 Jefferson,  14 de julho de 2017, PorDentro Não adianta identificar essas coisas por fora. Mesmo os que parecem iguais podem ser muito diferentes por dentro e a falta de identificação de modelo não ajuda. Por isso nem vou perder meu tempo mostrando como são por fora.
Um problema comum entre eles é que a conversão está longe de ser perfeita. Geralmente a imagem fica um pouco “lavada”, com excesso de brilho. E você não tem nenhum controle sobre isso.
Outro problema comum, independente do chip usado e construção, é que o consumo de energia é tipicamente o dobro do mínimo definido na especificação HDMI de 55mA por isso a porta HDMI de muitos aparelhos não vai ter energia suficiente para acioná-los. Dois exemplos comuns são o Raspberry Pi v1 e receptores de TV por satélite como os da OI e GVT. No caso dos receptores você é inclinado a acreditar que o problema seja de HDCP mas basta usar uma fonte externa para resolver, como explicarei outro dia.
Você pode escolher entre modelos com e sem áudio. Não havendo nenhuma outra distinção eu sugiro os com áudio porque a diferença de preço costuma ser insignificante mas é importante ressaltar que segundo os datasheets que vi a saída de áudio no chip costuma ser digital I2S ou SPDIF portanto áudio analógico requer um chip extra como o ES7144LV e vários outros componentes passivos. Daí ser incerto nessas coisas chinesas se ao comprar um conversor desses com áudio se a saída vai ser analógica ou digital. Por outro lado se você tiver habilidade com solda pode ser capaz (eu não testei) de obter áudio SPDIF mesmo dos conversores vendidos “sem áudio”.
Notar também que esses chips tem firmware. Dois conversores aparentemente iguais, com o mesmo chip, podem se comportar de maneiras diferentes.
Eu vou chamar este de “Overfly”.
Baseado no chip Chrontel CH7101A [Datasheet] (U4) e com um conversor de áudio digital-analógico que parece ser o Cirrus Logic CS4344 (marcado 344C) em U6. U8 e U9 parecem ser conversores DC-DC. A inscrição na placa diz “HDMI2VGA_C2_OVERFLY_V1.0.
Você vai notar que a maioria dos modelos que vou mostrar tem um layout bem parecido, mesmo quando o chip principal é outro.


Eu vou chamar este de “Y50112”. O chip principal é um EP94Z1E da Explore Microelectronics. Este modelo não tem áudio. Os grandes pads de solda no canto inferior esquerdo sugerem o footprint de um conector de áudio, mas faltam também diversos outros componentes à direita dele incluindo o conversor digital-analógico U2.


Este é baseado no chip Chrontel CH7101A [Datasheet]

Note como essa placa apesar de significativamente diferente do modelo anterior, tem as mesmas inscrições de modelo:
REV:A
PCB-HDM-VGFAU-CB03

Eu vou chamar este de HV1080EP. Este é o único nesta página a ter entrada para alimentação externa e deve ter sido o primeiro modelo que comprei, na Dealextreme. E também o que menos usei porque esse plug HDMI soldado diretamente no conversor torna muito complicado conectá-lo a uma grande variedade de aparelhos e mesmo quando você consegue conectar fica um trambolho que quando somado ao peso do cabo VGA arrisca danificar sua porta HDMI. Eu nunca mais comprei nada parecido.

Como se pode ver ou é o menos sofisticado por requerer tantos chips (baixa integração) ou justamente é o melhor de todos. Eu ainda não pude concluir qual é o caso. O chip principal é um Lontium LT8511A. O próximo é um chip da ST Microelectronics marcado “7B262” ou “78262” sobre o qual não consigo achar nada, nem no site da ST. Nesta página aparece um conversor similar usando um chip marcado 78345 que também não aparece em lugar nenhum. O último chip deste lado é uma memória EEPROM ATMEL 24C04.
No fundo temos apenas o cristal e o conversor digital-analógico ES7144.

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 Jefferson,  12 de julho de 2017, manutenção Eu ainda não estou certo de que tenha encontrado a causa, mas como esse erro vem me incomodando há meses acho melhor publicar pelo menos o pouco que sei sobre ele.
O erro ocorre quando você clica em “Proceed” no final do assistente de backup e o Trueimage vai começar a cópia.

Clicar em “Details” não fornece nenhuma informação útil e clicar em “Ignore” não adianta.
Eu uso o Trueimage há dez anos, desde que um erro de interpretação do funcionamento do Symantec Ghost (e a falta de um backup) me fez perder vários meses de trabalho. Eu nunca vira esse erro, que começou a ocorrer há poucos meses. E uso exatamente a mesma versão do Trueimage, gravada em um LiveCD. Não poderia ter sido corrompida. E supostamente não poderia haver interferência do software na máquina.
Uma vez eu consegui resolver simplesmente invertendo as portas SATA. Outra vez pareceu ser o local no meu HDD externo onde eu salvava o backup que influenciava. Outras vezes tive que desistir porque não conseguia de jeito nenhum. E nada que eu encontrei buscando no Google fez diferença.
Uma coisa havia em comum com todos os casos: só acontece numa das empresas que atendo. Mas em computadores diferentes onde antes o Trueimage funcionara.
Aí o problema aconteceu de novo hoje e eu resolvi experimentar algo. O fato de que “coincidentemente” todas as máquinas envolvidas rodam Windows 8.1 de 64 bits 100% atualizado (é meu único cliente assim) me deixou com uma pulga atrás da orelha. No meu post sobre os 480GB de arquivos que o Windows 10 apagou o leitor Eduardo me lembrou de que o Windows tem outras opções de desligamento ao se apertar o Shift. Desliguei a máquina apertando o Shift e o Trueimage funcionou!
Meia hora depois o problema se repetiu em outra máquina. Deixei o Windows iniciar e desliguei apertando o Shift. O Trueimage novamente funcionou!
Eu tenho experiência suficiente com Gremlins para saber que apenas duas ocorrências não são prova. Mas no momento eu tenho boas razões para crer que a hibernação de drivers do Windows 8.1 interfere com o hardware de alguma forma.
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 Jefferson,  12 de julho de 2017, manutenção Windows 7 32 bits
Máquina reiniciando sozinha pouco depois de chegar à tela de login, acusando erro BSOD BAD_POOL_HEADER.
A primeira coisa que fiz foi rodar o MEMTEST86+. Depois de duas passadas sem acusar erro na RAM, parti para olhar drivers. Entrei no Modo de Segurança e ao ver o gbplugin na lista de drivers sendo carregados ele se tornou meu primeiro suspeito. Reiniciei por um LiveCD e deletei o plugin. Não adiantou.
Entrei no Modo de Segurança e desativeis os drivers de vídeo, rede e som. Não resolveu. Como no Modo de Segurança o problema não se manifestava eu já incluí o Avast na lista de suspeitos, porque ele instala drivers que não são carregados no Modo de Segurança. Mas continuei seguindo meu script.
Usei o MSConfig para desabilitar todos os serviços de terceiros, menos o AVAST. Nada.
Aí me ocorreu parar de chutar e verificar o que o BlueScreenView (outro software danado de útil da Nirsoft) podia me dizer sobre o problema. Entrei pelo Modo de Segurança de novo, rodei o software e a primeira coisa que vi me desanimou: o erro era provocado por ntkrnlpa.exe. Genérico demais. Mas ao rolar para a direita confirmei minha suspeita ao ver referências a aswSP.sys. Um driver de kernel do Avast.
Tentei desinstalar o Avast pelo Modo de Segurança mas acusou um erro e não prosseguiu. Mais uma confirmação de culpa.
Baixei e rodei o desinstalador da Avast, que acusou o mesmo erro no início mas prosseguiu e congelou no final do processo. Após esperar meia hora meti o dedo no reset e o problema foi resolvido.
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 Jefferson,  11 de julho de 2017, Isso ocorreu em 2010. Eu tinha ido atender a um cliente novo em sua residência em um bairro distante que eu não conhecia e normalmente não atenderia, se não fosse a sobrinha de um cliente antigo.
O atendimento terminou por volta das 23h30. Eu decidi não voltar por Boa Viagem porque apesar de ser um caminho “nobre” seria mais lento, com muitos sinais de trânsito e por isso mesmo muitas oportunidades de ser assaltado. O outro caminho, por rodovias, era deserto mas rápido. E eu conhecia o caminho por já ter passado por ele umas duas ou três vezes. Mas nessas vezes sempre usara esse caminho no sentido oposto.
Meu objetivo era a Estrada de Curcurana, que você vê indo de um lado a outro do mapa abaixo. São cerca de 4km de extensão. Clique para abrir no Google Maps.

O problema começou quando eu virei à esquerda no ponto A onde deveria ter virado à direita. Meu objetivo era chegar a D. De dia no mínimo eu teria identificado onde era o mar pelo horizonte, mas à noite não deu.
Depois de ter rodado bastante sem encontrar nada familiar e indo parar numa rua sem saída em B decidi que havia me perdido e voltar por Boa Viagem mesmo. Porém na volta eu passei direto pelo ponto A e a coisa desandou de vez. Foi o meu segundo e mais sério erro. Eu não sabia mais como voltar nem que já estava na Estrada de Curcurana, que eu conhecia vagamente apenas de dia. Com isso eu saberia que bastava seguir em frente. Eu tinha um mapa na mala do carro mas nem parecia seguro eu parar para tentar me orientar nem eu tinha certeza de que conseguiria, sem saber onde estava.
À minha direita não havia nada além de um grande vazio pontuado por árvores aqui e ali. No escuro parecia com o litoral mas para estar com o litoral à minha direita sem ter encontrado ainda o caminho por onde eu tinha vindo algo tinha que estar muito errado no meu senso de orientação.
A paisagem como se vê hoje, no Google Street View. Mesmo de dia é fácil confundir com o caminho para o litoral:

À minha esquerda residências, bares, pontos comerciais, ruas…
Mas não se via uma única pessoa em lugar nenhum.
Eu comecei a entrar em pânico. Que espécie de bairro residencial de periferia é esse onde às 23h30 não se vê ninguém nas ruas? No meu bairro você chega às duas da manhã e ainda tem gente conversando nas esquinas ou bebendo em bares.
E eu tinha que rodar devagar porque na estrada onde não tinha buracos tinha lombadas. Não era hora nem lugar para perder um pneu. E parecia não terminar nunca!
Finalmente eu vi as luzes traseiras de um carro à distância e acelerei. Pelo menos eu não estava sozinho. Quando cheguei perto o bastante o alívio: era uma viatura da polícia! Desacelerei e decidi acompanhá-lo até algum lugar que tivesse vida. Algumas dezenas de metros depois, aproximadamente no ponto C a viatura encostou e fez sinal para que eu ultrapassasse. Então eu parei do lado para pedir instruções. Nunca vou esquecer a cena.
O carro estava lotado e a única pessoa que não estava olhando para mim por trás de uma máscara era o motorista!
Sem querer demonstrar nenhuma surpresa, falei que estava perdido e perguntei como chegar ao primeiro ponto de referência que eu conhecia. Mascarados e motorista responderam com tranquilidade: era só seguir em frente. Agradeci e fui embora.
Que espécie de lugar é esse onde a polícia faz ronda mascarada?!
Aí eu comprei meu navegador GPS. Foi a primeira e última vez em que eu me meti numa situação dessas.
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 Jefferson,  10 de julho de 2017, PorDentro Oficialmente a alimentação é 9VDC x0.6A, mas o conversor DC-DC é um AP34063 que suporta de 3 a 40V e os capacitores na entrada (2 x 470uF) são de 25V o que garante que pelo menos 12V é seguro usar sem nenhuma modificação. Existe também uma ponte retificadora na entrada, que confere proteção contra inversão de polaridade e permite usar uma fonte AC.

Fazer um PoE passivo com este switch pode não ser viável. Os terminais não usados são ligados a algo que não é visível por baixo da placa. Provavelmente os resistores que se vê entre os jacks e os magnetics. As vias que são visíveis por baixo da placa poderia ser cortadas, mas parecem haver outras por cima também que não dá para alcançar.

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 Jefferson,  09 de julho de 2017, Filmes Se você só assistir aos 20 minutos finais pode acabar com a falsa impressão de que o filme é bom.
Eu tinha grandes expectativas de que fosse bom. A estória original é intrigante e Scarlett Johansson parecia perfeita para o papel da major Ciborgue Motoko, mas o que conseguiram fazer com os 110 milhões de dólares que custou esse filme é imperdoável. Direção ruim, edição ruim, atuações ruins e um roteiro pior ainda.
- O primeiríssimo sinal de que há algo muito errado é o diálogo da Doutora Ouelet com Motoko assim que ela acorda do transplante. É completamente descabido. Logo depois, quando ela fala com o CEO da HANKA, continua parecendo que você está assistindo a um daqueles filmes baratos do canal SyFy;
- Não gostei do ator no papel de Aramaki. Foi tão inexpressivo que eu teria feito um Aramaki melhor, se me dublassem para falar japonês. Se queriam colocar um comediante no papel de um personagem que não tem senso de humor Jackie Chan provavelmente teria feito melhor;
- Quase não há desenvolvimento de personagens;
- A cena no clube noturno chega a ser patética. E que bomba foi aquela? Um rojão dentro de uma lata de leite Ninho?
- Motoko é retratada mais de uma vez como irresponsável e inconsequente. Isso foi broxante;
- Uma hora o lixeiro é tão perigoso que Motoko o interroga por meio de um holograma. Mas segundos depois, quando ele demonstra ser realmente perigoso Motoko entra na cela para ficar cara a cara com ele;
- A cena dela com a prostituta ficou completamente fora de contexto;
- A captura dela por Kuze (e o tempo que ela passou com ele) tendo entrado acompanhada por toda a sua equipe não faz sentido;
- A captura dela pela Hanka também não faz sentido, principalmente tendo sido logo em seguida ao diálogo dela com Batou. Eu fiquei o tempo todo achando que Batou estivesse camuflado pronto para ajudá-la;
- O passado da Major foi alterado para pior. Entre outras coisas, como uma militante anti tecnologia vai se tornar uma “militar hacker ciborgue” eficiente?
- O uso do link mental não é consistente. Aramaki às vezes verbaliza o que deveria ser um pensamento. Em um filme bom eu poderia dar uma desculpa para isso mas não em um filme ruim;
- A capacidade do corpo da Major não é consistente ao longo do filme. Uma hora parece frágil demais, outra hora parece condizente com a “arma” que ela foi construída para ser;
Mas parece não ter sido um fracasso total na bilheteria e as chances são muito grandes de que uma continuação seja melhor. Zack Snyder e até Luc Besson teriam feito muito mais com US$110 milhões (Lucy custou 40) que esse desastre.
Chances de que eu assista de novo? Só se for para acrescentar mais pontos negativos na lista acima.
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 Jefferson,  07 de julho de 2017, automação, ddns O hardware completo consiste de:
- Um ESP8266 qualquer (R$15 ou menos no ML);
- Um regulador de 3.3V (Menos de R$1);
- Um cabo para ligar a alguma fonte de energia USB que você tenha de bobeira pela casa.
Exemplo:
 Esse é o mínimo para que funcione. Um projeto comercial requer mais componentes.
Sim, tendo o resto do material necessário para programação o atualizador sai por menos de R$20 e você ainda pode rodar outras coisas nele.
Se você já tiver um ESP8266 na sua casa ou escritório ocupado com outra tarefa mas com espaço em flash sobrando (HTTPS requer muito do bicho) pode acrescentar o código nele. Afinal o processo leva segundos e ocorre apenas a cada x minutos. E não requer nenhuma GPIO.
Os detalhes da programação eu publiquei no automalabs por sem bem mais apropriado do que aqui.
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 Jefferson,  06 de julho de 2017, Em outro post eu sugeri usar a versão Windows do cURL para testar a API Cloudflare mas a coisa não era tão simples quanto parecia. Para HTTP o cURL não é difícil de usar (para quem não tem horror a uma linha de comando) mas quando se trata de HTTPS os problemas começam a aparecer. Para testes eu recomendo o Postman, até mesmo porque a resposta em JSON já vem formatada enquanto o cURL mostra uma bagunça. Mas se quiser usar mesmo o cURL o procedimento é o seguinte:
- Baixe o cURL para Windows. Escolha uma versão com suporte a SSL e instale/extraia para um diretório à sua escolha;
- Baixe o pacote de certificados cacert.pem;
- Coloque esse arquivo no seu path ou no diretório onde está cURL.exe;
- Renomeie cacert.pem para curl-ca-bundle.crt
Pronto, agora cURL deve funcionar com conexões HTTPS
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 Jefferson,  06 de julho de 2017, opinião Nem GPS, nem mapa. Um verdadeiro mistério!
Eu já perdi a conta das vezes em que ouvi uma funcionária ao telefone explicando ao motorista de um caminhão de entrega como chegar até o local. Ainda se fosse um local de difícil acesso ou o cara estivesse perdido num dos famosos “logradouros com numeração irregular”. Mas não… o indivíduo está na rodovia e não sabe sequer onde está a saída que vai levá-lo à avenida que vai levá-lo à empresa. Como é que um “profissional” coloca a si mesmo numa posição que o faz se perder numa rodovia durante o dia?
Às vezes o cara veio de outro bairro e às vezes de outro estado. Eu acho simplesmente inacreditável que alguém pegue o seu veículo e inicie uma viagem de dezenas, centenas ou milhares de quilômetros pensando em perguntar no meio do caminho como é que se chega lá. Ainda se fosse porque a bateria do celular (waze) descarregou no final da jornada daria para entender embora um profissional devesse estar preparado para isso, mas ao que parece é um misto de arrogância e negligência.
Aí fica dependendo de uma mulher (que muitas vezes nem dirige e que tem modos de explicar itinerários que só outra mulher entende, quando não confunde a esquerda com a direita) para conseguir terminar a viagem.
Inacreditável.
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 Jefferson,  06 de julho de 2017, ddns Este texto tem importância apenas para quem deseja fazer seu próprio script ou programa de atualização DDNS para Cloudflare.
Na primeira vez que tentei entender a documentação da API da Cloudflare há um ano eu falhei miseravelmente. Não entendi nada. Na segunda tentativa esta semana eu entendi em minutos. É engraçado como nosso cérebro funciona.
Aqui eu vou descrever apenas as partes necessárias para fazer atualizações DDNS. Vou usar como exemplo o cURL porque aí já aproveito os exemplos da documentação e apesar de ser uma ferramenta popular do Linux você também pode usar o cURL no Windows. Mas eu recomendo usar o complemento POSTMAN do Chrome inserindo os headers indicados (toda linha precedida por “-H” é um header).
O serviço permite que você cadastre vários domínios, que são referenciados como “zonas”.
Para atualizar um host você primeiro precisa do ID do domínio/zona. Se não sabe o id (ele também aparece na sua conta Cloudflare), primeiro peça uma listagem de zonas:
|
|
curl -X GET "https://api.cloudflare.com/client/v4/zones" \ -H "X-Auth-Email: user@example.com" \ -H "X-Auth-Key: c2547eb745079dac9320b638f5e225cf483cc5cfdda41" \ -H "Content-Type: application/json" |
A resposta é algo assim (este é o exemplo oficial. A resposta hoje é ligeiramente diferente):
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62
|
{ "success": true, "errors": [], "messages": [], "result": [ { "id": "023e105f4ecef8ad9ca31a8372d0c353", "name": "example.com", "development_mode": 7200, "original_name_servers": [ "ns1.originaldnshost.com", "ns2.originaldnshost.com" ], "original_registrar": "GoDaddy", "original_dnshost": "NameCheap", "created_on": "2014-01-01T05:20:00.12345Z", "modified_on": "2014-01-01T05:20:00.12345Z", "name_servers": [ "tony.ns.cloudflare.com", "woz.ns.cloudflare.com" ], "owner": { "id": "7c5dae5552338874e5053f2534d2767a", "email": "user@example.com", "owner_type": "user" }, "permissions": [ "#zone:read", "#zone:edit" ], "plan": { "id": "e592fd9519420ba7405e1307bff33214", "name": "Pro Plan", "price": 20, "currency": "USD", "frequency": "monthly", "legacy_id": "pro", "is_subscribed": true, "can_subscribe": true }, "plan_pending": { "id": "e592fd9519420ba7405e1307bff33214", "name": "Pro Plan", "price": 20, "currency": "USD", "frequency": "monthly", "legacy_id": "pro", "is_subscribed": true, "can_subscribe": true }, "status": "active", "paused": false, "type": "full" } ], "result_info": { "page": 1, "per_page": 20, "count": 1, "total_count": 2000 } } |
Note que o nome de domínio é precedido por um “id”. É isso que você vai usar.
Para obter os registros DNS com o IP atual para um determinado domínio você usa os mesmos headers, mas muda o URL para algo assim:
https://api.cloudflare.com/client/v4/zones/id_do_dominio/dns_records
Exemplo de resposta (eu suprimi vários registros desnecessários para a explicação e editei informação confidencial):
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 67
|
{ "result": [ { "id": "####################################", "type": "A", "name": "automalabs.com.br", "content": "192.185.224.99", "proxiable": true, "proxied": true, "ttl": 1, "locked": false, "zone_id": "xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx", "zone_name": "automalabs.com.br", "modified_on": "2016-09-13T21:49:36.667689Z", "created_on": "2016-09-13T21:49:36.667689Z", "meta": { "auto_added": true } }, { "id": "zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz", "type": "A", "name": "localhost.automalabs.com.br", "content": "127.0.0.1", "proxiable": false, "proxied": false, "ttl": 1, "locked": false, "zone_id": "xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx", "zone_name": "automalabs.com.br", "modified_on": "2016-09-13T21:49:36.745572Z", "created_on": "2016-09-13T21:49:36.745572Z", "meta": { "auto_added": true } }, { "id": "yyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyy", "type": "A", "name": "batcaverna.automalabs.com.br", "content": "189.70.xx.yyy", "proxiable": true, "proxied": false, "ttl": 120, "locked": false, "zone_id": "xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx", "zone_name": "automalabs.com.br", "modified_on": "2017-07-07T04:35:16.994150Z", "created_on": "2017-07-07T04:35:16.994150Z", "meta": { "auto_added": false } }, } ], "result_info": { "page": 1, "per_page": 20, "total_pages": 1, "count": 3, "total_count": 3 }, "success": true, "errors": [], "messages": [] } |
Para se limitar a receber o dados de um host específico (é este o comando que finalmente traz o IP configurado para o host):
https://api.cloudflare.com/client/v4/zones/id_do_dominio/dns_records/id_do_host
Exemplo de resposta:
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22
|
{ "result": { "id": "yyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyy", "type": "A", "name": "batcaverna.automalabs.com.br", "content": "127.0.0.1", "proxiable": false, "proxied": false, "ttl": 120, "locked": false, "zone_id": "xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx", "zone_name": "automalabs.com.br", "modified_on": "2017-07-07T04:17:14.185987Z", "created_on": "2017-07-07T04:17:14.185987Z", "meta": { "auto_added": false } }, "success": true, "errors": [], "messages": [] } |
Para atualizar um host (preste atenção aos vários campos que você precisa modificar):
|
|
curl -X PUT "https://api.cloudflare.com/client/v4/zones/id_do_dominio/dns_records/id_do_host" \ -H "X-Auth-Email: user_email" \ -H "X-Auth-Key: api_key" \ -H "Content-Type: application/json" \ --data '{"type":"A","name":"batcaverna.automalabs.com.br","content":"192.168.0.1","ttl":120,"proxied":false}' |
“name” precisa ter o nome completo e correto do host. Por alguma razão se o nome estiver errado e não bater com id_do_host a API acrescenta um novo host com esse nome, em vez de atualizar.
No Postman, escolha RAW, JSON e insira os dados de uma chave à outra.
Exemplo de resposta:
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22
|
{ "result": { "id": "xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx", "type": "A", "name": "batcaverna.automalabs.com.br", "content": "192.168.0.1", "proxiable": false, "proxied": false, "ttl": 120, "locked": false, "zone_id": "yyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyy", "zone_name": "automalabs.com.br", "modified_on": "2017-07-07T04:03:37.550700Z", "created_on": "2017-07-07T04:03:37.550700Z", "meta": { "auto_added": false } }, "success": true, "errors": [], "messages": [] } |
Tenha em mente que os IDs de domínio e host não mudam se você não apagar a definição do host. Então depois que você tem esses IDs só precisa usar dois comandos: o que verifica os dados do host (se quiser saber o IP que está lá) e o PUT que faz a atualização.
Pronto. Esse é o básico necessário da API para atualização DDNS. Queria ter achado algo assim no ano passado.
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eu não sei se e isto mais deve ser chips encomendados com a ST só com algum número de serie específico se for casos você ou qualquer outra pessoa vai encontrar nenhuma informações sobre eles só fabricante que realmente sabe que chips são estes . entendeu ?