Faz tempo que eu não tenho humor para assistir a dramas, mas eu estava zapeando pelos canais da TV por satélite quando esbarrei numa cena que achei interessante e acabai deixando rolar. O final é surpreendente e muito satisfatório.
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Faz tempo que eu não tenho humor para assistir a dramas, mas eu estava zapeando pelos canais da TV por satélite quando esbarrei numa cena que achei interessante e acabai deixando rolar. O final é surpreendente e muito satisfatório. 2 comentáriosClique para comentar(Prefira clicar em "Responder" se estiver comentando um comentário)Deixe um comentárioA estória não me empolgou, o humor deixou a desejar e não consegui me apegar a nenhum dos personagens. E a semelhança com Mulan só me fez lembrar que Mushu era muito mais engraçado. O final até teve uma cena comovente, mas cuja direção me decepcionou. Poderia ter sido bem melhor. 1 comentário
Clique para comentar(Prefira clicar em "Responder" se estiver comentando um comentário)Deixe um comentárioEu já comentara aqui que tinha ficado desconcertado com o cabelo da mulher maravilha no trailer da nova animação da DC, mas acabei não tendo nenhum problema com a animação em si. Disso eu até gostei. O que me perturbou constantemente foram os diversos problemas de roteiro. Vários deles relacionados ao conselheiro de Aquaman (spoilers):
Preciso assistir de novo a The Flashpoint Paradox e Gods And Monsters para renovar minha confiança de que a DC consegue fazer animações boas de vez em quando. Clique para comentar(Prefira clicar em "Responder" se estiver comentando um comentário)Deixe um comentárioUm amigo me pediu ajuda porque após a chuva torrencial do fim de semana o link que ele tinha entre a casa e o escritório deixou de funcionar. Ambos ficam na mesma rua, a uma distância em linha reta de aproximadamente 55m e a ligação é feita por cabo ethernet que faz a maior parte do caminho pelo ar. Ele diz que foram gastos 150m de cabo nessa ligação, o que está bem acima do limite de 100m estabelecido pelo padrão, mas o link funcionava há mais de uma década. A primeira coisa que fiz, a pedido dele, foi recrimpar os conectores. Em seguida fiz o teste com o testador vagabundo de cabos (aquele barato que tem um LED para cada fio) e o cabo estava OK. Mas eu quis testar também com o medidor de comprimento de cabos, porque queria saber se aquele cabo tinha mesmo 150m e o medidor também é útil para sinalizar problemas mais sutis. Para minha surpresa, o medidor acusou todos os pares em curto. Eu testei duas vezes. A única situação em que vi isso acontecer antes é se a outra ponta estiver ligada a um switch e eu me certifiquei de que na outra ponta só houvesse o “wiremap adapter”. No escritório dele o cabo é ligado a um roteador. O diagnóstico do roteador dizia que a porta WAN estava “unplugged” mesmo com o cabo conectado. Colocamos o cabo diretamente na placa de rede de um computador e o link funcionou aparentemente de forma normal. Coloquei um switch em vez do roteador e também funcionou de forma aparentemente normal. Concluí que a porta WAN estava danificada. Tentei usar o roteador como um AP, desligando o DHCP e plugando o cabo em uma porta LAN. Também não funcionou. Condenei o roteador. Meu amigo comprou outro, segundo ele do mesmo modelo (TP-LINK TL-WR849N) e ao instalar teve uma surpresa: o mesmo problema. Nada de a porta WAN funcionar. Então ele teve a idéia de testar ambos na casa dele. Os dois funcionaram lá. Ele me chamou de novo. Levei uns seis roteadores diferentes para testar, mas logo o primeiro que coloquei funcionou na hora: um D-LINK DIR905L, que nem é grande coisa. O teste de velocidade alcançou uns 85Mbps. Conclusão até agora: com as chuvas o cabo se deteriorou, provavelmente no trecho do escritório onde ele passa enterrado, e o TP-LINK TL-WR849N (dois testados) é incapaz de distinguir o sinal que outros equipamentos baratos (uma placa de rede, um switch e um roteador) conseguem. 9 comentários
Clique para comentar(Prefira clicar em "Responder" se estiver comentando um comentário)Deixe um comentárioDireto ao ponto: experimente desativar ou ativar o suporte a UEFI no setup do BIOS. O notebook não iniciava o boot do Windows nem apresentava qualquer mensagem de erro. A minha primeira impressão era de defeito na placa mãe, mas quando eu consegui dar boot por um pendrive, passei a desconfiar de defeito no HDD, mas depois de perder uma hora testando o HDD e não encontrar erro algum, passei a suspeitar de algo corrompido na instalação. Como era um notebook de estudante, sem nada importante e que poderia estar até infestado com vírus, decidi não perder tempo e após mover todo o conteúdo do HDD para uma pasta usando um LiveCD partir para reinstalar o Windows. Mas após a minha mídia de instalação acusar um erro sugerindo que eu deveria desativar o suporte a UEFI e eu fazer isso, acidentalmente deixei o notebook dar boot pelo HDD e desta vez em vez de ficar com a tela piscando escura, entrou na Recuperação do Windows, que era a única coisa disponível já que eu movera todos os arquivos do HDD. Como eu já havia decidido fazer uma nova instalação do Windows, prossegui assim mesmo e acabei esquecendo de testar se reverter essa configuração faria o defeito voltar. Já devolvi o notebook ao usuário. Clique para comentar(Prefira clicar em "Responder" se estiver comentando um comentário)Deixe um comentárioHoje eu fiz uma busca por “165 70r13” no Google e tive isso como resultado Todos os preços destacados são claramente irreais. Em janeiro de 2020, antes do aumento generalizado de preços da pandemia, esse modelo de pneu já custava normalmente R$200 ou mais. Procurando, você podia encontrar por R$180, que foi o que eu paguei no Carrefour na época pelo Pirelli P400 EVO. E hoje o preço “normal” é R$300. Eu vou começar falando dos anúncios da tal “Britos Duze Distribuidora”, cujo site afirma aceitar MercadoPago (o que sugere aceitar cartão de crédito) mas quando você finaliza a compra, só tem opção de pagar via boleto, que foi supostamente “processado pelo Mercado Pago” (eu duvido) e que está em nome de uma pessoa física. Além disso, o domínio foi criado no mês passado. Aqui cabe um esclarecimento, para quem não achar isso óbvio:
Restam sete anúncios, todos com algo em comum: vão parar em alguma conta de lojaintegrada.com.br e só aceitam pagamento por boleto. Os nomes das “lojas” são
Tenham em mente que todos os cadastros indicados podem ser de “laranjas” que nada tem a ver com isso ou até de empresas idôneas cujo cadastro está sendo usado indevidamente, por isso não vou publicar detalhes aqui e peço que evitem nos comentários. Lojaintegrada.com.br existe desde 2012 e provavelmente não tem nada a ver com isso, mas seu modelo de negócios, que inclui a criação de lojas gratuitas, permite que qualquer um abra uma loja sem nem precisar ter um domínio e sem dar uma indicação de desde quando a loja existe. Ou seja: nem aquele mínimo que a gente tem para pesquisar, que é olhar no whois há quanto tempo o site existe, a gente tem com essas “lojas” hospedadas lá. O plano gratuito limita o número de produtos a 75, o que explica a pequena quantidade de produtos oferecida.
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Clique para comentar(Prefira clicar em "Responder" se estiver comentando um comentário)Deixe um comentárioAchei este vídeo fascinante. Além de mostrar o funcionamento de uma doca seca, uma enorme área alagada que é esvaziada depois que o navio a ser desmanchado (ou consertado) entra, vemos que no final a equipe tem o cuidado de limpar o (enorme) chão para aguardar um novo serviço. Eu só achei que a transferência da sucata poderia ser mais eficiente. No mínimo, poderiam dar um jeito para os caminhões despejarem diretamente no navio à espera. Infelizmente esse desmanche profissional é mais caro que os desmanches feitos na Asia. O navio desmanchado é o MV Kaami, que encalhou na costa da Escócia em março de 2020. Essa doca seca, Kishorn Port, fica também na Escócia e você pode ver a imagem de satélite aqui. Na imagem atual a doca está esvaziada. Clique para comentar(Prefira clicar em "Responder" se estiver comentando um comentário)Deixe um comentárioEu não sou “flor que se cheire” mas esse aqui é o autêntico “papel de embrulhar prego”. Vejam o anúncio do sujeito:
E a subsequente conversa que tive com ele:
Apesar dele dizer “o anúncio é direcionado para técnicos”, não há nada no anúncio que sugira isso pois a troca de um teclado de CQ40 (de muitos notebooks, na verdade) não requer conhecimento técnico (a não ser que ver um vídeo de três minutos no youtube explicando como soltar meia dúzia de parafusos e desencaixar o teclado seja “conhecimento técnico” para ele) e a escassa informação oferecida no anúncio é exatamente o que um usuário leigo buscaria e nada mais. Aparentemente, do alto de sua arrogância ele não estava tão seguro assim, porque apagou o anúncio logo depois que me identifiquei. Quantas pessoas um sujeito como esse deve humilhar diariamente? E eu digo isso reiterando que “não sou flor que se cheire”. Se você tem a peça para vender e sabe que um mesmo modelo tem part numbers diferentes (acontece, por exemplo, quando o modelo tem teclado ABNT e US), detalhar isso na p**ra do anúncio resulta em uma negociação mais produtiva. Afinal, isso não é anúncio classificado de jornal. Você não paga por palavra ao anunciar na OLX.
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Clique para comentar(Prefira clicar em "Responder" se estiver comentando um comentário)Deixe um comentárioAté hoje eu só tinha visto as ondas resultantes do tsunami, mas nunca o mar recuando, deixando um vazio antes da onda chegar. No início do vídeo eu estava “meehhh…” mas o que parecia não ser nada demais logo se tornou uma corrida pela vida. Clique para comentar(Prefira clicar em "Responder" se estiver comentando um comentário)Deixe um comentárioIsso me surpreendeu. Meu senso de ética não me permite estacionar na vaga de um estabelecimento comercial quando meu destino não é esse estabelecimento, até mesmo porque eu considero que a partir da linha imaginária que seria o muro, eu estou invadindo propriedade alheia. Mas pelo que aprendi hoje, existe um entendimento (não está explicito) da resolução 302/2008 do CONTRAN de que ao criar vagas na fachada do imóvel o proprietário do estabelecimento está tomando vagas públicas (negando o estacionamento paralelo ao meio fio) e por isso seu estacionamento na fachada se torna público. Além disso existe um regramento (que não sei se se aplica a todas as cidades) de que você não pode rebaixar mais que 60% do meio fio na fachada do seu imóvel sem autorização. Isso é abordado nesta matéria e nesta. O que nenhuma das duas menciona é o que acontece se na via for proibido estacionar. Meu senso de lógica diz que nesse caso o estacionamento é claramente privado, porque nenhuma vaga pública foi tomada. Mas isso não vai impedir os folgados de usarem a propriedade privada citando a norma e causando transtorno para o dono do estabelecimento. E de qualquer forma, uma regra justa pelo menos limitaria metade das vagas do estabelecimento a serem públicas, porque cada vaga tirada do meio fio abre quase duas vagas perpendiculares. A reportagem a seguir mostra que em Passo Fundo o entendimento é que o estacionamento só se torna público se o proprietário tiver rebaixado todo o meio fio: E esta outra, da mesma cidade, esclarece que “todo” significa “mais que 50%”: Uma coisa que me incomoda nos vídeos acima é a reportagem usar como exemplo lugares onde se vê claramente placas de “proibido estacionar” e até “proibido parar e estacionar”. Situações onde para mim o entendimento claramente não se aplica. 2 comentários
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Sou técnico de informática a mais de 40 anos, sempre desconfiei desse produto, é mais uma farsa para enganar os menos desprovidos de conhecimento tecnológico…
Excelente Matéria!
Você comentou no post errado. Eu ia corrigir mas não consigo determinar a qual post você se refere.