Continuei não gostando de Guardians of The Galaxy, Vol.2

Eu desisto. Certamente não faço parte do público alvo.

Como vocês talvez se lembrem, eu não gostei do primeiro.  E não gostei do segundo praticamente pela mesma razão: a comédia exagerada, que na minha opinião funciona bem em obras como “O guia do mochileiro das galáxias” mas não nesse tipo de filme. Mas eu continuo sendo o único a pensar assim.

O que eu salvo no filme?

  • O final. Eu fiquei comovido com a homenagem a Yondu;
  • Os personagens em geral;
  • O filme é realmente bonito de se ver.
1 comentário
  • José Carneiro - 198 Comentários

    Gostei dos dois, particularmente do segundo, a proposta é aquela, só não sei se vai dar liga com os vingadores, justamente por ter uma proposta completamente diferente. Sim, o filme é muito bonito de ver.

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Não sei dizer exatamente o que há de errado com The Mummy – 2017

Mas sim, tem algo muito errado com esse filme.

Eu comecei a assistir com a expectativa bem baixa. O excesso de propaganda  na TV por assinatura já era uma indicação de que o filme era fraco e aí vi uma matéria explicando como tinha sido um fracasso e que isso estava sendo atribuído a Tom Cruise se metendo a diretor. Mas aí eu comecei a gostar do que estava vendo e fiquei realmente entretido até o avião cair.

A partir daí não teve jeito. Parei de me importar com a trama e com os personagens. Eu só via um encadeamento de cenas de ação com algumas pausas que despertavam meu interesse para logo em seguida eu querer dar pausa e ir fazer outra coisa. Parei de assistir umas cinco vezes. Todo mundo naquele filme podia morrer que não faria diferença para mim. No final, o sacrifício poderia ter salvo o filme mas foi tão mal pensado que perdeu toda a graça.

É uma pena. A idéia do “Dark Universe” tinha potencial.

 

4 comentários
  • Snow_man - 311 Comentários

    Ainda não vi, mas já sabia do fracasso.

    Parece que Antônio da Cruz tá igual a Nicholas Cage, fazendo um monte de
    filme meia-boca.

    Obs: voltando a postar com meu gmail, como antes  :D

  • José Carneiro - 198 Comentários

    No início estava bom até tentarem deixar o filme “engraçado demais”, chegou até a parecer Evil Dead em alguns momentos.

    Pra mim a parte que f* tudo foi a misturada com o Dr. Jekyll e se isso for a base do Dark Universe, já era pra mim.

     

  • Intruder_A6 - 194 Comentários

    Também achei fraco, fiquei realmente meio decepcionado.

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A prequel em quadrinhos de “Man of Steel” tem mais questões que respostas

Nota: Eu acho a palavra “prequela” horrível apesar de estar no dicionário. Eu francamente prefiro dizer “A prequel” (é como dizer “mouse” em vez de “rato”);

Eu não sabia que isso existia. Só esbarrei esta semana na estória em quadrinhos que é uma prequel oficial de Man of Steel.

SPOILERS ABUNDANTES

Basicamente conta a estória de como a scout ship que vemos em Man of Steel veio parar na Terra, pilotada por ninguém menos que Kara Zor-El (Supergirl).

A estória é fraca e seu pior ponto é tentar nos convencer que numa sociedade que não vê um assassinato em mil anos Kara foi capaz de desconfiar de assassinato e desmascarar o assassino imediatamente.

Mas juntando com Man of Steel vira uma bagunça.

  • Claramente o nosso Sistema Solar não era o destino da nave. Mais um motivo para Jor-El não saber que havia uma câmara de gestação na Terra;
  • Kara e Dev-Em certamente sobreviveram à queda da nave. Onde e por que esses kriptonianos (um deles sendo um louco homicida) se esconderam na Terra por no mínimo 18 mil anos?
  • Por que esses mesmos kriptonianos nunca tentaram recuperar a nave?
  • Seria realmente interessante ver uma caracterização de uma Supergirl com 18 mil anos de idade (mesmo que não envelheça fisicamente). Mas vão fazer isso ou tentar nos convencer de que ela é menos madura que Clark?
  • Será que isso quer dizer que Kara vai salvar a pele dos terráqueos em Justice League?

O novo trailer de Justice League dá duas dicas de que Supergirl pode estar nele, em 1:41 e 3:52

13 comentários
  • Walter - 140 Comentários

    Por que não usar o bom e velho português e chamar de “Prólogo”, ao invés de Prequel?

  • Walter - 140 Comentários

    Me desculpe, mas eu acho que prólogo se aplica muito bem. Você está partindo de uma falsa lógica, relacionando com epílogo. O prólogo pode ser uma obra completa. O Hobbit sempre foi descrito como o prelúdio do Senhor dos Anéis, por exemplo.

    Prequela é anglicismo lusófono e pré-sequência é uma verdadeira monstruosidade, hehehehe.

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Eu discordo. Por toda a minha vida “prólogo”, assim como o epílogo, sempre foi parte de uma obra e nunca uma obra completa adicionada a ela depois da publicação e consumida separadamente.

      Eu tenho uma opinião fortíssima contra a diluição do significado de palavras. Eu não aceito que se sequestre uma palavra porque alguém não achou outra melhor. No mínimo, isso leva a imbecilidades como “táxi pirata” e no máximo ao cenário de 1984.

      E olha que “taxi pirata” é duplamente imbecil, já que a expressão “táxi clandestino” já era consagrada antes do surgimento do jornalismo analfabeto.

      Eu prefiro, e vou usar, palavras completamente inventadas da minha cabeça antes de aceitar diluir o significado de uma palavra existente.

      Claro, se você me mostrar evidência de que “prólogo” já tinha esse significado quando fui alfabetizado (ou está em uso assim há pelo menos duas décadas e eu não vi) eu posso ser levado a admitir que minha objeção não se aplica a esse caso.

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Esqueci de acrescentar:

      Prequela é anglicismo lusófono e pré-sequência é uma verdadeira monstruosidade, hehehehe.

      Com essa parte eu concordo!

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      O Hobbit sempre foi descrito como o prelúdio do Senhor dos Anéis, por exemplo.

      Prelúdio, talvez. Prólogo, não é.

      • Walter - 140 Comentários

        Nem percebi que usei Prólogo e Prelúdio no comentário, hehehehe. Tou com a edição do Hobbit da Editora Europa América aqui em mãos e realmente está escrito: “O Hobbit é não só uma história maravilhosa, como o prelúdio a O Senhor dos Anéis.”

        Fechemos em prelúdio como um bom termo então, hehehehehe.

        • Jefferson - 6.606 Comentários

          Nahhhhh… Voccê está usando a “estratégia do bode na sala” comigo, é? :D

          “Prelúdio” é muito mais elegante e menos ambíguo por ser uma metáfora[1]. Não se aplica realmente como substituto do adjetivo “prequel”. É outra forma de se referir ao objeto.

          [1]Posso estar errado quanto a isso mas não muda o resultado.

  • Walter - 140 Comentários

    E, se me permite um off topic, como eu já tinha comentado com você em um email, continuo não recebendo as notificações de resposta aos comentários.

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Ué… não lembro de você ter reclamado disso. Eu lembro de você estar sendo barrado pelo plugin anti-spam, que eu desativei meses atrás.

      • Walter - 140 Comentários

        Verdade, devo ter me confundido. Teve também aquela vez que meus comentários sumiram, você me mandou um email avisando, mas depois eles apareceram.

  • Jefferson - 6.606 Comentários

    E a Netflix adotou “prequência” como tradução de “prequel”. Acho muito melhor que “prequela”.

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Penso que Man of Steel é o melhor filme do Superman já feito

Eu ainda não assisti a Wonder Woman nem a Justice league então neste momento a minha opinião é que Man of Steel é o melhor filme de todo o universo DC já produzido. Sim, estou levando em conta os filmes de Batman. É possível que vocês não tenham lido o que penso sobre The Dark Knight, porque foi escrito há quase dez anos em outro blog.

O que não quer dizer que Man of Steel seja perfeito, é claro. Eu adorei o filme mas para que você seja “o melhor” basta que a concorrência seja ruim.  O último filme com o Superman é terrível e é preciso muita incompetência para fazer com os recursos de hoje algo menos “assistível” que a quadrilogia original. Eu gosto de Superman Returns, mas não tanto quanto deste.

Além da trilha sonora, dos diálogos, do elenco, da edição e da direção, Man of Steel me impressiona especialmente em um ponto: a caracterização do vilão General Zod. Além da atuação impecável de Michael Shannon, temos um script que se esforça para nos convencer de que Zod e seus oficiais são vítimas dos mesmos erros da sociedade de Krypton que levaram à destruição do planeta e à morte de todos os seus habitantes. Eles foram geneticamente programados sem moralidade e para buscar a sobrevivência de Krypton a qualquer preço então que outro resultado esperar? Acho que caberia até um filme inteiro só para desenvolver a estória da amizade entre Jor-El e Zod.

Além da mudança na caracterização de Zod (em Superman II ele é “simplesmente mau”) gostei também da mudança que fez Lois conhecer Clark antes dele se tornar repórter no Planeta e de termos sido poupados de um Clark Kent fingindo ser um palerma. Além disso no filme original de 1978 o que Jor-El determina que Clark “é proibido” de fazer é um tema importante enquanto neste, pelo contrário, Clark já nasce com o propósito de ser o primeiro kryptoniano em séculos com o poder da escolha. Eu esbarrei no primeiro filme (que não é tão ruim para a época) na TV por assinatura esta semana e foi justamente notar essas diferenças que me fez pensar em escrever este texto.

Numa versão editada por mim eu removeria a sequência em que Perry White e Steve Lombard arriscam suas vidas para salvar a estagiária, que no final do filme ainda dá uma esnobada espantosa em Steve.  Mas eu manteria a esnobada.

Edit:

Minha lista de defeitos ou eventos que poderiam ser melhor explicados:

  • Mesmo depois do aviso de que a temperatura à noite cai abaixo de -40, Lois ainda sai sozinha e sobrevive;
  • Clark tinha “N” modos de chegar ao ponto onde começou a “derreter” um túnel até a nave. Mas Lois ainda assim achou um caminho para chegar até lá;
  • A missão no ártico era uma cooperação militar entre Estados Unidos e Canadá e ainda assim Clark consegue forjar os documentos necessários para estar lá como um terceirizado civil;
  • Jor-el mandou no corpo de Clark o Codex, que é inútil sem uma câmara de gestação. Não está claro que Jor-el sabia da existência da nave no Ártico pois quem “escolheu” a Terra foi Lara. Teria sido baseado em instruções de Jor-el sobre a localização de “Scout Ships” perdidas com essa característica?
  • Por que todos os postos avançados de Krypton foram destruídos? Nenhuma tentativa de terraformagem deu certo e precisavam tanto assim de recursos vindos de Krypton?
  • Por que Zod fala um inglês perfeito mas um português “Você…não está…sozinho” capenga?

E outras cenas que deixariam o filme melhor se fossem removidas:

  • Aquela fala do General Swanwick sobre a nave de Zod querer fazer uma “entrada dramática” um minuto depois de saber de sua existência soou ridícula. Outro personagem poderia ter dito isso;
  • O avatar de Jor-el poderia ter um jeito melhor de mostrar para a audiência que estava comandando atos da nave de Zod do que aqueles gestos teatrais;
  • A cena em que Zod tenta matar as pessoas com a visão de calor (e não consegue) é piegas demais.
5 comentários
  • Snow_man - 311 Comentários

    Pra mim, o que foi novo mesmo nesse, foi a “decisão” final do Super em relação ao Zod (não vou dar spoiler); isso acho que foi uma grande inovação na história dele.

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Você não precisa se preocupar com spoilers aqui. O filme é de 2013. Mesmo filmes novos eu acho difícil criticar sem revelar o roteiro.

      Quanto a Zod, o que me chamou atenção mesmo foi Clark ter matado o único outro kriptoniano vivo. Supondo que os outros morreram pela ação da singularidade, é claro.

      Eu sei que é controverso mas, francamente, eu prefiro ver um reboot a cada X anos com os roteiristas ressuscitando todo mundo porque não existem mais adversários convincentes do que ter que tolerar na telona a típica estupidez dos quadrinhos onde os heróis poupam a vida de genocidas.

  • José Carneiro - 198 Comentários

    Esse é bom!!! Assisti várias vezes, levei até para uma sessão na hora do almoço no trabalho e fez sucesso.

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Ghost In The Shell – 2017 é um desperdício de Scarlett Johansson

Se você só assistir aos 20 minutos finais pode acabar com a falsa impressão de que o filme é bom.

Eu tinha grandes expectativas de que fosse bom. A estória original é intrigante e Scarlett Johansson parecia perfeita para o papel da major Ciborgue Motoko, mas o que conseguiram fazer com os 110 milhões de dólares que custou esse filme é imperdoável. Direção ruim, edição ruim, atuações ruins e um roteiro pior ainda.

  • O primeiríssimo sinal de que há algo muito errado é o diálogo da Doutora Ouelet com Motoko assim que ela acorda do transplante. É completamente descabido. Logo depois, quando ela fala com o CEO da HANKA, continua parecendo que você está assistindo a um daqueles filmes baratos do canal SyFy;
  • Não gostei do ator no papel de Aramaki. Foi tão inexpressivo que eu teria feito um Aramaki melhor, se me dublassem para falar japonês. Se queriam colocar um comediante no papel de um personagem que não tem senso de humor Jackie Chan provavelmente teria feito melhor;
  • Quase não há desenvolvimento de personagens;
  • A cena no clube noturno chega a ser patética. E que bomba foi aquela? Um rojão dentro de uma lata de leite Ninho?
  • Motoko é retratada mais de uma vez como irresponsável e inconsequente. Isso foi broxante;
  • Uma hora o lixeiro é tão perigoso que Motoko o interroga por meio de um holograma. Mas segundos depois, quando ele demonstra ser realmente perigoso Motoko entra na cela para ficar cara a cara com ele;
  • A cena dela com a prostituta ficou completamente fora de contexto;
  • A captura dela por Kuze (e o tempo que ela passou com ele) tendo entrado acompanhada por toda a sua equipe não faz sentido;
  • A captura dela pela Hanka também não faz sentido, principalmente tendo sido logo em seguida ao diálogo dela com Batou. Eu fiquei o tempo todo achando que Batou estivesse camuflado pronto para ajudá-la;
  • O passado da Major foi alterado para pior. Entre outras coisas, como uma militante anti tecnologia vai se tornar uma “militar hacker ciborgue” eficiente?
  • O uso do link mental não é consistente. Aramaki às vezes verbaliza o que deveria ser um pensamento. Em um filme bom eu poderia dar uma desculpa para isso mas não em um filme ruim;
  • A capacidade do corpo da Major não é consistente ao longo do filme. Uma hora parece frágil demais, outra hora parece condizente com a “arma” que ela foi construída para ser;

Mas parece não ter sido um fracasso total na bilheteria e as chances são muito grandes de que uma continuação seja melhor. Zack Snyder e até Luc Besson teriam feito muito mais com US$110 milhões (Lucy custou 40) que esse desastre.

Chances de que eu assista de novo? Só se for para acrescentar mais pontos negativos na lista acima.

 

2 comentários
  • Snow_man - 311 Comentários

    Pow, ainda vou ver, mas desde o princípio eu já estava com baixa expectativa nessa produção.
    E depois de um post seu, fiquei curioso em ver o piloto de shanara chronicles :D

  • Jorge Mendonça - 60 Comentários

    Só assisti esse filme ontem e de fato o roteiro e a direção são bem fracos. O que me manteve preso foi a parte visual que achei incrível, assim como o design de som, ou seja, só me prendeu porque assisti em uma tela grande com home theater.

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Filmes aos quais não canso de assisitir

Alguns filmes tem uma combinação de elementos que consegue realmente me entreter. Personagens, elenco, diálogos, humor…

Esta não é uma lista completa. Apenas o que está no topo da minha mente agora.

7 comentários
  • Fernando Di Ramos - 29 Comentários

    Hm… alguns filmes que já vi mais de uma vez, me agradam bastante e recomendo:

    Edge of Tomorrow (2014, ação)
    The Count of Monte Cristo (2012, ação e drama)
    War of Buttons (1995, drama)
    Antonia’s Line (1995, drama)
    Excalibur (1981, fantasia)
    X-Men: Days of Future Past (2014, ação)
    Unforgiven (1992 e 2013, velho oeste)
    Solaris (1972, sci-fi)
    Fantasia (1940, musical)
    Monty Phyton – The Meaning of Life (1983, comédia)
    Little Nicholas (2009, comédia)
    Bedazzled (1967, comédia)

    há mais, mas acho que os outros são mais pessoais e estes apresentados mais gerais. Alfred Hitchcock, Stanley Kubrick, Akira Kurosawa e David Lynch possuem uma longa lista de filmes que não cansam ao rever, mas são famosos d+ para serem citados. Eu também curto um kung-fuzinho-di-lei. Bônus: Ashes of Time Redux (1994, fantasia) é capaz de lhe agradar pessoalmente, professor!

    * Lembrei dos nomes pq uso o filmow, :D

    abraços

    • Fernando Di Ramos - 29 Comentários

      E sim, Jupiter Ascending (2015) é um filme só seu mez, :D

      Ele é assistível, quem sabe uma vez ou duas se tiver uma filha. Mas assistir assim de supetão, não dou conta não!

      abração!

    • Fernando Di Ramos - 29 Comentários

      Como pude esquecer de:

      The Odyssey (1997, fantasia)

      Adoro este filme, o vi três vezes no mesmo fds quando o loquei pela primeira vez. Ok, lembrei também:

      47 Ronin (2013)

      Vi várias vezes e é minha versão do seu Jupiter Ascending, :D

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Eu gosto de Edge Of Tomorrow, mas este ainda não passou no teste “não canso de assistir” porque só assisti a ele duas vezes. E EoT tem o problema de já ser repetitivo por natureza.

      Outro do qual lembrei agora: The Incredibles

  • VR5 - 397 Comentários

    Eu também tenho um que praticamente só eu gosto (entre os amantes do gênero sci-fi): Waterworld (1995).
    Outro que também gosto muito (esse mais no estilo “romance ficcional/histórico”) é Rapa Nui (1994).

  • Jefferson - 6.606 Comentários

    Esqueci de incluir Star Trek 2009

  • Jefferson - 6.606 Comentários

    Esqueci de incluir Mr. & Mrs. Smith

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Filmes: Adoro Kung-Fusão

Não sei dizer exatamente o que há de especial em Kung-Fusão (Kung Fu Hustle – 2004), mas já assisti umas cinco vezes e em todas elas eu me flagro rindo feito bobo. Eu gosto da estética, da direção, do humor, dos efeitos especiais (que são uma mistura única de impressionante com ridículo), etc.

O vídeo abaixo não é realmente um trailer e muito menos “oficial”, mas pelo menos dá uma boa idéia de como é o filme e é dublado, o que no caso de um filme chinês não me incomoda nem um pouco :)

6 comentários
  • Paulo - 3 Comentários

    Assistiu Shaolin soccer ?
    e Kung.Fury ?

  • Jorge Mendonça - 60 Comentários

    Assisti Kung Fusão tem muitos anos e nunca mais revi, só lembro que dei muita risada. Shaolin Soccer vai no mesmo estilo. Kung Fury é bem diferente mas é MUITO bom. É um curta que o pessoal usou o kickstarter pra arrecadar fundos. Acho que você vai gostar.

  • VR5 - 397 Comentários

    Não sei se é na mesma “linha”, mas em 1973, satirizando os filmes de Bruce Lee/Chuck Norris (e similares), fizeram um tal de “Fei Lung Gongo Gwoh”, que no Brasil ficou como “Operação Dragão Gordo”…

  • Yossef - 4 Comentários

    Meu preferido nessa linha é o Kung Pow. Mas não sei se ele vai parecer tão bom assistido depois de Kunk Fu Hustle.
    Tambem não conhecia Kung Fury. Vai pra lista!

  • Paulo - 3 Comentários

    Turbo Kid!

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Tentei gostar de Rogue One: A Star Wars Story, mas não deu.

Novamente eu vou no sentido oposto da maioria. E é bom lembrar que eu considero que perdi meu tempo e dinheiro com The Force Awakens

A idéia geral é interessante e podia ter dado um filme realmente bom, mas o que vi tem tantos problemas de roteiro, elenco e direção que não deu mesmo.

O que gostei de ver:

  • O robô K-2SO;
  • O “jedi” e seu companheiro;
  • O filme consegue dar uma explicação convincente para a estrela da morte ter uma vulnerabilidade ridícula que foi motivo de piada por décadas. Pena que terão que fazer outro filme inteiro só para explicar (mal) os problemas deste;

Pelos pontos acima já consegue ser melhor do que The Force Awakens.

O que me incomodou:

  • Felicity Jones não me convenceu como mulher durona;
  • Ignorando a atriz, o personagem dela precisava de muito mais desenvolvimento para me convencer;
  • Ora, de um modo geral não há desenvolvimento de personagens no filme;
  • Um exemplo de quando tentaram desenvolver um personagem e  deu errado é que gostaria de que o roteirista tivesse encontrado um jeito melhor de demonstrar que o capitão Cassian era durão e comprometido com a causa do que ver ele matar um informante (aliado!) indefeso a queima roupa;
  • Não há explicação para Jyn estar sendo transferida da prisão;
  • Não é dada explicação para Jyn ter agredido quem estava tentando resgatá-la. A idéia é estúpida por mais de uma razão. Ela não esperou para ver o que a esperava do lado de fora do blindado, não pegou uma arma antes de correr…
  • Iniciando no exemplo acima, logo no início do filme Jyn é apresentada como um animal raivoso para logo em seguida tentarem nos convencer de que ela é racional e ao longo do filme de que é praticamente uma líder militar, com discurso e tudo!
  • Um robô numa missão de resgate não precisa ser tão violento com o resgatado, mesmo quando este não coopera. Como regra geral nesses casos usa-se força excessiva quando você não sabe que força é o suficiente. Um robô como K-2SO sabe. Seria convincente um homem ter feito aquilo mas no caso de uma diferença tão grande quanto entre um robô como K-2SO e uma garota desarmada? Quando K-2SO jogou Jyn no chão eu pensei “caramba, não bastava continuar segurando ela no ar pela gola da camisa?”;
  • A razão dada por Saw para ter abandonado Jyn não me convenceu. O que ele fez com ela (abandoná-la dizendo “espere por mim que eu volto”, sem ter intenção de voltar) não se faz nem com um cachorro;
  • Eu não estava entendendo por que aquele comandante do império que esculachava o diretor Krennic era exibido tão proeminentemente na tela e parecia tão “esquisito”. Desde a primeira cena me pareceu que o diretor do filme queria mostrar alguma coisa e fui até o final com uma pulga atrás da orelha sem saber o que era, até pesquisar e descobrir que o diretor queria exibir a capacidade da equipe de efeitos especiais de recriar um (outro) veterano de Star Wars morto. Aquela era a versão digital de Peter Cushing, o último ator a representar o Grand Moff Tarkin. Eu imagino que os fãs viram a cena e bateram palmas mas eu não sou fã e fiquei me perguntando porque um personagem secundário (talvez nem isso) estava tendo tanta atenção;
  • A rapidez com que Jyn perdoou a aliança rebelde pela morte de seu pai foi brochante decepcionante. Eu entendo que havia uma questão mais importante a ser resolvida, mas ver ela agir logo na cena seguinte como se nada tivesse acontecido…
  • A coincidência da equipe de inspeção contar com uma pessoa que vestia justamente o número de Jyn foi um momento facepalm muito grande. Isso era tão evidente que quando a equipe entrou eu pensei: essa figura de preto tem o tamanho e se move como uma mulher…
  • Como é que ninguém além de um jedi cego enxerga aqueles tanques de quatro patas (walkers) chegando?
  • A sala do arquivo é protegida por uma porta de cofre impenetrável, mas no andar de cima tem uma porta comum que também dá acesso;
  • Parte dos rebeldes, incluindo o piloto, morreu para (veja se você consegue acompanhar) estabelecer uma comunicação com a frota que dizia que a frota precisava destruir o escudo do planeta para que eles estabelecessem a comunicação com a frota;
  • Quando as naves da aliança aparecem ao alcance de uma pedrada qual é a primeira coisa que o comandante do destróier imperial faz? Eu escreveria “atirem! ATIREM!”, mas o que o roteirista do script de um milhão de dólares escreveu? “Entre em contato com o almirante Gorin imediatamente!”. E em várias cenas seguintes nós vemos os dois destróieres sem fazer um disparo sequer;
  • Se eu tivesse gostado do filme eu poderia ignorar e até dar risada da lendária má pontaria dos stormtroopers mas… eu não gostei;
  • Se eu tivesse gostado do filme poderia muito bem ignorar os problemas de física como um nave pequena como a Hammerhead Corvette ter empuxo suficiente para fazer um destróier imperial destruir outro numa distância tão pequena. Acho que por um estar “embaixo” do outro (não existe isso no espaço) a audiência deve imaginar que um destróier”caiu” no outro, E depois os dois “caem” convenientemente  no campo de força. Mas eu não gostei do filme então não dá para deixar isso passar;
  • O destróier de Darth Vader está parado do lado da nave-mãe da aliança rebelde, mas mesmo assim a princesa foge debaixo do nariz (literalmente?) de Vader. E devagarinho. O roteirista sequer tentou enrolar a audiência com um salto no hiperespaço;
  • Eu não estou certo de que a presença da princesa naquela batalha seja justificável. Quanto mais eu penso nisso mais acho ridículo;
  • O filme parece uma paródia tamanho o excesso de complicações e armadilhas absurdas e desnecessárias no roteiro, como:
    • A necessidade de remover a fita do arquivo manualmente quando sua posição podia ser determinada automaticamente. E num mundo onde robôs andam e falam como humanos;
    • A armadilha no topo da sala do arquivo. Quando eu vi essa eu juro que me perguntei se o roteirista não estava fazendo uma paródia da paródia de Star Trek Galaxy Quest;
    • A necessidade de alinhar a antena manualmente.

E olha que eu não estou sendo minucioso. Isso foi o que me incomodou enquanto eu assistia ao filme.  Se eu der uma segunda passada realmente querendo ser chato devo poder captar muitos outros problemas.

 

 

6 comentários
  • Eduardo - 7 Comentários

    Os minutos finais com Darth Fucking Vader indo pro pau foi melhor que o prequel inteiro. Adorei o filme, ignorei alguns pequenos vacilos e me diverti muito.
    Superior ao ep VII sem dúvidas.

  • Paulo Bonfim - 11 Comentários

    Jefferson,

    de forma geral gostei do filme, mas algumas inconsistências que você apontou foram as extensas refilmagens e cortes no filme para adequá-lo ao padrão Star Wars (Disney) e o famigerado PG-13. Prometeram um filme de guerra, mas entregaram filme pobre de ação e só.

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Sim, vários problemas podem ser eliminados simplesmente criando uma “versão estendida”. Buracos como a razão para Jyn estar sendo transferida podem ser tapados em pelo menos dez segundos de diálogo. Bastaria terem dito a Jyn “como foi difícil introduzir a ordem falsa de transferência dela no sistema da prisão” ou algo assim. Eu teria ficado satisfeito.

      Mas para outras coisas teriam que criar “uma versão alternativa”, deletando e inserindo cenas.

  • Rodrigo Motta - 114 Comentários

    Os roteiristas tratam a gente como retardado há tempos.
    Espero nunca me acostumar com isso.
    mas o filme foi bem melhor que o force awakens.
    E muito melhor que os da nova trilogia (1,2,3).
    Por isso gostei do rogue one

  • VR5 - 397 Comentários

    E se preparem que vem aí mais um filme da série “A Star Wars Story”, agora focado em… Darth Vader!

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Fantastic Beasts and Where to Find Them (2016) é inacreditável.

Sim, é inacreditável que J.K. Rowling, que admiro por ter escrito o intrincado mundo de Harry Potter e sua espantosamente bem amarrada saga de três mil páginas (quatro mil na edição britânica), possa ter escrito algo tão “sem pé nem cabeça” quanto o roteiro de Animais Fantásticos e Onde Habitam.

Por onde começar?

Logo nos primeiros minutos eu fiquei incomodado com o filme por parecer excessivamente tolo mas dei uma pausa, fui tomar um café, respirei fundo e continuei. Parou de parecer excessivamente tolo alguns minutos depois para parecer apenas tolo.

Temos uma presidente da nação mágica dos Estados Unidos que se comporta como Trump de forma a ser indigna do cargo. Depois de, com testemunhas, se recusar a ouvir o alerta de uma ex-auror (ainda se fosse ex-contadora, ex-escriturária, ex-faxineira, mas uma ex-auror!), quando a me**da atinge o ventilador, ela sentencia essa mesma ex-auror à prisão por  não ter dado o alerta? Diante de todo o congresso bruxo? Uma mulher está na presidência mas o mundo bruxo ainda está na idade média? Naquele momento ela pareceu mais a Rainha de Copas de Alice no País das Maravilhas com sua famosa frase “cortem suas cabeças!” do que a líder de uma nação democrática.

Uma ex-auror e o irmão de um herói de guerra são sentenciados à morte minutos depois por um tribunal de um só homem?

Newt Scamander, que não é apresentado nem nos livros nem no filme como um bruxo especialmente capaz ou brilhante, resiste sem grande dificuldade a um dos bruxos mais poderosos da história (o mais poderoso da época) [1], que não tem dificuldade alguma para duelar com dezenas de aurores no final? E quanto a Tina? Ainda que Graves quisesse continuar fingindo ser “do bem” ele tinha uma desculpa perfeita para matá-la: ele já a havia oficialmente condenado à morte e ela era uma fugitiva da sentença. Mas misteriosamente Tina sobreviveu ao duelo. E Graves pareceu não poder vencê-la.

E eu prefiro nem perder tempo com os detalhes menores. O filme todo parece uma grande desculpa para o departamento de efeitos especiais de um estúdio qualquer se exibir. E ainda assim os efeitos não são grande coisa.

E para completar, não consegui simpatizar com o personagem principal e sua mistura de tímido, anti-social e retardado. Talvez o resultado de uma boa atuação de Eddie Redmayne, porque seu personagem afirma mesmo ser “difícil de aturar”:

Kowalski:
Bem, estou certo de que as pessoas gostam de você também, hã?

Scamander:
Não realmente, não. Eu irrito as pessoas.

E a atriz que fez Tina também não me convenceu. Só se salva mesmo a Queenie (Alison Sudol). Realmente dá para entender por que os homens ficam sem fôlego perto dela.

Mas eu certamente estou em minoria, pois o filme é sucesso de público e crítica e já anunciaram que no mínimo vai virar trilogia, mas pode chegar a cinco filmes! Arghhhh!

[1] Correção: o mais poderoso é provavelmente Dumbledore, que está vivo nessa época. Ele e Grindenwald foram amigos.

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O fórum do IMDB já está fazendo falta

Em 20 de fevereiro o IMDB, que pertence à AMAZON faz tempo logo falta de dinheiro não deve ser o motivo, encerrou a atividade do fórum e aparentemente deletou mais de uma década de discussões sobre filmes. Para mim é o começo do fim do site, porque hoje eu preferia consultar a Wikipedia e só visitava a página do filme no IMDB pelas discussões, que são proibidas na enciclopédia. Então eu não tenho mais qualquer razão para visitar o IMDB.

Uma decisão vergonhosa. Deveria haver uma “lei” (não necessariamente de um governo) que impedisse administradores de fóruns de simplesmente deletar anos de discussão. Quer fechar o fórum por qualquer razão? pelo menos faça o upload do banco de dados com as mensagens para um servidor público. Assim pelo menos não se perde uma década de informação e qualquer empreendedor pode começar de onde você parou.

 

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