 Jefferson,  16 de abril de 2018, manutenção Isso quando você tem razoável certeza de que o arquivo RAR está OK. No meu caso foi um raro caso de incompatibilidade com minha versão antiga do Winrar: 3.70. O arquivo usava o padrão RAR5, que surgiu com o WinRAR 5.0 em 2013. O padrão existe há 4 anos e acho que é a segunda vez que me deparo com ele.
Basta usar uma versão recente do 7-zip (pode ser a versão portable) para resolver o problema.
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 Jefferson,  16 de abril de 2018, energia, software, tools Quem acompanha os meus posts sobre consumo de energia talvez lembre que eu comecei usando o SuperPi e depois passei a usar o Linx para colocar a CPU em carga máxima e assim poder medir o consumo máximo de energia, mas ainda faltava colocar a GPU para trabalhar ao mesmo tempo e pelo menos no papel é isso que Heavyload, do mesmo autor de Treesize, proporciona. E ainda mostra um gráfico para você não precisar abrir o gerenciador de tarefas.
Eu só vou saber se funciona bem mesmo no meu próximo post sobre consumo de energia de um PC.
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 Jefferson,  16 de abril de 2018, Eu tinha o mesmo desktop há cinco anos e estava muito satisfeito com ele, mas no início deste mês o computador começou a congelar aleatoriamente, exibindo duas telas coloridas (as cores não são sempre as mesmas).

Se estiver rodando um filme o áudio também pára, então não é apenas vídeo. Um número incerto de minutos depois (varia bastante) o computador desliga sozinho. O congelamento também ocorre em intervalos aleatórios geralmente de menos de uma hora e dificilmente de mais de duas horas.
Não é um problema de software, pois aconteceu uma vez enquanto usava um Live CD. Trocar a fonte não mudou nada. Não deve ser RAM, porque alternei os quatro módulos que eu usava em slots diferentes (usando apenas um módulo de cada vez) e o problema sempre volta a ocorrer. Eu desmontei o computador todo, retirei a CPU, troquei a pasta térmica, montei tudo de novo e achei que havia resolvido porque ficou um dia inteiro sem congelar, mas aí o problema voltou. Essa coincidência é curiosa.
Coloquei a CPU e a GPU a 100% por vários minutos usando o Heavyload e nada aconteceu, por isso descartei o problema ser causado por picos de utilização que eu não estava vendo. Não há nada nos eventos do sistema além do aviso de que o computador desligou inesperadamente.
Coloquei um ventilador forte soprando dentro do computador para ver se era temperatura em outras partes da placa, mas o problema continuou ocorrendo.
Estou em dúvida entre a CPU (raramente dá defeito) e a motherboard (mais provável). Minhas opções são ambas bem caras hoje: conseguir uma outra placa B75 (LGA1155) ou comprar uma CPU Core i3 LGA1150 para uma placa B85M-D3PH nova que tenho aqui.
Alguém tem algo para vender ou trocar? Eu tenho um Core i3-3250 novo, na caixa lacrada (na verdade tenho dois) e faço rolo com quem tiver um Core i3 LGA1150 (mesmo usado, desde que eu tenha tempo para testar).
Como isso estava causando transtorno eu tive que montar outra máquina para usar, baseada em chipset H61. Mas esse chipset está me criando um inconveniente porque só tenho módulos DDR3 de 4GB e a placa só tem dois slots, totalizando 8GB. Só com o Firefox aberto eu já chego perto de estourar esse limite, por isso preciso de pelo menos mais um slot. Eu poderia testar minha CPU nesta máquina mas estou com medo de mexer no que está funcionando. A Lei de Murphy não me persegue, mas é melhor eu não cutucar.
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 Jefferson,  16 de abril de 2018, manutenção, WTF Curiosamente, esse modelo específico parece não existir para a Intel mas é identificado assim pelo CPU-Z. Não consegui achar nem em uma busca no Google.

Era um procedimento de rotina. Eu tinha que testar um lote de kits placa-mãe e processador que eu tinha guardado e para isso peguei a fonte do computador de um cliente que estava funcionando e um módulo de RAM. Testei seis kits sem detectar qualquer anormalidade, mas quando cheguei nos dois kits de DH61BR que eu tinha guardado há mais de um ano coisas estranhas começaram a acontecer.
A primeira placa soltou uma faísca logo ao ligar. Eu não consegui ver exatamente de onde saiu, porque apareceu na visão periférica, mas veio de uma região próxima à CPU. A placa ligou normalmente e continuou funcionando normalmente. Ao repetir o teste nada de anormal ocorreu.
Aí eu coloquei o segundo kit DH61BR e quando liguei não houve dúvida sobre de onde vinha a faísca porque literalmente pegou fogo. Na hora eu fiquei tão confuso que desliguei o cabo VGA pensando estar cortando a alimentação. O componente que incendiou foi um capacitor cerâmico próximo à CPU e depois disso a placa ficou inutilizada. Pior que isso: o processador Core I3 de segunda geração também parece morto.

O único caso similar que achei foi este.
As duas placas passaram o último ano guardadas em caixas e dentro da casa. Não era algo que estivesse acumulando pó e umidade no depósito.
Depois disso eu testei a fonte com um teste de fonte ATX e todas as tensões estavam normais. A fonte é uma tal “DEXTOP” que aparentemente tem uma alta capacidade de corrente, porque é muito mais pesada que uma fonte comum. 1.8kg contra 0.7kg de uma fonte vagabunda GMI ATX-230W.

É a primeira vez que vejo isso acontecer e olha que que eu já fiz muita coisa errada na bancada por distração, incluindo provocar curtos acidentais na motherboard.
Meu melhor palpite é que a alta capacidade de corrente da fonte tenha algo a ver com isso. A placa tinha um curto, sim, mas as fontes vagabundas que estou acostumado a usar poderiam não ter incendiado a motherboard por terem um gatilho de sobre-corrente muito mais baixo. Mas isso é pura especulação.
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 Jefferson,  16 de abril de 2018, manutenção
- Hoje eu peguei um problema estranho ao instalar uma multifuncional HP M1132 MFP remotamente no Windows XP. A máquina já tinha o driver para a impressora instalado e imprimia remotamente, mas quando a impressora foi conectada diretamente a uma porta USB não era detectada. No gerenciador de dispositivos aparecia o scanner, mas não a impressora. Tentando instalar o driver de novo o instalador ficava parado esperando conectar a impressora. Mudar de porta USB não adiantava. Eu estava atribuindo a defeito, mas depois que desinstalei o driver e reiniciei, um minuto depois do Windows abrir e eu já estar conectado remotamente de novo e descompactando o driver, vi uma mensagem de dispositivo USB desconhecido seguida da detecção da impressora. Instalei o driver e está funcionando. A usuária do outro lado garante que não mexeu em nada. Ou a impressora tem um defeito intermitente ou há algo no driver da HP que faz a impressora ficar indetectável até ser desinstalado e instalado de novo. Considerando a qualidade dos softwares da HP, tudo é possível.
- A Intel revelou ter descoberto uma falha que permite que o firmware da placa mãe (BIOS/UEFI) seja alterado ou apagado via software. Supostamente “só” afeta máquinas com as seguintes CPUs:
- 8th generation Intel® Core™ Processors
- 7th generation Intel® Core™ Processors
- 6th generation Intel® Core™ Processors
- 5th generation Intel® Core™ Processors
- Intel® Pentium® and Celeron® Processor N3520, N2920, and N28XX
- Intel® Atom™ Processor x7-Z8XXX, x5-8XXX Processor Family
- Intel® Pentium™ Processor J3710 and N37XX
- Intel® Celeron™ Processor J3XXX
- Intel® Atom™ x5-E8000 Processor
- Intel® Pentium® Processor J4205 and N4200
- Intel® Celeron® Processor J3455, J3355, N3350, and N3450
- Intel® Atom™ Processor x7-E39XX Processor
- Intel® Xeon® Scalable Processors
- Intel® Xeon® Processor E3 v6 Family
- Intel® Xeon® Processor E3 v5 Family
- Intel® Xeon® Processor E7 v4 Family
- Intel® Xeon® Processor E7 v3 Family
- Intel® Xeon® Processor E7 v2 Family
- Intel® Xeon® Phi™ Processor x200
- Intel® Xeon® Processor D Family
- Intel® Atom™ Processor C Series
Eu não tenho nenhum desses. Suponho que sejam todos razoavelmente recentes. O problema é saber se são só esses mesmo ou a Intel não está nem aí para dar suporte a processadores anteriores.
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 Jefferson,  15 de abril de 2018, Filmes Mas agora perdi mais de duas horas do meu tempo. Um dos filmes mais pretensiosos que já vi. Doideira virando “arte” porque tem a assinatura de Stanley Kubrick.
Sim “arte”. 2001 é uma obra de arte no exato sentido daqueles montes de rabiscos famosos caríssimos que precisam ser “interpretados” por gente pretensiosa para você saber do que se trata e mesmo depois da explicação você fica com cara de “hã?”. Exceto se for metido a intelectual, porque aí você finge que entendeu e repete a mesma coisa para quem perguntar.
Os três primeiros minutos só tem uma tela preta e música (parece que a versão do cinema tem mais oito minutos de tela preta sem música). Depois dos créditos iniciais temos 15 minutos de paisagens áridas e macacos (o motivo de eu ter desistido do filme duas vezes antes). Um monte de cenas incrivelmente monótonas e pouco depois do meio do filme temos mais dois minutos e meio de uma tela preta com música (são pausas “artísticas” para ir ao banheiro?). Depois disso finalmente vem a parte que tornou o filme famoso no meio nerd (e não me surpreende que seja a única parte de todo o filme que é mencionada): o computador HAL 9000 tenta matar toda a tripulação.
E justamente no que seria o ponto alto, uma das únicas partes sem monotonia nem doideiras do filme, roteiro e direção falham espantosamente.
- Por que o pod tem que ficar tão longe da Discovery?
- Por que HAL tinha controle suficiente sobre o primeiro pod para matar Frank mas não tinha controle algum sobre o segundo pod para matar Dave? As explicações que encontrei para isso são pura especulação, sem base nos eventos do filme;
- Frank diz claramente que não há um único aspecto da operação da nave que não esteja sob o controle de HAL. Este tinha controle até sobre o encosto de cabeça onde Dave se deita para tomar “banho de sol”, mas no final parecia absolutamente indefeso contra Dave e não tinha controle sequer sobre as portas internas, claramente automatizadas, da nave;
- Os pilotos são espertos o bastante para desligar o áudio mas burros o bastante para se esforçarem para ficar numa das poucas posições onde HAL poderia fazer leitura labial. E em vez de fingirem o conserto do pod, que era o pretexto, ficam na frente da janela falando mal do membro onipresente e perigoso da tripulação que claramente pode vê-los, até porque eles olham para ele de vez em quando. Mesmo que HAL não pudesse ler lábios saberia que estão conspirando contra ele;
- Como é que depois da morte de metade da tripulação operacional e toda a tripulação de pesquisa, sem o computador de bordo e dependendo do controle vindo da Terra, a missão foi autorizada a continuar?
- Por que o corpo de Frank “vai embora” quando Dave o solta, se este deveria estar na mesma velocidade da Discovery? Num filme que se esforça tanto para ser realista isso parece bizarro.
E depois da chegada a Júpiter temos que agüentar mais 10 minutos vendo o equivalente a alguém jogando baldes de tinta na tela (mas isso é “arte”, né?), seguidos de mais doideira.
A pretensão artística torna o filme tão incômodo que ofusca o fato de ter efeitos especiais revolucionários e um cuidado para representar o espaço realisticamente que era novidade para a época.
Pretendo manter distância de Kubrick agora e Laranja Mecânica acaba de sair da minha fila de filmes para assistir. Pensando seriamente em retirar Dr. Strangelove também.
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 Jefferson,  07 de abril de 2018, manutenção, tools AIO Boot faz quase tudo por você. Basta executar o programa e indicar o seu pendrive e os ISOs de manutenção como o Ultimate Boot CD, o Hiren’s Boot CD e o Sergei Strelec WinPE que o programa faz a formatação, instala o bootloader e integra o conteúdo dos ISOs no pendrive. O autor é vietnamita e o inglês dos tutoriais dele não é muito claro, mas uma vez que você saiba o que fazer, operar o programa é muito fácil.
Ao executar pela primeira vez o programa vem em vietnamita.

Clique em LANG e escolha outro idioma. Não existe português, mas existe inglês e espanhol. Eu prefiro inglês:

Por default e para sua segurança o programa não inclui HDDs na lista. Se quiser que inclua, marque “Use Hard Disk Drive”. Se o drive não estiver formatado, marque “Format to FAT32”. Se você realmente quiser “limpar” o drive clique em AutoPartition que novas opções para particionar e formatar o drive aparecerão. Por fim, escolha qual o drive e clique em OK.
O programa irá copiar os arquivos necessários para sua operação para o pendrive. Quando terminar o label será AIOBOOT e este será o conteúdo:

Quando terminar ele também executará automaticamente o programa AIOCreator.exe, mas se isso não acontecer basta executar manualmente.
Para integrar o Hiren’s BootCD, o Sergei Strelec WinPE ou o Ultimate Boot CD, basta ir na aba Integration, escolher “Special Pack” e escolher na lista qual o pack que você quer integrar:

Isso é necessário para que o programa saiba que arquivos procurar e onde colocá-los. Por causa disso nem todas as versões do Hiren’s são compatíveis, porque existem diferenças drásticas entre versões. As versões 15.1 e 15.2 funcionam, mas não a 15.1 rebuild v2.0 (acusa “invalid file“). Não dá para ter mais de uma por uma limitação do próprio Hiren’s.

Escolha o ISO clicando no botão “…” e depois clique em OK. O tempo para fazer a integração varia.

Nomes de arquivo ou caminho não podem ter caracteres de acentuação como o apóstrofo de “Hiren’s” e o programa reclamará disso. Basta renomear retirando os caracteres proibidos.
Outras opções
O programa diz suportar boot por arquivos .VHD (disco de máquina virtual), mas nas duas vezes que tentei, com Windows XP e Windows 7, deu o erro “No such command: /AIO/Tools/grub4dos/bootvhd.g4b“. Tentei uma versão velha do AIO Boot, 0.0.5.16, e um VHD com Windows XP mas ao escolher a opção no menu o programa volta para o menu.
À medida que eu me familiarizar com outras opções adicionarei comentários.
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 Jefferson,  05 de abril de 2018,
- Isso me parece óbvio agora, mas me surpreendi ao descobrir que um dos meios que o Facebook usa para definir suas “sugestões de amigos” é a localização via GPS. Basta que a pessoa freqüente os mesmos lugares que você e ambos tenham a app do Facebook no celular. Não tenho, nunca tive e tenho raiva de quem tem e me pergunta por que o celular está lento

- A Cloudflare fez uma parceira com o APNIC e instalou um serviço DNS gratuito em 1.1.1.1 e 1.0.0.1 que é tão rápido quanto o da Google. Isso pode ser temporário (cinco anos), mas pretendo aproveitar enquanto der. A Google já sabe demais a meu respeito;
- Me pediram para checar a viabilidade de se quebrar a senha de um controlador lógico programável industrial (não sou expert nisso mas tenho um conhecimento específico sobre um determinado fabricante que não vou discriminar aqui) e enquanto eu estava analisando as opções existentes a pessoa que me contratou entrou em contato dizendo que tinha falado com uma pessoa que supostamente também conhece o equipamento e que havia sugerido um ataque de força bruta. Isso me espantou na hora e de cara disse que era inviável e que depois diria o motivo. Chegando em casa fiz uma conta simples e contei para ele que ainda que fosse possível testar um milhão de senhas por segundo no CLP (não é), isso levaria até 590 anos. Ele riu e me deixou à vontade para trabalhar no meu plano de ação. Na prática, ainda que esse equipamento não tenha nenhuma proteção contra ataque de força bruta, limitações físicas na comunicação tornam impossível testar mais que 7000 senhas por segundo, o que eleva o tempo para pelo menos alguns milênios. E eu tenho uma forte desconfiança de que o CLP não permite mais que um teste por segundo.
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 Jefferson,  03 de abril de 2018, O amigo José Carneiro acaba de me avisar que conversando com uma pessoa que faz recuperação de dados perguntou o que significava o serviço de “reset do HDD” e descobriu que se trata do “reset do S.M.A.R.T.”. O vendedor arrematou dizendo que era “bom para as vendas”.
Sem o S.M.A.R.T. íntegro fica muito difícil ou impossível diferenciar um HDD novo de um usado e mesmo sabendo estar comprando usado você pode comprar uma bomba achando que é uma pérola. HDD novo, só de vendedores idôneos que ofereçam uma longa garantia. Usado, depende do quanto você confie que o vendedor não faria isso.
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 Jefferson,  29 de março de 2018, WTF Ontem eu estava procurando uma conversa que tive com o amigo José Carneiro pelo Whatsapp e para meu espanto não consegui encontrar um dos dois chats que tinha com ele por ele ter duas linhas com Whatsapp. Conversando com José descobri que ele cancelara uma de suas linha, da OI.
Alguém mais teve experiência similar?
Eu compreendo que quando uma linha é cancelada o número eventualmente vai ficar disponível para outra pessoa e o chat que você teve com o titular anterior da linha fica “órfão”, mas como o Whatsapp fica sabendo do cancelamento da linha? Por que o chat desaparece? Existe um meio de evitar que isso aconteça? Nem eu nem meu amigo desejávamos o desaparecimento da conversa.
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Eu já abandonei qualquer outro compactador faz tempo, migrei pro 7zip e bye.