Ser “Engenheiro Aeroespacial Especialista em Astrodinâmica” é para os fracos. “Fantastically Awesome Trajectory Genius” é o cargo/título de Brian Sutter e Chelsea Welch, da Lockheed Martin, no documento da NASA que trata da concepção da trajetória da Missão Lucy, que decolou hoje.
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A série de animação se baseia no atual universo cinematográfico da Marvel, mas explora o que aconteceria se certos eventos tivessem ocorrido de maneira diferente. A arte é muito detalhada (deixa muitas animações da DC envergonhadas) e o roteiro e direção são muito melhores que a média. Muitas vozes são as dos atores originais dos personagens. Ao contrário de muitas experiências maçantes que tive neste ano (Snyder’s Cut, Tomorrow War, Black Widow, etc) na maior parte dos episódios eu me flagrei sentado na ponta da cadeira ansioso para ver o que ia acontecer em seguida. E em nenhum deles me deu vontade de dar uma pausa e ir fazer outra coisa. Não é perfeita, mas os problemas são facilmente ignoráveis. Em segundos você nem lembra mais deles.
São nove episódios. Alguns absolutamente cômicos, como “E se… Thor fosse filho único?” e outros absolutamente trágicos como “E se… Zumbis!?”.
É fortemente recomendado assistir aos episódios em ordem, porque embora a maioria deles ocorra em realidades distintas, o desfecho nos últimos dois episódios junta tudo. Eu assisti fora de ordem e me arrependi. Está prevista uma segunda temporada.
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É interessante testemunhar a sensação de impotência do homem mais poderoso do mundo diante do inevitável, seja a morte ou a rebeldia da adolescência.
Eu fiquei comovido, mesmo.
Porém a direção e o roteiro pecam em outros pontos que me jogam para fora da suspensão de descrença. Por exemplo:
Eu até poderia acreditar que Jordan, o rebelde dark, quisesse voltar para o celeiro mesmo após ficar comprovado que era um lugar perigoso. Mas seu irmão “perfeito” também, já com um pé de cabra na mão? E a reação dos dois após a descoberta da nave ser de raiva desde o início?
E vovó Kent ia ter um roteador Wi-Fi dentro do celeiro, num lugar inacessível até para um jovem?
E os funcionários da usina nuclear que diante de um derretimento iminente em vez de fugir estavam parados no pátio da usina só para Superman ter um público ao chegar?
E Superman, que já estava a caminho, ao receber o sinal de emergência do general “acelera” como se um desastre em uma usina nuclear já não exigisse velocidade máxima?
Superman consegue remover a kryptonita do próprio peito, mesmo após submetido a seu efeito por algum tempo e após a ponta ter sido propositalmente quebrada pelo agressor? Seria verossímil se alguém tivesse feito isso por ele, como acontece em Superman Returns;
Se não fossem todos esses problemas, aquele momento “óculos do Clark Kent” poderia até ser engraçado. Só que não.
Eu assisti alguns e parei: o “padrão CW” de séries acho muito, digamos, “bobinhas”, “lacradoras”, “politicamente corretas”, “representativas”, “etc”. demais pro meu gosto, se é que me entendes…
Tomando como exemplo Batwoman eu concordo. Mas eu gostei do que vi até agora de Legacies. Acho que poderia assistir só para ficar admirando Danielle Rose Russell
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A estória é interessante mas o roteiro tem problemas demais. O maior deles sendo o fato da segurança da Soonami, que em um momento pode usar até o “God Mode” dizer que não pode fazer mais nada porque não há mais polícia no jogo, porque os NPCs estão em greve.
Mas é uma comédia. Literalmente não é para ser levada a sério.
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Nessa animação da DC o Coringa consegue fazer com que Superman mate Lois Lane e a partir daí as coisas só pioram. É provavelmente essa estória que é referenciada no sonho de Batman em Liga da Justiça 2017.
Eu só tenho ressalvas quanto ao modo como o “problema” foi resolvido, pois funciona como solução para qualquer problema imaginável.
Esse erro está sendo provocado pela já famosa expiração do certificado raiz Let’s Encrypt que ocorreu em 30/09. Só afeta algumas máquinas, notadamente as que rodam Windows 7 ou XP. No meu caso não afetou o Firefox (que parece manter sua própria cadeia de certificação), mas afetou o Chrome, que usa a cadeia de certificação padrão do Windows.
A solução é dada aqui, mas ainda não consegui implementar. Sempre que apago o certificado expirado DST Root CA X3 ele é reinstalado automaticamente.
No caso dos Windows 7, um Windows Update resolve. Mas também tenho passado por isso (e semelhantes) no Windows Server 2008. Até sei que tá na hora de atualizar, mas tem certas coisas que tá funcionando tão bem que é melhor não mexer, principalmente quando não se sabe tão bem tudo que tem que ser refeito!
Essa máquina é da contabilidade. Eu não sei por que não me dá calafrios pensar em fazer uma atualização indiscriminada de atualizações nessa máquina, porque deveria
Pergunta estúpida (daquelas que o suporte pergunta se você reiniciou o PC) O Windows 7 tem uma pasta de cache que sempre reescreve os arquivos modificados diretamente do windows\system(X) (quando um arquivo é sobrescrito ou danificado). Fica lá no Windows\system(x)\dllcache. Você experimentou alterar o arquivo lá e só depois na pasta normal?
Pergunta estúpida (daquelas que o suporte pergunta se você reiniciou o PC)
Nem me passou pela cabeça que um certificado de terceiros poderia estar vindo de dllcache. Mas eu chequei agora e essa pasta nem existe na máquina (Windows 7 x86).
De qualquer forma eu consertei e o motivo de eu não ter conseguido era igualmente idiota. Na hora de instalar o certificado eu precisava especificar que ele fosse instalado no grupo de autoridades raiz. Eu estava deixando o Windows escolher por mim o melhor lugar. E ele estava escolhendo errado.
O certificado expirado continua lá, mas agora não atrapalha mais.
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Vou irradiar de alegria se o Whatsapp acabar.
Ô programinha chato! O pessoal só quer usar isso. Faz horas que peço pra dois contatos instalarem o Telegram que tem versão pra Windows. Facilitaria muito pra mim. É mais rápido pra enviar mensagem, pra excluir mensagem enviada, tem mais recursos e ainda por cima não faz parte do Facebook.
Mas, não querem.
Eu adorei, foram 6 horas de paz, sem aporrinhação, sem notificações de assunto que nada acrescenta. Foi bem interessante ver o telefone celular ser o que ele era a 20 anos, apenas telefone.
O Whatsapp não me aporrinha, mas eu tenho a sorte de ter apenas um cliente que faz mal uso do canal, e apenas uma vez por dia. É fácil filtrar. Se eu tivesse mais clientes disparando notificações desnecessárias no meu celular acho que ficaria na mesma posição que você.
Amigos que ficam mandando bobagens e fácil colocar no silencioso e meros conhecidos que fazem isso eu simplesmente bloqueio.
Para mim o único efeito que esse evento teve foi eu ter que enviar duas mensagens que normalmente eu enviaria por whatsapp via e-mail, que foram prontamente respondidas.
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O anúncio foi feito em 2017 mas aparentemente a medida só entrou em vigor no final do ano passado. Só descobri porque um cliente recebeu por e-mail um DARF da contadora para pagar o carnê leão e me pediu ajuda para fazer o pagamento. Eu podia jurar que tinha sido emitido errado (como danado eu pagaria aquilo?) por isso respondi o e-mail da contadora pedindo a correção.
Mas é assim mesmo. Para pagar só é preciso saber seu CPF, o valor e o código da operação, que no caso do carnê leão parece ser 0190. Ao pagar via internet você tem que procurar a opção DARF no menu Pagamentos do seu banco. Agora pagar um DARF é mais parecido com fazer um depósito identificado na conta corrente da RFB do que pagar um boleto da RFB.
E o danado é que a RFB poderia explicar isso no DARF, mas para que simplificar a vida do cidadão, né?
DARF pode ser emitido com ou sem código de barras, é mais simples emitir o DARF sem o código. Mas os contadores acabam emitindo com código de barras pra evitar essa ligação de como pagar sem o código de barras. E tem gente que não consegue
Esqueci de dizer que reconheço que não precisar digitar uma longa linha de números ou ter que encontrar um scanner que consiga ler o código simplifica a vida do usuário. Minha birra é com a surpresa e a falta de instruções.
Ser algo que mudou há muito tempo não justifica, pois esse não é o “normal” e todos os dias centenas (milhares?) de pessoas tem que pagar um DARF pela primeira vez.
Retiro o que disse sobre simplificar a vida do usuário. Eu fiz o pagamento para meu cliente hoje e não gostei da experiência. Você tem que preencher muitos campos. Pelo menos com código/linha digitável existe um esquema de validação para o caso de você digitar algo errado. Sem isso, você fica naquela incerteza: “será que vou descobrir só no ano que vem que fiz algo errado?”
O “engraçado” é que a página dá a entender que a falta do código de barras é exceção e não regra também para a RFB:
A nova versão do SicalcWeb permite a emissão do DARF com um padrão de código de barras mais moderno,
e
A Receita Federal segue determinada a que todo DARF tenha um código de barras, assim como já ocorre com outros documentos de arrecadação sob sua gestão
… Sem código de barras. Eita é o que diria.
Por curiosidade fui olhar como fazer no meu banco digital. (Neon) sem o código de barras não consigo pagar.
Aliás olhando bem sem código de barras não dá pra pagar bastante coisa pelo neon.
Eu coloquei uma máquina minha na bancada para fazer um teste e para não ter que ficar me movendo o tempo todo entre a bancada e a mesa do computador fiz o acesso via Anydesk, que já estava instalado. Meia hora depois apareceu uma mensagem de que fui desconectado. Mandei reconectar e fui fazer outra coisa. Quando olhei de novo para a tela (eu uso dois monitores nessa máquina) havia a mensagem de que eu havia sido desconectado pelo usuário remoto.
Como assim?! Eu sou o usuário remoto!
Mandei conectar de novo e voltei ao que estava fazendo. Quando olhei para segunda tela novamente a mensagem “desconectado pelo usuário remoto” estava lá outra vez.
Mandei conectar pela terceira vez mas desta vez fiquei olhando. Quando apareceu a imagem levei um susto: era totalmente diferente do desktop que eu estava esperando. E imediatamente eu vi o mouse se mexer e a pessoa do lado de lá derrubar a conexão.
Foi então que eu notei o que estava acontecendo. Eu clonara esta mesma instalação de teste em uma dezena de máquinas de um cliente, que acabaram sendo vendidas para terceiros. Eu tomei o cuidado de resetar o ID do Anydesk em cada um dos clones, apagando os arquivos *.conf em c:\programdata\. Mas evidentemente eu esqueci de fazer isso em uma das máquinas.
E o comprador não formatou e reinstalou tudo do zero, que é o que eu faria. Quem quer que seja, acha que eu sou “hacker” e sabe até meu nome, porque eu me identifico em toda conexão.
Esse problema poderia ser minimizado se eu apagasse a senha que salvei, mas o danado é que não parece haver jeito de deletar a senha salva de um ID particular do Anydesk e eu teria que deletar todas as minhas senhas salvas. Raios…
Eu resetei o ID da máquina que estava na bancada e anotei o número do ID problemático. Em toda máquina minha que voltar para a bancada eu vou ter que olhar isso agora.
Eu esqueci de deixar claro que na primeira tentativa de conexão eu me conectei à máquina certa, na minha rede local. Meia hora depois fui desconectado e a reconexão foi à máquina errada, via internet.
Provavelmente a cada vez que o serviço é iniciado (ou depois de um período de tempo) ele deve telefonar para casa e se identificar (“hey servidor. Eu sou o ID 1234 e vc pode me achar nessa conexão”). O outro PC deve ter se registrado depois da sua maquina na bancada.
O Teamviewer sofre do mesmo problema.
Eu tinha esperança de que a Anydesk tivesse implementado uma proteção contra isso no cliente, porque parece ser fácil detectar isso. Toda vez que o cliente se conectar à rede Anydesk ele pode apresentar além do ID o MAC da placa de rede (ou um hash do mesmo, por questões de privacidade). Se o servidor constatar que a conexão anterior ocorreu com um MAC diferente, pode alertar o usuário para a possível necessidade de resetar o ID. Ou resetar obrigatoriamente e avisar o usuário.
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E eu tenho aplicações, que não requerem navegar pela internet, com o Windows 8.1 rodando com apenas 1GB.
É a terceira máquina que pego recentemente que bate nos 85% de utilização de RAM à toa. O chrome sozinho nessas máquinas já é uma ameça, porque uma única aba aberta no SpeedTest consome 600MB de RAM, mas não é esse o maior problema. Somando o consumo de RAM dos programas no topo da lista do gerenciador de tarefas ainda não dá para explicar o que está consumindo tanta RAM. Eu estou supondo que são as dezenas e dezenas de pequenos serviços e “apps” que estão, juntos, levando tudo.
Nesse fim de semana formatei um notebook (dell), fiz instalação limpa sem os adereços do fabricante, e logo após a inicialização fui ver se estava dando erro 100 de disco (falha inicial) e a memória já estava em média 46%.
Ainda dou preferência ao windows 7, que inclusive todos que instalei recentemente, estão aceitando atualizações normalmente.
Pra 4Gb de ram, melhor usar a versão de 32 bits. Realmente é um consumidor de memória, e não consigo entender a fome de disco dele. No entanto, a simples modificação para um SSD resolve metade (ou mais) dos problemas.
O caso dessa última máquina foi resolvido colocando mais 4GB de RAM. A usuária ficou muito satisfeita e disse que até “a internet” deixou de ficar lenta. O que me fez pensar em quantos relatos que tenho desse cliente de problemas com a internet (eles tem um link Vivo de 100Mbps) não são máquinas precisando de um upgrade.
Quanto a “resolver” usando um SSD, sim, é possível. Mas vejamos esse caso específico: O Windows com 4GB de RAM quando atinge 85% de ocupação da RAM começa a ficar lentíssimo provavelmente porque começa a usar o arquivo de paginação (pagefile.sys) como substituto da RAM e um HDD não dá conta da taxa frenética de operações de escrita e leitura. O SSD dá conta, mas a que preço? Isso não vai reduzir a vida útil dele? Afinal em situações normais o Windows depois de inicializar só escreve no disco de vez em quando mas numa situação dessas fica escrevendo 100% do tempo, o que numa empresa pode significar (depende do quanto o usuário fica se movendo entre aplicações) 8h por dia, 5 dias por semana, de forma contínua e frenética. Eu não creio que a estimativa de vida útil de um SSD comum (aquele cujo preço não faz o cliente cair de costas) leve em conta esse tipo de utilização.
Lembrando: SSD tem um limite no número de operações de escrita por bloco de flash. O “wear leveling” distribui esse desgaste por todo o disco, mas uma hora todo o disco vai estar igualmente muito desgastado. No HDD não existe limite.
O limite de uso de um SSD é tão alto e teórico, que eu não me preocuparia com isso. Como hoje em dia o custo benefício está para a colocação de um SSD de tamanho reduzido (entre 128 e 240Gb), quando ele parar é porque já estava na hora de colocar algo com um tamanho maior, para o Windows 29!
Eu concordo com usar a versão de 32bits até porque o chrome de 32 bits é muito mais comportado. Mas nesse último exemplo o computador já veio com o Windows 10 64 bits e é do Financeiro da empresa. Como regra geral, eu não me atrevo a mudar o SO de um computador do financeiro, faturamento ou contabilidade se eu não tiver 100% de certeza de que consigo reinstalar cada um dos programas e certificados. O que significa que geralmente eu deixo quieto.
A propósito, lá na faculdade máquinas com 4GB dão conta das necessidades do alunos? Eu imagino que os laboratórios de TI devem ser um problema. Tem certos IDE java que são uma desgraça…
Consegui amenizar isso desativando a aceleração de hardware do Chrome (come uns 100 mbs de RAM) e também aplicando essa chave de registro: (melhora mais uns 300mb)
Nem me fale. Estamos migrando todo legado para Windows 10 (o que tínhamos de XP e 7 começaram a dar problemas com certificados e outros fins de suporte), e tá uma tortura. Temos máquinas com 2Gb ainda, e o parque todo vai ter que ser atualizado. Mínimo de 4Gb em tudo e migração dos HDDs do administrativo para SSDs.
Aliás, que m(¨&*¨*&¨ está acontecendo com mercado de HDDs, hein? Só tem HDD usado sendo vendido como novo…
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