "content": "192.168.0.1", "proxiable": false, "proxied": false, "ttl": 120, "locked": false, "zone_id": "yyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyy", "zone_name": "automalabs.com.br", "modified_on": "2017-07-07T04:03:37.550700Z", "created_on": "2017-07-07T04:03:37.550700Z", "meta": { "auto_added": false } }, "success": true, "errors": [], "messages": [] } |
Tenha em mente que os IDs de domínio e host não mudam se você não apagar a definição do host. Então depois que você tem esses IDs só precisa usar dois comandos: o que verifica os dados do host (se quiser saber o IP que está lá) e o PUT que faz a atualização.
Pronto. Esse é o básico necessário da API para atualização DDNS. Queria ter achado algo assim no ano passado.
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 Jefferson,  05 de julho de 2017, ddns, Redes Daniel Plácido deu a dica em novembro de 2015. Eu testei em setembro de 2016 e só agora estou tendo tempo de escrever sobre isso. É, infelizmente desde eu saber de algo até escrever sobre o assunto no blog às vezes se passa um looooooongo tempo.
A Cloudflare difere de serviços “normais” de DDNS como o no-ip e o dyndns em aspectos muito importantes que podem ser vistos como problemas:
- Você precisa configurar a Cloudflare como servidor de DNS de todo o seu domínio;
- Não existe cliente oficial de atualização para Windows e não há nenhum suporte embutido em nenhum modem/roteador que eu conheça;
Mas tem vantagens expressivas:
- Não há realmente limite definido no número de hosts. A no-ip hoje só permite três hosts gratuitos por conta;
- Você vai poder criar ilimitados endereços no formato seuhost.seudominio.com.br. Nada do amadorismo de hostqueestavadisponivel.no-ip.com;
Como é o único serviço gratuito e sem frescuras disponível hoje, vale a pena passar por cima dos problemas. É o que vou tentar explicar aqui.
Primeiro você precisa ter configurado Cloudflare como o servidor DNS do domínio. Enquanto esse passo não estiver pronto não adianta prosseguir.
Faça login na sua conta Cloudflare;
Selecione o domínio. Se você tiver apenas um talvez esse passo não exista;

Clique em DNS;

Você vai cair na página que lista todos os registros DNS, mas só nos interessa a parte que adiciona um novo registro.

- O tipo de registro que nos interessa para DDNS será sempre do tipo A;
- Aqui você coloca o nome de host que você escolheu. No caso o resultado seria batcaverna.automalabs.com.br;
- O IP inicial que você quer dar ao registro. Pode ser o seu atual endereço IP externo, o mesmo IP do resto do domínio ou qualquer IP externo que você queira. Você pode até apontar para IP do Google se quiser, embora isso faça você cair em uma mensagem de erro deles. Por outro lado apontar para o IP do UOL dá totalmente certo;
- Por quanto tempo você quer que seja válido, sem exigir nova consulta DNS. Durante testes é melhor colocar 2 minutos (o mínimo);
- Se você quer que a Cloudflare também faça o cache do conteúdo. A escolha pode variar dependendo do uso que você vai fazer, mas desligar o cache vai facilitar os testes. O default, que é ativar o cache, tem o benefício adicional de ocultar seu verdadeiro IP de quem saiba o seu endereço DDNS, porque sempre será visto o IP da Cloudflare;
- Clique em Add Record.
Hosts adicionados começam a responder segundos depois. Hosts modificados podem demorar bastante porque isso depende do TTL e da propagação. Para você ter uma idéia do problema, às vezes no prompt de comando o PING já resolve para o novo IP mas só minutos depois o Chrome se dá conta;
Como atualizar automaticamente
Seja lá qual for o meio que você encontrar de atualização, vai ter que usar no mínimo seu email cadastrado na Cloudflare e sua chave de API, que você pode obter seguindo os caminhos depois de fazer login na sua conta Cloudflare:
Overview – > Get Your API Key -> Global API Key -> View API key
ou
Clique no seu email no canto superior direito -> Settings -> Global API Key -> View API key
Como eu disse lá no início infelizmente dispositivos de rede como roteadores e modems não tem suporte a Cloudflare, o que é um tanto bizarro considerando que há muitos anos o serviço existe e os habituais serviços DDNS estão ficando menos acessíveis a cada ano que passa. Se você tiver algum box Linux na sua rede existem opções de script para fazer isso (não testei nenhuma) mas se você depender de um servidor Windows a melhor opção que conheço é o CloudFlare DDNS Updater, cujo uso não é nada intuitivo.
Execute CloudflareDDNS.exe
Clique em Tools -> Settings

Em “Domain Name” tenho o cuidado de colocar o nome de domínio sem incluir host, como mostrado acima. Em “Auto Fetch Time” a periodicidade da atualização em minutos. O resto é auto explicativo. Clique em Apply.
Em seguida, e essa é a parte não intuitiva que cria problemas, você precisa clicar em Tools -> Fetch Records e selecionar os hosts que você quer que sejam atualizados com seu IP externo.

Em seguida clique em Tools -> Update Records. Está configurado.
Erro “Zone does not exist”: Você provavelmente grafou o “domain” errado lá em tools -> settings.
Para instalar o programa como um serviço e assim não ser necessário que haja um usuário logado para ele ser executado, abra um prompt de comando elevado o diretório dele e execute
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CloudFlareDDNS.exe /install |
Veja também:
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 Jefferson,  05 de julho de 2017, webmasterwork Para quem é proprietário de um ou mais domínios usar os serviços gratuitos da Cloudflare pode ser interessante por algumas razões, todas habilitadas pelo fato dela se tornar o servidor DNS do domínio:
- O serviço faz um cache do seu conteúdo – Páginas, imagens, CSS e scripts passam a ser carregados primariamente dos servidores da Cloudflare, reduzindo a carga no seu servidor e as possíveis reclamações do seu provedor de hospedagem;
- Estatísticas de acesso;
- Proteção contra bots e spammers – Ao detectar comportamento suspeito a Cloudflare exibe um desafio captcha para o visitante ou o bloqueia completamente;
- Oferece uma certa privacidade – Dependendo da configuração as pessoas não vêem seu IP real, o que é especialmente interessante com DDNS;
- Serviço DDNS – Com algum trabalho você pode se livrar da dependência do no-ip e dyndns e, mais importante, vai usar seuhost.seudominio.com.br em vez de seuhost.no-ip.com;
- SSL compartilhado – Sim, a Cloudflare habilita um serviço básico de criptografia para o seu domínio que embora não seja real substituto para você ter o seu próprio certificado pelo menos permite que você se familiarize com os muitos problemas da transição de http para https (não, pagar e instalar o certificado e colocar um “s” depois de http não basta) sem pagar nada por isso.
Para quem se cadastra na Cloudflare com um determinado objetivo em mente o processo pode parecer demasiado confuso, mas dividido em etapas fica muito mais simples de entender. Neste post eu vou mostrar apenas os passos para você colocar o seu domínio na rede Cloudflare e em outros eu vou explicar como adicionar funcionalidade. Especificamente a de DDNS.
Configurando o serviço CloudFlare
Abra uma conta CloudFlare. Eu estou fazendo link para o site em português para sua possível comodidade, mas meus exemplos são baseados na versão em inglês.
Faça login
Clique em +Add Site na região superior direita da tela;
Na caixa, coloque o nome de um domínio que você administra e clique em Begin Scan

O processo pode demorar um pouco mas vai exibir uma barra de progresso. Quando terminar exibirá um botão “Continue Setup“. Clique nele.
Agora vai aparecer uma lista com todos os registros DNS encontrados para o seu domínio.

Você pode editar como vai ser o comportamento do ClouFlare para cada um deles mas para o propósito deste post, que é não deixar o processo longo e confuso, deixe tudo como está e clique em Continue
Em Select CloudFlare Plan escolha “Free Website” e clique em Continue.

Vai aparecer uma lista com os nameservers que você precisará configurar no seu domínio.

Se seu domínio é brasileiro o seu registrar é o Registro.br e é na sua conta lá que você faz as alterações .Anote as mudanças que tem que fazer e clique em Continue.
Agora você tem que fazer a mudança pedida e aguardar. Quando a CloudFlare registrar que a mudança já foi propagada você poderá fazer suas configurações. Para saber se deu certo consulte o dashboard da Cloudflare periodicamente porque em condições normais não é para você notar nenhuma diferença. É bem possível que mandem um email quando o processo terminar.

É importante notar que tudo o que você precisa fazer para desativar qualquer mudança feita pela Cloudflare é reverter essa alteração dos nameservers. Cloudflare estar totalmente configurado para seu domínio é irrelevante se seu registrar aponta para outros servidores DNS.
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 Jefferson,  04 de julho de 2017, Segurança, webmasterwork, wordpress Meu site não tem SSL e enquanto não resolvo isso minhas credenciais de acesso a meus blogs são transmitidas de uma forma que pode ser facilmente interceptada por alguém em posição de fazer um ataque “man in the middle” como o provedor de acesso. Para tornar isso um problema menor eu ativei autenticação em duas etapas em todos os blogs usando o plugin Google Authenticator.
Minha primeiríssima pergunta ao tentar decidir se isso era uma boa idéia foi: como eu desativo isso se algo der errado e eu não puder mais fazer login no blog? Mas é muito simples, bastando entrar no meu site via FTP (esse é outro problema de segurança a tratar em outro dia) e apagar o diretório correspondente ao plugin.
Como o próprio nome do plugin escancara, ele é compatível com a app Google Authenticator, que eu já uso para acessar minha conta Google. Ao ativar o plugin aparece uma nova seção na página “seu perfil” da administração do blog, onde você pode gerar o “Segredo” que você então insere na app.

É tão simples que eu já deveria estar usando há muito tempo. Uma informação a mais vai ser pedida a cada login:

Isso não resolve o problema de interceptação completamente, porque você continua vulnerável a um “sequestro de sessão” (é, segurança de dados é coisa de doido) já que os cookies que evitam que você tenha que redigitar sua senha a todo momento continuam sendo transmitidos sem criptografia e podem ser interceptados. Você pode minimizar isso também ao não marcar “lembrar-me” na tela de login e sempre fazendo logout ao terminar. Assim os cookies terão uma validade mais curta.
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Caramba, que tenso!

Pra melhorar, um monte de mascarado que você certamente não quer passar a imagem errada
Exato. Depois eu fiquei pensando se eles mandaram que eu ultrapassasse porque estavam desconfiados de mim. E que quando eu encostei do lado provavelmente havia uma escopeta apontada para mim de dentro da viatura.
Ainda que você foi bem “atendido” pela Policia.
Com pequenos problemas elétricos no carro, em um bairro nobre (Alphaville) – coisa de 10 km de onde eu moro. Durante uma madrugada – junto com um amigo após sair e comer um lanche no Mac – o carro não queria pegar. Bateria me deixou na mão. E nada da partida funcionar.
Com um amigo empurrando rua abaixo na tentativa de que aquilo iria resolver o problema. Eis que vejo a viatura da PM. Fiz a mesma coisa encostei ao lado, dei o boa noite e pedi orientação de algum posto de gasolina ou mesmo socorro (bairro nobre tem apoio e etc coisa de primeiro mundo) por um acaso sempre tenho o cabo pra situações assim – usei com o policial a expressão.
Preciso de ajuda pra fazer uma chupeta e o carro funcionar. Os senhores podem me auxiliar.
Rapaz – as 3 da matina – fui revistado abordado e quase tomei um tiro ou apanhei. Estava cansado com sono, empurrando carro – olho vermelho ( afinal deveria estar dormindo né ) e imagina – além de perguntas como: o que você fumou, essa erva ai … vagabundo a essa hora empurrando carro, cade os documentos. bla bla bla. A tal da chupeta foi a gota pro cara.
Que diabos vc pensa que somos, viados, que vamos te fazer uma chupeta sua bicha … o nome do diabo do cabo é – cabo de ligação direta em corrente continua.
Jamais esquecerei … só escapei porque um estabelecimento ( balada ) abriu as portas e muita gente na tal rua deserta resolveu sair. Segurança do local viu a situação e os PMs se foram. E fui auxiliado pelos seguranças sem o menor problema.
Ygor, lamento que isso tenha acontecido com você. O policial com esse comportamento deveria ser severamente punido. Uma guarnição inteira? Expulsão. E isso sem contar com a responsabilidade civil e criminal.