Eu comprei este por apenas 10 dólares na aliexpress. Saiu com frete grátis porque comprei outras coisas junto.
A idéia geral desse tipo de dispositivo é gerar um sinal de áudio que você injeta em uma das pontas do cabo e vai tentar ouvir do outro lado. É conveniente, mas não indispensável, porque em muitos casos (notadamente, telefonia, que tem apenas dois fios por circuito) você poderia colocar até um rádio a pilhas (qualquer coisa com um jack de saída de áudio) numa ponta e testar na outra com um headphone. O meu primeiro contato com esse tipo de coisa foi justamente quando eu estava aprendendo manutenção de redes telefônicas e o técnico mais antigo usava um gerador de áudio montado por ele mesmo (baseado em chip 555) alimentado por uma bateria de 9V. Qualquer aparelho telefônico servia como receptor, mas pela praticidade eu usava um telefone do tipo gôndola que tem todo o circuito no monofone como este no papel de “badisco”.
Entretanto o localizador feito em casa tem uma limitação: você precisa encostar as pontas do receptor nos fios já desencapados do outro lado. Localizadores especializados como este geram o sinal também na faixa de RF, que o receptor é capaz de detectar apenas encostando sua ponta no isolamento do cabo ou até mesmo a centímetros de distância do mesmo. Isso deixa o trabalho muito mais rápido e mais versátil, pois você pode localizar um cabo até no meio do caminho se, por exemplo, você precisar cortá-lo ali, sem precisar cortar todos os cabos até achar o certo.
Este modelo inclui como bônus um testador de cabos de rede perfeitamente usável, o que te poupa de carregar uma ferramenta extra. Ele pode ser usado também como teste de continuidade e de polaridade, mas nessas funções é tão “tosco” e de uso pouco intuitivo que eu nem vou falar delas. Um multímetro barato faz isso muito melhor e com maior versatilidade.
Como localizador de cabos
O cabo pode ser detectado a vários centímetros de distância, se uma das pontas estiver solta. Por exemplo, se for um cabo CAT5 e uma das pontas estiver plugada em um switch, só detecta encostando o receptor no cabo;
O tom gerado não muda se o cabo estiver conectado a um switch. Eu tenho um outro localizador cujo tom muda e achei isso útil porque às vezes ao conectar o cabo ao transmissor e perceber o tom diferente do que você esperava você já percebe que está plugando no cabo errado;
Função lanterna que ilumina o ponto onde você está apontando o receptor. Isso pode ser útil em locais pouco iluminados;
Saída para fone de ouvido, para as situações em que você não está sozinho e o ruído do testador vai incomodar terceiros;
Existem dois modos de ligar o receptor. Ao ligar a lanterna o receptor fica acionado o tempo todo, mas se você mantiver a lanterna desligada ele só opera enquanto você estiver com o botão “Push to test” pressionado.
Como testador de cabos de rede
Duas velocidades. Basta apertar o botão no transmissor para alternar entre elas. Mas ainda não é rápido o bastante, pois entre o LED 8 e o LED 1 ainda faz uma pausa incômoda;
Reconhece a presença de um switch na outra ponta como se fosse o receptor e faz o teste normalmente. Isso também ocorre com testadores comuns;
O receptor não precisa estar sequer com bateria para essa função, assim como um testador comum.
Análise geral
Requer duas baterias de 9V (uma, se você quiser usar apenas como teste de cabos);
Receptor encaixa no transmissor virando um objeto só, como é comum com testadores de cabo de rede;
Cabos inteiramente destacáveis. Você pode fazer os seu próprios se desejar. Não sou fã dos localizadores que tem os cabos fixos no transmissor;
Os conectores de bateria são frágeis. Eu tenho o hábito de deixar as baterias fora do aparelho, porque às vezes passo semanas sem usar e não quero que um erro de projeto ou esquecer o aparelho ligado me faça descobrir justamente na hora que preciso que as baterias não prestam mais. Isso também facilita o compartilhamento das baterias com outros aparelhos. Porém a fragilidade dos conectores sugere que para continuar fazendo isso eu vou precisar separar uma ferramenta só para a remoção dos conectores;
Não vem com estojo;
Eu preferia que a ponta do receptor não fosse tão “saliente”. Temo que em caso de queda ela possa quebrar;
Vem com um manual de instruções em um inglês ruim mas compreensível.
Clique para comentar
(Prefira clicar em "Responder" se estiver comentando um comentário)
Eu comprei esse cabo na aliexpress por apenas 4.29 dólares. Não paguei frete porque comprei junto com outros produtos totalizando 15 dólares e ganhei frete grátis. O mesmo anúncio tem dois produtos mas eu comprei o que tem suporte a fonte externa, porque permite usar HDDs de 3.5″. O cabo não vem com fonte, o que barateia o produto e de qualquer forma eu prefiro usar fontes de minha confiança.
A idéia é usar como substituto das docking stations, que mesmo no modelo USB 2.0 custam pelo menos quatro vezes isso.
Resultado dos testes até agora:
Velocidade de gravação sustentada de 110MB/s (é realmente USB 3.0);
Integridade dos dados preservada. O checksum de 170GB de dados copiados conferiu com o original. Pode parecer estranho eu testar isso, mas já comprei cases USB que corrompiam os dados.
Apesar dos problemas com o correio o pacote com todos os itens chegou em apenas 24 dias e não fui tributado.
Eu tenho muitas fontes 12V para escolher. Para essa finalidade, geralmente uso fontes de roteadores sagemcom velhos de pelo menos 2A que tenho aqui, embora essa capacidade de corrente não seja realmente necessária para alimentar um único HDD. Eu uso porque estão sobrando e confio nelas, pois posso colocar até em curto que isso não as danifica.
Comprei uma destas e utilizei por duas semanas sem problema, até que resolvi ligar na TVbox para assistir um filme que tinha digitalizado do VHS. Nos 30 minutos, de 140, travou. Liguei no computador e travou no mesmo tempo. Copiei o arquivo para o computador em problema com control C / control v e o filem foi exibido sem problemas. Digitalizei outra fita VHS, assisti no computador e depois copiei para outro HDD, esse novo, zero bala. Travou nos 30 minutos também. Desisti de assistir filmes por ele.
Clique para comentar
(Prefira clicar em "Responder" se estiver comentando um comentário)
Encontrei na Netflix. Até agora só assisti a dois episódios mas estou gostando do enredo, dos valores de produção, dos atores e da direção. Com exceção de William, ainda não estou certo de que gosto dos personagens.
Em S01E08, Niko não ter aproveitado para ajudar Cas a neutralizar Sasha e ao invés disso deixá-lo “preso” justamente onde ele tinha controle da nave foi inacreditável.
Depois de tudo por que passaram em S03E03, o comportamento deles em S03E05 é de uma estupidez assombrosa. Pontos especiais para Bernie, cuja irresponsabilidade contribuiu para a catástrofe em S01E08. Essa gente definitivamente não parece ter nenhum treinamento. Parecem um monte de civis que foram escolhidos em sorteio de acordo com suas especialidades e jogados dentro da nave.
E após a tripulação encontrar um planeta habitável e deserto se comporta como se fosse Star Trek, onde esse tipo de ocorrência é corriqueira. Nada do assombro e euforia que esse tipo de coisa deveria provocar.
O problema apareceu repentinamente enquanto eu estava usando o computador ligado ao no-break. Eis o que diz o manual a respeito:
O primeiro problema que eu tive ao ler isto foi entender: como eu diferencio bip curto do bip “normal” (os bips que eu ouvia não eram o que eu chamaria de “longos”)? O que significa “desliga a entrada do no-break”? Quem escreveu esse manual precisa se colocar no lugar do usuário.
Mas após ponderar sobre os dois você só chega a uma conclusão: em qualquer caso é defeito do no-break e deve ser levado para conserto.
Porém, apesar do que diz o manual, pode ser a bateria.
Se você já abriu um número suficiente de no-breaks para trocar a bateria já deve ter se deparado com a cena: em um dos terminais se formou uma crosta azul-esverdeada, que também ocorre com baterias automotivas, que em alguns casos já destruiu a capa plástica do terminal e nos casos mais severos já rompeu o fio e danificou o terminal da bateria. Foi isso o que aconteceu no meu no-break. A bateria original estava muito danificada para testar com ela mas com outra bateria o no-break parece operar normalmente.
Meu melhor palpite é que a “engenharia” da APC (que comprou a Microsol e deve estar empregando os mesmos engenheiros) não sabe (ou não quer) detectar um mero mau contato na bateria. Eu entendo que o sensor pode mesmo detectar uma sobretensão caso o terminal seja desconectado porque a tensão de carga, que não deveria passar de 13.6V, é de 15.6V com a bateria desconectada (confira aos 2min44s deste vídeo). Mas o manual poderia dizer “verifique a conexão da bateria interna” antes de “encaminhe para a autorizada”.
Já peguei alguns nobreaks assim por aqui, alguns tive que trocar o conector que vai na bateria de tão danificado que estava. Você tem usado alguma marca em particular para reposição?
Aqui em casa e nos clientes eu tive boas experiências com essa estacionária da Moura: (https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-904620538-bateria-selada-agm-moura-7ah-12v-brinquedo-nobreak-lanterna-_JM#position=1&type=item&tracking_id=e11e9a53-0b6f-463c-a7b7-18147d94bdaa). Acho que a que estou usando aqui já está com mais de 3 anos num SMS 600VA e ainda está segurando bem as quedas de energia já que não tive muita sorte com outras marcas como CSB e Unipower, que param de funcionar com pouco mais de 1 ano.
Um cliente meu tem um nobreak industrial com 16 baterias de 220Ah da Freedom e também tem durando mais de 5 anos tranquilamente.
Nesse mesmo cliente quando algumas baterias começaram falhar, o técnico/eletricista que fez a instalação foi trocou elas, mais um tempo depois viram que quando caia a energia o nobreak desligava. Chamaram o técnico novamente, ele checa todos os conectores e tenta religar o nobreak novamente, ele liga normal. Ele sai de perto e uma das baterias explode, sujando tudo e fincando a tampa da bateria no forro de gesso(que ainda está fincada lá, 2 anos depois).
Depois do susto, contataram a empresa que fornece o nobreak e o técnico disse que não se pode substituir só algumas do grupo, quando começa a falhar alguma tem que trocar todas, para que não haja uma carga/descarga desigual(quem estalou não sabia O_o).
Você tem usado alguma marca em particular para reposição?
Não. Eu coloco o que tiver disponível.
Acho que a que estou usando aqui já está com mais de 3 anos num SMS 600VA e ainda está segurando bem as quedas de energia já que não tive muita sorte com outras marcas como CSB e Unipower, que param de funcionar com pouco mais de 1 ano.
Para essa categoria de bateria eu só compro Moura. Também não confio nessas outras marcas.
Nesse mesmo cliente quando algumas baterias começaram falhar, o técnico/eletricista que fez a instalação foi trocou elas, mais um tempo depois viram que quando caia a energia o nobreak desligava. Chamaram o técnico novamente, ele checa todos os conectores e tenta religar o nobreak novamente, ele liga normal. Ele sai de perto e uma das baterias explode, sujando tudo e fincando a tampa da bateria no forro de gesso(que ainda está fincada lá, 2 anos depois).
Depois do susto, contataram a empresa que fornece o nobreak e o técnico disse que não se pode substituir só algumas do grupo, quando começa a falhar alguma tem que trocar todas, para que não haja uma carga/descarga desigual(quem estalou não sabia O_o).
Não é a primeira vez que me dizem que todas tem que ser trocadas, mas é a primeira vez que alguém me diz que pode explodir. E por falar nisso, em muitos aparelhos eletrônicos que usam pilha AA ou AAA existe a recomendação para nunca misturar pilhas novas com velhas e eu sempre fiz isso impunemente. Nunca estive numa posição de ter que decidir entre trocas todas as baterias de um banco ou apenas algumas e sabendo que um conjunto de apenas oito baterias estacionárias Freedom de um de meus clientes sai por uns R$8000 eu também estaria inclinado a trocar apenas as que falharam, antes de você ter me dito que a coisa explode.
Aqui na empresa (e em casa também) eu meio que “padronizei” no-breaks e estabilizadores com o fabricante NHS… acho que esses ainda são os “melhorzinhos”…
Clique para comentar
(Prefira clicar em "Responder" se estiver comentando um comentário)
Para agilizar a reinstalação do Windows para o cliente do qual falei no post anterior, eu tenho uma imagem Trueimage (poderia ser qualquer outro software, como o Macrium Reflect) das instalações para cada modelo de placa mãe usada na empresa. Com isso uma reinstalação que demoraria normalmente entre 40 minutos e uma hora, sujeita a erros (muitos detalhes de configuração do Windows específicos para esse cliente) e exigindo minha atenção durante uma boa parte desse processo, fica reduzida a apenas uns 10 minutos, durante os quais eu posso fazer outra coisa. E já fica tudo pronto. O único problema é a licença do Windows, que precisa ser a que está atrelada a cada máquina para evitar problemas com a ativação.
Para contornar esse problema eu aproveito que em todas as máquinas eu já divido o HDD em duas partições para colocar na segunda, que eu não preciso apagar ao reinstalar, dois arquivos .bat:
Em cada máquina este segundo .bat contém a sua chave correta de licença. Eu não sei se realmente eu preciso apagar a licença existente antes de instalar a correta, mas faço assim mesmo por precaução.
Então após restaurar a imagem eu inicio o Windows com a máquina desconectada da rede, rodo apagar_chave_windows.bat e em seguida instalar chave windows.bat
O correto mesmo é apagar a licença do Windows antes de criar a imagem, para evitar iniciar o Windows com a licença errada e a máquina acidentalmente conectada à rede. Eu faço isso, quando lembro.
Até agora eu não tive problema com a ativação usando esse processo. Em teoria você pode acelerar a ativação rodando o seguinte comando:
slmgr.vbs /ato
Mas não funcionou comigo. A ativação sempre ocorre “quando quer”.
Clique para comentar
(Prefira clicar em "Responder" se estiver comentando um comentário)
Um de meus clientes tem cerca de 17 computadores em um ambiente agressivo que me obriga a reinstalar o Windows com certa regularidade e um dos momentos mais chatos é ter que digitar as licenças. Como se não bastasse a licença ser enorme e difícil de lembrar, com tantas fontes que poderia ter escolhido a MS usou justamente uma onde é difícil distinguir entre os caracteres “B”, “8” e “3”. Eu consegui reduzir bastante meus episódios de frustração usando um leitor de código de barras comum USB do tipo HID (emula um teclado) e codificando as licenças do cliente no formato Code-128.
Cole ou digite a licença no campo Data (preferencialmente sem os traços);
Clique em refresh;
O código vai aparecer à direita. Clique em download para salvar como um arquivo GIF.
No Windows o arquivo GIF abre por padrão no Internet Explorer e se você tentar imprimir sem fazer nenhum ajuste o leitor não vai reconhecer o código, porque um pedaço dele vai se perder na impressão. Para imprimir corretamente vá na configuração de impressão do IE e coloque uns 15mm de margem esquerda. O código é enorme, ocupando quase toda a largura de uma folha de papel A4, mas com um editor de imagens você pode colocar pelo menos 10 códigos em uma página se não quiser sacrificar a altura deles (são impressos com 2cm). Reduzindo a altura pela metade você não deve ter nenhum problema para ler e cabem mais licenças numa única folha de papel.
Notas
É recomendável usar uma impressora laser que esteja imprimindo bem. Não sei se uma impressora jato de tinta qualquer vai dar conta do recado;
Testado no instalador do Windows 8.1. No Windows 10 isso é menos importante porque você pode postergar a digitação da licença para quando estiver dentro do Windows, podendo usar então copiar e colar;
Antes de testar no instalador do Windows, teste no Bloco de Notas. Se não funcionar neste não vai funcionar no outro. O problema mais comum é justamente a impressão “engolir” uma parte do código à esquerda. Se o código não estiver sendo reconhecido e você tiver certeza de que codificou com Code-128 e a impressão está boa, confira se os primeiros traços à esquerda do código na imagem salva correspondem aos primeiros traços que você vê na impressão;
Você pode codificar com os traços também, mas ó código vai ficar mais longo e mais difícil de ler;
Você pode colocar várias licenças de uma vez no campo Data, uma por linha, marcar “Generate one barcode per row” e clicar em refresh. Apenas um código vai aparecer na visualização, mas quando você clicar em download vai baixar um arquivo zip com todos os códigos em imagens distintas;
Clique no ícone de engrenagem no canto superior direito da visualização para acesso a opções. Uma delas é poder salvar em outros formatos.
Uma impressão menor seria mais elegante, mas para não dificultar desnecessariamente a leitura eu imagino que teria que usar algo como um QR Code. E infelizmente não conheço uma solução prática de leitor de QR Code com saída emulando um teclado.
Se estiver errado me avisa. Eu tenho um cliente com esse problema, então eu coloquei toadas as licenças em um TXT e mandei para um pendrive. Após a instalação do windows, coloco o pendrive e copio e colo a licença. Que eu saiba, só o windows server 2016 não permite iniciar a instalação sem uma chave.
O Windows 8.1 usando a mídia original não permite a instalação sem chave. Para instalar sem chave você precisa estar usando uma mídia modificada. Eu suponho que o mesmo se aplique ao server 2012.
Clique para comentar
(Prefira clicar em "Responder" se estiver comentando um comentário)
Problemas desenvolvidos pelo A5 (2016) que me levaram a trocar de aparelho
O GPS, que funcionava até com o telefone debaixo do banco do carro, passou a funcionar “quando queria”. E na maior parte do tempo não queria. Eu tinha que me certificar de decorar a rota antes de começar a viagem e estava “vendo a hora” disso me gerar um grande transtorno;
Mesmo colocando todos os dados que podia em um cartão externo, eu estava no limite dos 16GB da memória interna e tendo que apagar apps menos usadas para liberar espaço. O maior vilão é o whatsapp, que não permite colocar a mídia no cartão externo e vai crescendo até ocupar todo o espaço disponível;
Provável mau contato ou solda fria no leitor de cartão microSD faz meu cartão desaparecer periodicamente. Em conjunto com a limitação de espaço interno isso me criava transtornos periódicos porque eu perdia acesso a arquivos. Na maior parte do tempo, minhas músicas. E por conta disso eu passei a andar com um walkman;
Se eu ficasse com a perna suada com o telefone no bolso podia perder a capacidade de usar a touchscreen por um curto intervalo de tempo. O suficiente para não conseguir atender a ligações. Possivelmente causado por uma fratura do vidro que protege a tela;
Autonomia reduzida. Quando chegava aos 20% da bateria despencava rapidamente.
Avanços:
64GB de memória interna contra os 16GB do A5;
Aceita dois chips e o cartão de memória ao mesmo tempo, porém faz tempo que uso apenas um chip;
Cabe um pouco mais de texto na tela mesmo com o mesmo tamanho de fontes;
Bateria está durando até dois dias inteiros. Facilmente um dia mesmo com uso frequente, dados móveis e serviço de localização ligados permanentemente.
Retrocessos:
Automatic Call Recorder não funciona mais. Infelizmente parecem não existir opções no mercado porque isso é um problema das novas versões do Android. Até onde sei para recuperar essa funcionalidade é preciso acesso root;
Não tem bússola nem giroscópio. Essa foi uma grande mancada minha, pois se eu tivesse notado isso teria investido mais e comprado o A31;
Eu ainda não sei dizer onde está o problema, mas a “pegada” do aparelho é incômoda. Parece ter melhorado quando coloquei uma capa;
Leitor biométrico no fundo do aparelho é inconveniente;
Até eu comprar um ou mais cabos USB-C decentes (longos e flexíveis) e espalhar pela casa, mochila, carro e locais de trabalho, o conector USB-C vai contar como retrocesso. Entretanto os dois dias de duração da bateria minimizam o problema.
Notas:
A falta de um display Amoled deveria contar como retrocesso, mas até agora não consegui notar diferença.
ACR: Também fiquei frustrado com essa perda de funcionalidade nos Androids recentes. E nem sempre o root resolve: no meu Xiaomi, fiz root somente por causa disso e não consegui ativar. Não me lembro mais o que deu errado. Só sei que perdi algumas informações por teimar em não fazer backup antes de destravar o bootloader (ele formata o telefone após isso!)
Então se for por esse caminho, talvez valha a pena checar os passos antes pra ver se as chances são boas.
Ricardo eu tenho um Xiaomi e ele possui recurso de gravar chamadas nativo. Só ir nas configurações e pesquisar “gravação de chamadas” e ativar “gravar chamadas automaticamente”. O meu modelo é um Mi 9 SE com o a versão 12 do MIUI, porém esse recurso já existia em versões anteriores.
O meu (MI A1, Android One) tenho certeza que não tem. Minha namorada tem um Xiaomi com MIUI (não sei exatamente o modelo). A primeira vista, o dela também não tem esse recurso, já que não aparece nada relacionado no app do telefone. Vou ver se, por acaso, não está desativado.
Ricardo, tenho um RedMi Note 5 e nele também existe nativamente a gravação de chamadas. O meu está com a MIUI 11. Aqui basta clicar no botão telefone, na parte inferior logo abaixo do teclado de discagem tem o ícone do menu (três barras horizontais), no meu é a segunda opção do menu. A única coisa que me incomoda é que ele salva as gravações na memoria interna, eu gostaria de poder escolher gravar no cartão de memória.
Jeff, em janeiro saí do LG e finalmente peguei um Xiaomi, e o ACR realmente não rodou nele.
Na fraudemia precisei gravar vídeos pra igreja, aí instalei um gravador de voz que também grava ligações, sem precisar de root (que não fiz no xiaomi).
O nome do app é Parrot voice recorder; se eu tivesse seu whatsapp, mandava um apk direto.
Outro retrocesso do A11, que provavelmente é culpa da tela não ser AMOLED, é que o nível mínimo de iluminação do display ainda produz muita luz. Isso fica evidente quando estou lendo no escuro.
O consumo de bateria usando o Waze com a tela ligada chega a ser tão bom quanto oito minutos para cada % de bateria. Ou seja, ter a assistência do Waze por seis horas e meia (390 minutos) teoricamente me custaria apenas 50% da bateria.
Mais um possível retrocesso: O WiFi do A11 parece não ser capaz de operar a mais que 30Mbps. Embora para navegar na internet seja mais do que suficiente, eu não posso mais usar o telefone para testar a velocidade do WiFi. Eu descobri isso ontem ao testar a velocidade de um acesso Vivo fibra de 100Mbs. Se não fosse pelo telefone do cliente chegar aos 100Mbps eu ia acabar ligando para a Vivo para reclamar indevidamente.
Clique para comentar
(Prefira clicar em "Responder" se estiver comentando um comentário)
Me deparei com esse caso bizarro 30 dias atrás. O cliente tem 11 licenças do Office 2013 FPP (licença eterna) compradas na Kabum (São Paulo) que eu gerencio desde a aquisição. Nunca foram instaladas em outro lugar que não fosse a empresa, em desktops que nunca foram movidos e sempre no mesmo endereço. Ainda assim quando precisei trocar dois computadores ambos passaram a se recusar a ativar acusando esse erro. Não permitia sequer a ativação por telefone. A explicação oficial é inútil e o que pareceu mais promissor foi a resposta para esta questão, que pelo menos indicou que até mesmo se eu estivesse tentando ativar em outro país isso ainda seria possível.
Mas ainda assim eu resolvi esperar, porque na minha cabeça isso só podia ser doideira nos servidores da MS e eu não queria passar pelo aborrecimento de ligar para eles pois na minha experiência ligar para qualquer suporte é quase sempre desagradável. Alguns dias depois o problema persistia mas 30 dias depois, quando finalmente o modo trial expirou e o cliente ligou para mim, fiz nova tentativa e a ativação pela internet aconteceu normalmente.
Então, se você se deparar com essa mensagem e tiver motivos para acreditar que não faz nenhum sentido, tente de novo outro dia.
Bom dia. Sim, eu também não gosto de ligar para suportes, mas a experiência que eu já tive com a MS (a uma empresa terceirizada que pagamos e que precisou usar MUITO o suporte deles recentemente) foi muito positiva: pessoal qualificado e que realmente se interessa em resolver seu problema, eles acompanham os chamados, retornam ligações, não se importam em atender fora do horário (para não comprometer o funcionamento de sistemas de empresas, etc. Claro que estou falando de situações plenamente legalizadas (o que é o caso aqui). Portanto eu lhe sugeriria que no futuro se precisar “desse uma chance” para o suporte MS…
Clique para comentar
(Prefira clicar em "Responder" se estiver comentando um comentário)
Porque o que vem com ela é uma bomba. E a situação fica especialmente complicada se quem for usar a TV for uma pessoa idosa.
Um cliente que tem mais de 80 comprou um modelo desses e já me pediu ajuda duas vezes porque não consegue fazer nem a mais simples das operações com o controle. Ele tem uma grande dificuldade para fixar que aquele círculo é um controle direcional e para navegar pelo menu “home”, porque entre outras coisas falta deixar mais claro qual item está selecionado (o item deveria “pulsar” ou algo assim)
Eu, que me considero razoavelmente inteligente, levei minutos para descobrir como se mudava o canal e o volume, porque eu insistia em apertar os respectivos botões. Na verdade esses botões são “joysticks” (na falta de um nome melhor) e apertando você só encontra uma função. Para encontrar as outras você tem que empurrar os botão para cima e para baixo.
Eu tentei usar os comandos de voz, mas acho que é preciso ler o manual antes, porque apesar da TV entender metade do que eu pedi (e isso até me surpreendeu) requer muita tentativa e erro para acertar o que pedir. O cliente havia perdido o manual ou não o recebeu.
Mas apesar disso não estar escrito no manual em PDF no site da Samsung, a TV é compatível com a maioria das funções de um controle remoto infravermelho de TV Samsung. Foi muito, mas muito mais fácil mesmo explicar ao cliente como operar a TV com um remoto que tem os botões SOURCE, TV, MUTE, CH+, CH-, VOL+, VOL-, CH LIST, GUIDE, 0-9 e um direcional marcado com setas! O botão MENU substitui o botão HOME do original então praticamente só fica faltando o microfone.
Mas para não dizer que só critico, parabéns à Samsung por ter o bom senso de além de manter a compatibilidade suportar uma grande quantidade de funções do remoto padrão em vez de se limitar apenas ao básico.
O controle original da LN40C530 (10 anos) funciona quase totalmente com a QN50Q60TAG.
Outras queixas:
A TV chama no menu a TV aberta de “TV ao Vivo”. Eu sou capaz de entender que isso é só estupidez da Samsung e saber que não se trata de “ao vivo”, mas isso complica bastante e desnecessariamente na hora de explicar a uma pessoa idosa, principalmente quando está conectado um receptor de TV por assinatura. Qual a diferença entre a TV aberta e a por assinatura para especificamente a TV aberta ser classificada de “ao vivo”?
A TV não tem um único LED para indicar que está energizada.
Isso vem bem à calhar porque eu tenho uma TV Samsung que usa um controle desses (sem o microfone, mais antiga) e o “joystick” do volume está requerendo muita força pra responder (ainda não tentei abrir e limpar o contato). Eu estava pensando no custo que seria a compra de um outro controle igual, bom saber que existem alternativas mais genéricas.
O que que eu gosto nesse controle é ser minimalista, e o fato de operar via radio-freqüência, ou seja, você não precisa apontar para a TV, dá pra operar em qualquer posição.
Falando em controles-remotos, outro controle RF que eu experimentei e gostei o controle do (falecido) BoxeeBox, que na parte frontal era semelhante a um controle de Apple TV, mas no verso tinha um mini-teclado query, super conveniente para digitar o nome do filme num campo de pesquisa – e para isso é fundamental ser RF e não precisar ficar apontando enquanto tecla …
O que que eu gosto nesse controle é ser minimalista,
Eu sou do time adversário. Detesto controles minimalistas.
e o fato de operar via radio-freqüência, ou seja, você não precisa apontar para a TV, dá pra operar em qualquer posição.
Eu reconheço que essas duas características juntas (minimalista e por RF) tem algum atrativo para mim. Pois eu poderia ficar com o braço que está com o controle preguiçosamente jogado para trás da cabeça e ainda poder operar a TV. Mas ainda assim eu prefiro um controle entulhado de botões, mesmo que tenha que ser por IR. É uma pena que a Samsung pareça ter abandonado o recurso de controlar a TV por uma app no celular/tablet.
e para isso é fundamental ser RF e não precisar ficar apontando enquanto tecla
Como essas TVs costumam suportar o padrão USB HID, você pode ter parte dessa funcionalidade com um mini-teclado sem fio qualquer, daqueles que tem até touchpad ou até um air mouse. Infelizmente fica faltando um jeito de ativar o menu HOME, a não ser que a Samsung tenha sido bacana o bastante para associar HOME a uma tecla de função do teclado convencional. Isso é algo que pretendo testar da próxima vez que eu tiver acesso à QN50Q60TAG.
Lembrando que não precisa ser o controle remoto “original” da Samsung: a minha TV de perto de 10 anos tempos atrás estava falhando algumas teclas e a Samsung ia me enviar um novo por quase R$ 150,00! Minha esposa foi na eletrônica perto de casa e comprou um igualzinho (mas sem marca nenhuma) por menos de R$ 30,00! E ele está funcionando até hoje!
Aqui em Recife eu comprava antes da epidemia controles Samsung smart (os grandes como o da foto) “paralelos” por R$10 no varejo e R$4,50 a partir de seis unidades. Não sei como está agora porque a maioria dos chineses ficou com medo de abrir as portas mesmo depois da liberação do comércio.
E estão atendendo varejo? Ou só atacado? Da última vez que fui lá em várias que estavam abertas você não passava da porta se não fosse para comprar no mínimo seis unidades de cada peça. Principalmente na Galeria Sá da Rua direita, mas também em lojas da Rua do Nogueira.
Esse controle original é quase idêntico ao que tem aqui em casa de uma TV Samsung comprada há mais de 10 anos. Os botões são(ou ficaram) duros quase como pedras. Tem que apertar com muita força pra funcionar.
Fiquei espantado com a baixa qualidade, e desde então quero distância dessa marca.
O único problema que tive com os remotos Samsung foi com a da TV 3D de minha mãe, que não é nem tão velha assim mas 14 teclas já estão ilegíveis. Porém até a última vez que olhei, a qualidade da imagem das TVs Samsung (pelo menos as FullHD) até 40″ não tinha concorrência. Toda TV LG que examinei me fez torcer o nariz após alguns minutos e não boto fé nas outras marcas.
> a qualidade da imagem das TVs Samsung
> (pelo menos as FullHD) até 40″ não
> tinha concorrência.
(não lembro a tag para blockquote e o link “essas tags HTML” não abriu nada aqui; vai assim)
Concordo 100% em se tratando de LCD! Tenho bastante vontade de experimentar OLED, as demos que se vê em loja são impressionantes, mas ainda não tenho confiança na maturidade da tecnologia para suportar o período que eu quero que uma TV dure, algo entre 5 e 10 anos …
Minha única queixa (no caso, com uma Samsung 49K6500) é em relação ao software decoder dela para mídia local … O mesmo video rodando num pendrive espetado na USB ou num micro (VLC) via HDMI tem uma diferença enorme na qualidade de imagem, artefatos, etc. Eu achava que eu estava baixando umas versões com excesso de compressão, mas ao fazer a experiência de rodar pelo micro notei uma considerável diferença. Uma pena, já que nesse momento não tenho um media-player dedicado :/
Ok, não é a única queixa, tem mais uma: o SW dela é lento e “single-threaded”: quando ele resolve fazer alguma coisa a interface toda da TV “congela” por algum tempo. As LGs usam o WebOS (ex-Palm), que está anos-luz à frente em termos de tecnologia e recursos.
é justamente blockquote e /blockquote. Não funciona para você?
e o link “essas tags HTML” não abriu nada aqui
Mais um problema para diagnosticar quando eu tiver tempo…
Ok, não é a única queixa, tem mais uma: o SW dela é lento e “single-threaded”: quando ele resolve fazer alguma coisa a interface toda da TV “congela” por algum tempo. As LGs usam o WebOS (ex-Palm), que está anos-luz à frente em termos de tecnologia e recursos.
A Samsung melhorou muito desde os seus DivX players, mas desde essa época sempre levou uma surra da LG no quesito software. Excetuando seja lá que mágica a Samsung faz para ter uma imagem tão perceptivelmente superior, uma TV Samsung com o software da LG seria algo bem interessante. Mas como o mais difícil é a qualidade de imagem e do receptor de TV, eu compraria uma Samsung “burra” antes de comprar qualquer outra TV “smart”.
é justamente blockquote e /blockquote. Não funciona para você?
Funciona sim! Eu é que não lembrava (raramente escrevo HTML “na mão”) e como o link com a lista de tags não abriu, acabei sem saber o que usar.
Mais um problema para diagnosticar quando eu tiver tempo…
Dei uma espiada no markup da página montada e nesse link tem apenas um onclick=”return false;”, está faltando algo aí mesmo.
E falando na questão da qualidade de imagem, uma coisa que me incomoda é como a configuração “padrão” da maioria das TVs é ruim, elas sempre exageram num recurso de aumento de nitidez, e daí quando a cena mostrada tem grandes blocos de cor sólida (ex: gramado de um campo de futebol), tudo o que contrasta com essa cor sólida aparece com um contorno artificial por conta do excesso de processamento. Mas nada que um pouco de paciência nos ajustes não conserte.
Bem, cada um tem uma opinião. Mas vou dar a minha. Desde que tomei o hábito de “embrulhar” os controles em plástico filme (uso aquele mais grosso), sabe quantas vezes eu precisei desmontar um controle pra fazer limpeza de teclado? ZERO!
Tem gente que não gosta, acha “coisa de pobre”, por mim pode achar o que quiser, mas se pegar os meus controles e olhar, você fala que ele é novo!
O que detona os controles é a própria transpiração do usuário. O simples fato de segurar o controle você já o está emporcalhando. Quando eu ainda consertava TV, o que vinha de controle pra consertar (nessa época não tinha o chines pra vender controle genérico de 10 reais) era bastante comum pegar controles que parecia que tinha derramando silicone liquido dentro dele. ECA!
Eu acho que é coisa de pobre
Mesmo assim passei a fazer aqui em casa (eu uso uma capa industrializada) há pelo menos um ano para proteger os controles contra meu pai, que é alcoólatra. Ainda assim, uma das capas, da TV da cozinha, meu pai destruiu com uma faca meses atrás.
Eu também acho que é coisa de pobre, mas… funciona! Quanto a capinha industrializada, já experimentei algumas, mas nao gostei, acho que tira um pouco da ergonomia do controle, as que usei tinha bordas salientes costuradas, não gostei. Já o filme plastico o controle fica com a mesma ergonomia.
Quanto quanto a seu pai… sei o que é isso. Penei até os 38 anos com isso (já estou com 45). É duro. Só quem está dentro da situação pra entender.
Em novo teste na casa do cliente o botão MENU do remoto não abriu mais o menu HOME. Abriu as configurações (não sei se eu me enganei ou algo mudou lá). Para chegar ao menu HOME foi preciso usar o botão SOURCE.
Clique para comentar
(Prefira clicar em "Responder" se estiver comentando um comentário)
Porque o problema pode ser a bateria, ainda que você já tenha colocado uma nova. E você pode ter esse mesmo problema com outros aparelhos que usem bateria CR2032.
Eu esbarrei nesse problema com duas balanças que eu havia sucateado para usar depois em um projeto com Arduino. Depois de meses guardadas eu testei por acaso com uma bateria que tinha 2.9V (a CR2032 nova tem até 3.3V) e uma balança ligou, mas acusou “Lo” (bateria baixa) em seguida, o que já era esperado. Coloquei então uma bateria com 3V. Nem acendeu. Coloquei de novo a de 2.9V. Acendeu e acusou “lo”. Testei com várias outras baterias. Nada. Só funcionava com aquela de 2.9V.
Aí fui buscar no carro uma cartela de baterias novas e testei com duas. Nada. Conferi a tensão: 3.3V. Coloquei de novo a bateria com 2.9V e a balança tornou a ligar acusando “lo”.
Como é que pode a balança ligar com uma bateria velha com 2.9V mas ignorar as baterias novas com 3.3V?
A qualidade das baterias. Eu fiz um teste rápido aqui e o multímetro acusou um pico de corrente de 35mA ao ligar a balança, apesar de estabilizar em 7mA em seguida. Provavelmente essas baterias vagabundas não conseguem suprir essa corrente inicial. Numa placa mãe de computador esse surto inicial de corrente não existe e por isso você não nota o problema ao usá-las para esse fim.
Mas para a sua balança você vai ter que procurar uma bateria realmente decente.
Improvisei uma fonte de 3V com uma fonte de 3.6V e um diodo e testei as duas balanças. Ambas funcionando.
Agora são três balanças “consertadas”. Mas acho que vão ser mais quando eu finalmente encontrar a caixa que tenho com pelo menos mais duas que estava usando com meus experimentos com o módulo de pesagem hx711 do arduino.
Minha doc station, NextStar, corrompeu o HD de um servidor ontem (07/11/2020) durante uma clonagem. Gostei disso. Qual a fonte vias usar?
Eu tenho muitas fontes 12V para escolher. Para essa finalidade, geralmente uso fontes de roteadores sagemcom velhos de pelo menos 2A que tenho aqui, embora essa capacidade de corrente não seja realmente necessária para alimentar um único HDD. Eu uso porque estão sobrando e confio nelas, pois posso colocar até em curto que isso não as danifica.
Comprei uma destas e utilizei por duas semanas sem problema, até que resolvi ligar na TVbox para assistir um filme que tinha digitalizado do VHS. Nos 30 minutos, de 140, travou. Liguei no computador e travou no mesmo tempo. Copiei o arquivo para o computador em problema com control C / control v e o filem foi exibido sem problemas. Digitalizei outra fita VHS, assisti no computador e depois copiei para outro HDD, esse novo, zero bala. Travou nos 30 minutos também. Desisti de assistir filmes por ele.