O sistema usa uma interface web, podendo em teoria ser acessado por qualquer navegador. O cliente tinha apenas um terminal (um desktop rodando Windows 8.1) rodando na lanchonete e quando instalamos um segundo para aliviar a carga o usuário reclamou que a segunda aplicação periodicamente travava e eles tinham que fazer login novamente para resolver.
Eu desconfiei imediatamente do tempo de sessão e pedi que eles passassem a usar apenas o segundo terminal e deixar o primeiro como reserva para ver se o problema se manifestava nele. E foi o que aconteceu.
Expliquei o problema para o cliente, que repassou para o desenvolvedor. E este respondeu que o problema era no Chrome.
Como eu não tenho paciência para lidar com esse povo, instalei uma extensão no Chrome que após 5 minutos dá refresh automaticamente na página do sistema. E o problema desapareceu. Mas isso é uma gambiarra.
Que eu saiba, só existem duas maneiras de resolver isso sem fazer gambiarra. E ambas são responsabilidade do desenvolvedor e fora do alcance do pessoal de infraestrutura (eu):
Configurar o servidor www usado pela aplicação com um tempo de sessão mais alto ou até infinito. No apache isso é feito em httpd.conf e no asp.net em web.config.
Se você não pode ou não quer mudar no servidor www, no código html acrescente uma diretiva META HTTP REFRESH para evitar o timeout.
A idéia de que o navegador possa/queira fazer o logoff automático de uma aplicação é bizarra para mim.
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Esta semana eu estava na academia e mais uma vez o sistema deles estava se comportando mal. Uma demora absurda para ler a impressão digital do aluno, lento para imprimir, travando, etc. Aí o professor que estava comigo fez o comentário usual que o leigo faz sobre isso: “tem muitos alunos e o sistema fica sobrecarregado”. E não duvido nada de que essa tenha sido a desculpa dada pelo desenvolvedor também.
Não me interpretem mal: o tamanho do banco de dados influencia, sim, na velocidade de uma consulta. Mas quantos alunos cadastrados uma unidade de academia que não opera em rede com outras unidades (o aluno de uma unidade só pode frequentar aquela unidade) tem? Alguns milhares, se muito? Eu posso garantir a você que um supermercado de periferia tem muito mais itens cadastrados do que uma academia no mesmo bairro pode sonhar em ter em número de alunos; e você não vê uma consulta de preço no caixa levar vários segundos para cada item. Seria um desastre e nenhum desenvolvedor conseguiria convencer o cliente de que é “normal”.
Na pior das hipóteses, se essa academia estivesse operando há décadas e tivesse no banco de dados desde o primeiro aluno que entrou quando o sistema ainda era em DOS/clipper e por alguma razão você estivesse obrigado a instalar o banco de dados em um servidor limitado como um raspberry pi (sim, é sarcasmo) bastaria mover todo registro de aluno que não tivesse registrado nenhum pagamento de mensalidade há pelo menos, digamos, um ano, para um banco de dados de inativos. Se esse aluno voltasse a primeira consulta para ele levaria mais tempo. O tempo de fazer a consulta nos dois bancos de dados e mover o registro de volta para o banco de ativos. Isso se simplesmente marcar esses registros como inativos no banco já não resolver o problema.
Então, não há desculpa.
E esse povo ainda vai querer vender a idéia de que mover o sistema “para a nuvem” é a solução para o problema.
Tenho um cliente que caiu nessa de mover o sistema para a nuvem contrário a minha opinião. Ele já passou por todas as operadoras de internet do bairro e o problema de lentidão permanece mesmo com uma conexão de 500mbps.
O desenvolvedor está sempre falando que o problema é da rede. Me explica que problema pode ter uma rede com três computadores e uma impressora ligados a um switch gigabit de 5 portas sendo uma delas ligada diretamente ao modem, todos com cabo cat 5e?
Esse problema de lentidão não tinha quando o sistema estava em um Core i5 de terceira geração, 8Gb de memória e com Windows 2008 R2.
Ai ai.
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No espaço de uma semana, dois clientes meus me pediram ajuda com máquinas rodando o Windows 10 inutilizadas e em ambas o problema era no boot EFI. Considerando que a última vez que vi esse problema deve ter sido há mais de um ano, parece muita coincidência.
Em um dos casos acusava o erro 0xc00000f. Esse foi resolvido simplesmente dando os comandos
bootrec /fixmbr
bootrec / rebuildbcd
No prompt de comando proporcionado pela mídia de instalação.
O segundo caso foi mais difícil, porque rebuildbcd achava zero instalações do Windows. Eu não lembro se o erro era o mesmo, mas o usuário tinha algum conhecimento de manutenção e pode ter mexido em alguma coisa que piorou o problema. Foi resolvido dando boot pelo Sergei Strelec e usando a opção Rebuild EFI do EasyUEFI no menu BCD Editors.
Em ambos os casos o comando bootrec /fixboot que é também recomendado nesses casos acusava “Acesso Negado” mas não foi necessário consertar isso.
No primeiro caso eu estranhei a partição de boot ter apenas 50MB quando eu estava acostumado com o Windows criar partições de 100MB, mas isso não atrapalhou em nada. Depois eu descobri que isso ocorre porque o Windows 10 decidiu particionar esse disco como MBR. Apenas em GPT a partição de boot tem 100MB.
Semana passada passei por uma epidemia desse problema aqui que cheguei a desconfiar que tinha algum virus nos meus dedos, pelo menos 4 maquinas deram BSOD após atualização do Windows Update, com os erros 0xc00000f, 0xc0000225 e 0xc0000185.
Nos que não resoveram com o só com bootrec corrigi com os comandos abaixo para reconstruir o boot UEFI manualmente:
>diskpart
>list part
>sel part “x” (a partição de boot geralmente com 5, 99, 100 ou 500mb)
>assign letter=s
>exit
>format s: /q
>bootrec /c:\Windows /F UEFI /s s:\ (assumindo que Windows está em C:)
>bootref /scanos
>bootref /fixboot
>bootref /fixmbr
>bootref /rebuildbcd
Em alguns casos também o comando: bootsect ALL /nt60
Passei por isto também com um servidor. Por sorte o SSD primário (com windows) está em raid 1 (espelhamento pelo windows mesmo). Bastou dar boot pelo secundário (no windows 2019 é chamado PLEX) que o próprio windows ressincronizou tudo apagando a atualização e refazendo o boot.
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Quando eu era adolescente, o finado Jota Ferreira apresentava um programa policial na TV aqui em Recife que sempre encerrava com uma frase parecida com esta:
“Se você agir com dignidade, poderá não consertar o mundo, mas tenha certeza de uma coisa: aqui na terra haverá um canalha a menos”.
Que pode ser considerada uma forma mais elaborada da mais conhecida:
“Muito ajuda quem pouco atrapalha”.
Eu levo a minha vida pensando em não afetar negativamente as pessoas à minha volta. Se eu não puder trazer uma solução para os problemas que encontro eu pelo menos me concentro em não ser parte do problema. Infelizmente é inacreditável o número de pessoas que atravessam nossas vidas fazendo questão de serem (ser?) parte do problema (quando não são o problema inteiro). E algumas se orgulham disso.
E é uma das razões para eu não gostar de dirigir. O excesso de oportunidade de ter contato com o que há de pior nas pessoas me causa uma sobrecarga emocional.
Uma frase comum para justificar essa atitude é (e ouvir de alguém que frequenta a igreja aos domingos é de arregalar os olhos):
“Ninguém faz por mim, porque eu vou fazer pelos outros?!”
Que é inacreditavelmente egocêntrica e fundamentalmente ilógica. Se você está “certo” pensando dessa maneira, todos os outros “que não fazem por você” estão certos também e você não está fazendo nenhum esforço para ser melhor que eles. Muito pelo contrário, você está se esforçando para se nivelar “por baixo”. E olha que as pessoas que dizem isso via de regra se consideram superiores enquanto claramente se esforçam para serem (ser?) iguais a quem criticam.
A primeira vez que eu me recordo de ter contato com esse tipo de atitude foi no exército, quando ouvi um soldado dizer alto para quem quisesse ouvir no alojamento: “Roubaram a minha toalha. Eu vou roubar a de alguém!”
Tentar resolver o problema perpetuando o problema. Dar o troco a um ladrão sendo um ladrão.
É importante notar que esse comportamento não conhece barreiras econômicas nem sociais. O dono do Chevette (ou o ciclista) pode ser tão FDP quanto o dono da Hilux. O (que se diz) católico pode ser tão FDP quanto o (que se diz) evangélico.
E é o que eu mais percebo quando ouço gente falar sobre política hoje em dia. É simplesmente insano. Um comportamento de torcida organizada de futebol. O povo perdeu completamente a noção de certo e errado e o que importa é que o seu time ganhe!
Dignidade? Que dignidade?
Mahatma Gandhi uma vez disse:
“Seja a mudança que você quer ver no mundo.”
E uma quantidade desconfortável de pessoas com quem já cruzei é simplesmente impermeável à mensagem embutida nessa frase. Elas podem conhecer a frase, citá-la, e não entenderem o que significa, como aquele que uma vez eu me recusei a ajudar porque ele estava sendo folgado e ele teve a audácia de citar Gandhi contra mim.
Mas eu sigo concordando com Jota Ferreira. Quebre o circulo vicioso. Faça pelos outros sem esperar que tenham feito por você.
Eu ainda estou inclinado a achar que isso seja mais incompetência do que malícia, mas tem gente reclamando disso pelo menos desde abril. Lá no final da discussão de seis páginas alguém oferece um link direto para o aplicativo, que está na loja, mas não está indexado. A página do aplicativo indica que está na categoria “produtividade”, mas se você clicar na categoria produtividade no menu do lado esquerdo da página principal, Alexa também não aparece.
Essa é uma das razões para eu detestar baixar aplicativos de “lojas”. Me dê o executável, para instalação offline. É terrivelmente frustrante você estar fazendo uma instalação nova e esbarrar nesses problemas ridículos.
Vale ressaltar que uma das pessoas engajadas na discussão afirma repetidas vezes que isso acontece porque Alexa no PC só está disponível para “computadores selecionados”, porém eu estou fazendo a busca exatamente no mesmo computador em que fiz a instalação meses atrás.
Alguns de vocês possivelmente vão dizer: “dãaa… só agora descobriu?” Mas imagino que alguns, como eu, também não faziam idéia do absurdo.
Você sabia que a forma de calcular um ICMS devido de 17% é calcular 17% do valor do produto, somar esses 17% ao valor do produto e depois calcular 17% sobre o resultado? Ou seja, sobre o valor “real” do produto cuja alíquota é de 17% o governo espera na verdade receber uns 21% de ICMS?
17% não é o imposto sobre o valor “do produto”, mas sobre o valor já tributado do produto.
Digamos que você tem uma confecção e acha justo receber por uma calça jeans R$100 (custo + lucro). Se a alíquota de ICMS for de 17% e você cobrar R$117 pela calça e pagar R$17 ao governo, este virá atrás de você por sonegação. Você precisa cobrar R$121, dos quais 17% são R$20,57 que você paga ao governo e R$100,43 ficam para você. O consumidor na verdade pagou 21% a mais pela calça.
Em qualquer outra situação o proponente dessa matemática seria chamado de pilantra sem vergonha e levado a juízo se teimasse. Mas como é o governo…
Isso provavelmente vai ficar evidente se e quando os sites de vendas internacionais começarem a aderir às novas regras da RFB e passarem a exibir o valor do ICMS que vai ser somado ao valor do produto. Porque nos sites internacionais nós temos acesso ao “valor do produto”. Para a conta bater, ou o valor calculado do imposto exibido na página vai ser de aproximadamente 21% ou o valor do produto exibido para os brasileiros, sem o imposto, vai precisar ser mais alto que o valor exibido para não-brasileiros.
Será que o novo imposto criado pela reforma tributária é calculado da mesma forma maliciosa?
Sim, será calculado da mesma foram, pois como você mesmo descobriu (ahahah) o ICMS é cobrado “por dentro” e isso se aplica a tudo, TUDO que você compra e recolheu o ICMS.
É uma sacanagem sem tamanho recolher imposto sobre o imposto. Mas pergunta se algum “polititico” tem a coragem de peitar e mudar isso?
Descobri isso anos atrás quando olhava conta de energia, e olha que incidiam outros impostos como pis/confins, mas o supremo decidiu que icms não deve incluir estes no cálculo recentemente, além do consumidor, pagar taxas de distribuição e transmissão (mesmo que não pratiquem tais atos).
Eu estou numa fase de conformismo. Todo dia vejo gente brigando por causa de político. Se comporta como torcedor de futebol. Insultam, agridem, debocham.
O que se pode esperar de um povo desse? Não tem como haver redução de ICMS.
A única coisa que me traz algum alento é que não vou ter filho. Não pretendo deixar um penitente nesta terra cheia de lama, de gente que idolatra tipos como Bolsonaro e Lula.
Não há seriedade e nem ética.
Eu estou numa fase de conformismo. Todo dia vejo gente brigando por causa de político. Se comporta como torcedor de futebol. Insultam, agridem, debocham.
O bolsonarismo e o lulo-petismo são dois canceres que estão destruindo nossa sociedade, mas é particularmente irônico ver o bolsonarismo falar tanto em “defesa da família” e se engajar tanto em conflitos que destroem famílias. Pelo menos o que eu e (provavelmente) você entendemos por “famílias”.
Sim, eu sei que “defesa da família” no contexto bolsonarista é só um código (dog whistle) para “somos homofóbicos, tratamos mulheres como bolsas reprodutivas e temos orgulho disso, porque é a vontade de Deus”.
O lulo-petismo é igualzinho, mas com sinal trocado. O comportamento absurdo e abusivo só tem outro formato.
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Até semanas atrás, do alto da minha ignorância, eu achava que era simplesmente uma questão de ligar os fios certos do conector de 3.5mm para o conector USB-C e a lógica no celular detectava a presença do fone de ouvido e transformava a porta USB-C em uma porta analógica. E não conseguia entender por que esses adaptadores eram tão caros na aliexpress.
Acabei descobrindo ao ver a palavra “DAC” em um anúncio que eu estava redondamente enganado. Essas coisas tem uma “placa da som” miniatura embutida no conector USB-C!
O vídeo seguinte é em inglês mas você não precisa entender o que está sendo dito para constatar isso:
Um “efeito colateral” disso é que a qualidade e o volume do som acabam dependentes da qualidade do adaptador e não do telefone.
A propósito, meu adaptador preferido está sendo este, que está saindo por apenas R$13 no aliexpress com frete grátis se você fizer R$60 em compras de outros itens elegíveis. Pelo menos até o Haddad aumentar em pelo menos 60% o preço de tudo.
Cansei de inutilizar adaptadores do tipo “cabinho”. O original Xiaomi é surpreendentemente resistente dada a sua aparência frágil mas o similar que você compra nas lojas chinesas de Recife arrebenta em uma semana de uso no meu bolso. Esse como é uma peça única deve durar mais no meu padrão de uso.
Esse modelo em L me parece um assassino de conector USB-C, tenho a impressão que um enrosco mais severo do cabo do fone de ouvido vai arrancar o USB-C da placa do celular.
Eu tenho passado muito tempo trabalhando em um serviço sobre o qual eu não posso discutir aqui. Saudades da época em que eu trabalhava em assistência técnica.
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Noite de chuva aqui em Recife e não pude fazer minha caminhada habitual. Parei para finalmente investigar um problema intermitente e irritante que eu estava tendo com o roteador dos fundos. Frequentemente, celulares Android acusavam “Não foi possível autenticar a conexão” ou “Ocorreu um erro de autenticação” mesmo com a senha correta e próximos ao roteador. Mas o que me realmente me colocou no caminho certo foi o meu XIAOMI POCO X3 ter uma vez dado a rara e estranhíssima mensagem (para uma residência) “Access point temporarily full”.
Na ocasião eu procurei checar o limite do firmware Totolink que uso no DSL2740e e na página de configuração (Advanced -> Others -> Client Limit) constatei que isso é configurável e o firmware só não permite colocar um número maior que 32. Ora… eu só devo ter uns 20 dispositivos WiFi na casa e parte deles nem tem as credenciais para conectar a esse roteador específico, então o problema não deveria ser esse. Eu atribuí a mensagem a uma doideira do POCO e fui fazer outra coisa.
Mas algumas horas atrás eu fiz uma pesquisa na internet a respeito da mensagem “Access point temporarily full” e encontrei um cliente da British Telecom informando que tinha esbarrado em um limite de 16 conexões WiFi no roteador fornecido por eles. Fiquei com uma pulga atrás da orelha porque 32 é um número razoável para uma residência mas 16 é muito baixo. Dei uma olhada na lista de clientes WiFi conectados que o firmware Totolink disponibiliza (Setup -> WLAN -> Show Active Clients) e contei 14 (a maioria dispositivos IoT como lâmpadas e ventiladores). Fiquei intrigado, pois era muito próximo de 16 para ser coincidência e o problema tende a se manifestar quando recebemos visitas. Liguei dois dispositivos IoT que geralmente ficam desligados e atualizei a lista. O número não passava de 15, o que significava que alguém estava saindo (o firmware Totolink só mostra endereços MAC, o que dificulta o diagnóstico).
Então peguei dois celulares Samsung A11 e experimentei conectar ambos ao roteador, confirmando o problema. Para um deles conectar, um tinha que ser desconectado. O que estava esperando sua vez exibia a mensagem “Não foi possível autenticar a conexão”. E a lista de clientes ativos do firmware Totolink exibia exatos 16 dispositivos conectados.
Desligar a opção de limitar o número de clientes não surte efeito.
É um limite frustrante e idiota. Ainda vou testar o Dlink DSL-2740e com o firmware original GVT para ver se o problema persiste. Mas para mim ficou claro que esse deve ser um problema comum.
Acabei de fazer o teste com o firmware original GVT e esbarrei no mesmo limite de 16 dispositivos.
Aproveitei para testar com um notebook rodando Windows 8.1 sem atualizações e a mensagem é “Não é possível se conectar a esta rede”
#1 – Nunca imaginei ver um limite assim tão baixo, muito interessante isso e obrigado por compartilhar. Fui olhar a minha planilha de dispositivos aqui, onde registro o MAC de fones, PCs, IoTs, etc e tem 46 entradas, hehehe. A infra aqui é Ubitiqi, então está ok, mas é bom saber desses limites
#2 – Estava com saudades dos posts, esses dias me peguei pensando que estava quieto demais e cogitei “cutucar” em algum post antigo para ver se estava tudo bem. Welcome back
#1 – Nunca imaginei ver um limite assim tão baixo, muito interessante isso e obrigado por compartilhar.
Quando li o post do Tecmundo pensei: “caramba… meus leitores vão achar que ‘descobri o Brasil’ agora…” e quando vi o e-mail dizendo que você havia postado um comentário eu pensei “Claudio usa IoT na casa há mais tempo que eu e vai comentar que já havia esbarrado nisso faz tempo…”
De certa forma é um alívio saber que você também não estava a par desse problema
Provavelmente porque investiu em infraestrutura UBIQUITI. E mesmo que eu tivesse investido em roteadores de alto padrão na casa ainda teria achado que qualquer roteadorzinho vagabundo serviria para a rede IoT. Afinal, não são 16 clientes acessando Instagram, Youtube, Netflix e TikTok. São 16 interruptores glorificados que (supostamente) só precisam receber um comando ON/OFF ou reportar seu status de vez em quando.
Fui olhar a minha planilha de dispositivos aqui, onde registro o MAC de fones, PCs, IoTs, etc e tem 46 entradas, hehehe.
Durante a investigação encontrei dois “intrusos” no meu roteador frontal que não consegui identificar até agora. Bloqueei os MACs no setup do roteador e até agora não dei pela falta de conectividade em nada. Foi a primeira vez que encontrei “intrusos” na minha rede, mas eu ainda espero descobrir nos próximos dias que era algum experimento que deixei ligado em algum lugar e esqueci.
Durante a investigação encontrei dois “intrusos” no meu roteador frontal que não consegui identificar até agora.
Já passei por algo parecido, e no meu caso foram celulares de amigos dos meus filhos que entraram como convidados. OK
Mas uma coisa que acontece e acho meio chato é que o iOS desde algum tempo passou a randomizar o MAC ao conectar no WiFi, justamente para dificultar o rastreamento do device. Isso é chamado de “Entedeço WiFi Privado” nos settings, e pode ser desabilidado para cada rede (BSSID) individual, mas com o porém de que fica um alerta chato ao lado da rede e assusta um pouco usuários leigos. Por hora convivo com esses MACs aleatórios sem me stressar muito.
Ah, e outra fonte de confusão na lista do DHCP: o micro que eu uso para trabalhar pode aparecer com três MACs diferentes: o adaptador wired ou wireless do próprio note, mas também o adaptador wired da dock thunderbolt que eu uso – esse é o mais comum no meu caso.
Mas uma coisa que acontece e acho meio chato é que o iOS desde algum tempo passou a randomizar o MAC ao conectar no WiFi, justamente para dificultar o rastreamento do device.
Ah, e outra fonte de confusão na lista do DHCP: o micro que eu uso para trabalhar pode aparecer com três MACs diferentes: o adaptador wired ou wireless do próprio note, mas também o adaptador wired da dock thunderbolt que eu uso – esse é o mais comum no meu caso.
Notebooks eu cadastro por interface e não por aparelho. Na minha lista tem coisas assim: “Meu ultrabook Dell (wired)” e “Meu Ultrabook Dell (WiFi)”.
Jefferson, estou usando um TP-LINK C20 para contornar o problema dos IOT perdendo conexão, tenho mais de 20 conexões dos IOT na rede dedicada em 2.4GHz. Eu achava que era o limite de conexões, estava com mais de 50 na rede mesh principal, mas era o roteador tentando colocar os IOT na rede 5GHz. Instalar o roteador dedicado, com a mesma configuração, sem a opção de deixar as duas redes com o mesmo nome, resolveu o problema.
Suspeitei que seria a quantidade de dispositivos porque isso começou a ocorrer depois que instalei mais equipamentos, mas como a intermitência não ocorria com os celulares nem os dispositivos antigos, passei a considerar que seria o problema do Smart Connect com os dispositivos “mais baratos da China”, e deu certo.
Pois é, talvez seja o modelo do roteador, de entrada, o cover da dlink, que não ajude. Mas um mesh mais robusto é muito caro. Ainda vale a pena ficar com o safadinho e usar um roteador auxiliar.
Segundo esta página, o Huawei AX3 é um dos poucos roteadores do mercado hoje a suportar 128 conexões simultâneas. O outro é um Intelbras, mas eu não compro mais roteadores dessa marca a não ser que eu esteja procurando por algo vagabundo mas “de marca”.
E este vídeo é a única indicação que encontrei de que o Huawei AX2s suporta 64 conexões. Essa informação já existe para o AX2 aqui. Parece o mesmo link que o anterior mas em inglês, mas não é. Roteadores diferentes são mencionados.
Porém há um detalhe: As redes de 2.4Ghz e 5GHz suportam cada uma 32 conexões e 64 é a soma dos dois limites. Aparentemente o AX3 não é assim e são 128 no total sem limite individual por frequência.
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Eu não li a obra de Isabel Allende e só assisti ao filme, mais de 20 anos atrás. O que vou dizer aqui é só o que me lembro dele, que depois de tantos anos não é muito, mas o suficiente.
Um dos protagonistas é um rico empresário do setor agrícola que é assediado por anos para dar apoio a um golpe militar em seu país. Esse apoio nunca sai porque sua esposa, que ele ama, é contra. Porém esta morre em um trágico acidente (mesmo) e ainda durante o enterro o empresário dá o seu aval aos militares para o golpe, que ocorre com sucesso.
Anos depois, sua filha, única herdeira e única lembrança de sua amada esposa, se envolve com um “subversivo” e desaparece nos porões da ditadura. O antes poderoso empresário tenta em vão resgatá-la. Pede uma audiência com o comando militar e é atendido por um mero sargento, debochado, que ri na cara dele.
Ele então pede ajuda a uma ex-prostituta, dona de um bordel muito requisitado pelos militares. Esta era muito grata ao empresário porque foi graças ao dinheiro que ele tinha dado a ela muitos anos antes que ela pôde sair da vida de mera prostituta. Ela prometeu ajudar.
Dias depois a filha do empresário foi abandonada na rua e pôde voltar para casa. O que aconteceu com ela nos porões da ditadura fica para a imaginação da audiência.
Um possível ensinamento moral que se pode tirar dessa estória é que, se você não for uma mulher atraente e disposta a dar o ** para um sargento, não espere ter influência em uma sociedade controlada por uma ditadura militar (ou qualquer outra). Você acha que certamente sua vida vai mudar para melhor e que se isso não acontecer (ou se ela der uma guinada para pior) você vai ter “amigos” no poder?
Não é só o pós-viagem (que me criou um problema danado mesmo). Foi a minha guinada para cuidar de minha saúde e tentar arrumar uma namorada. Isso dá um trabalho…
O filme já começou “meehhh…”, e foi piorando progressivamente:
Thor é retratado como um completo pateta;
Devido provavelmente ao meu DNA de rato de biblioteca, eu arregalei os olhos e senti repulsa na cena em que Jane Foster (que só posso descrever como uma intelectual) rasga a página de um livro que não é seu e na frente do dono. E não é porque quer arrumar briga com ele!
E depois de se revelar a um completo estranho em uma sessão de quimioterapia diz à amiga “que não quer que ninguém saiba”, que tem câncer. Como se aquele nerd não fosse dizer a todos os seus amigos no twitter que encontrou Jane Foster na sessão de quimio;
A computação gráfica na cena em que vemos os navios de cruzeiro atracados em Nova Asgard é patética;
Nos diálogos envolvendo Thor os atores parecem estar fazendo uma paródia de si mesmos, sendo canastrões de propósito. Parece que o tempo todo eu estou vendo a encenação do teatrinho de Nova Asgard;
Eu achei a cena quando Thor se despede de Quill muito bizarra, até me dar conta de que o diretor estava tentando mostrar a bissexualidade de Thor. Aí de bizarra a cena foi promovida a “forçada” na minha opinião. Não tenho nada contra Thor ser bi, mas existem outros jeitos, até mais engraçados (se ser cômico era a intenção do diretor), de mostrar isso;
Nem a justificativa para Jane ir atrás do Mjolnir, nem para a reação do martelo, foram convincentes. A estória tem potencial mas ficaria muito melhor se contada de uma forma diferente;
E esses foram só os primeiros 30 minutos.
Minha conclusão, depois de constatar que Taika Waititi tanto dirigiu quanto escreveu o roteiro desta vez (Thor: Ragnarok, que é “assistível”, ele só dirigiu) é que eu realmente não simpatizo com o humor do sujeito e tenho sérias dúvidas quanto à sua capacidade de escrever um roteiro. Infelizmente este filme é tão ruim que não estou disposto a tentar “O que fazemos nas sombras” para conferir.
“O que fazemos nas sombras” na sua primeira temporada eu achei genial. Ri litros com as piadas, cheias de referências. Mas é humor nonsense. Eu gostei demais. Já nas demais temporadas, a coisa descambou para algo “auto-hilário” e burlesco. Mas ainda assistível.
Eu consegui assistir o filme todo, mas por pura falta do que fazer. Eu peguei uma mania de antes de dormir assistir pelo menos um seriado ou metade de um filme, já que acordo cedo por conta da minha filha.
O filme realmente é uma comédia pastelão e fizeram do Thor um abestalhado. Nem o vilão salva. Que saudade do Loki!
Interessante que nas cenas com Christian Bale o filme é outro, acho que enganaram o Bale pra ele participar disso aí, e daí na frente dele fingiam ser um filme ok ou até bom. Mas as cenas sem Bale são de doer, como na hora em que ele monta no martelo e sai voando estilo vassoura. São cenas de competição de ruindade com os piores momentos da “turma do didi”.
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Tenho um cliente que caiu nessa de mover o sistema para a nuvem contrário a minha opinião. Ele já passou por todas as operadoras de internet do bairro e o problema de lentidão permanece mesmo com uma conexão de 500mbps.
O desenvolvedor está sempre falando que o problema é da rede. Me explica que problema pode ter uma rede com três computadores e uma impressora ligados a um switch gigabit de 5 portas sendo uma delas ligada diretamente ao modem, todos com cabo cat 5e?
Esse problema de lentidão não tinha quando o sistema estava em um Core i5 de terceira geração, 8Gb de memória e com Windows 2008 R2.
Ai ai.