Um cliente precisou transformar um ponto de rede distante em dois e era mais barato instalar um switch do que passar um novo cabo. Deixei um switch meu emprestado, procurei o switch mais barato disponível na Lognet que não fosse de uma marca vagabunda demais e passei o link para o cliente comprar. Era um Intelbras e na minha visita seguinte o switch estava lá. Aproveitei para instalar e para minha surpresa não havia conectividade. Todos os três cabos acendiam os respectivos LEDs mas não havia tráfego. Troquei as portas e nada mudou no comportamento. Coloquei o meu switch de volta, avisei ao cliente que o switch recém comprado estava com defeito e que era para eles trocarem. Como já havia se passado mais de uma semana desde a compra a Lognet disse ao cliente que precisava levar na autorizada local da Intelbras e como se tratava de um switch barato o cliente preferiu comprar outro igual.
Semanas depois, eu passei lá e troquei o switch. Funcionou na primeira tentativa, mais uma vez confirmando que o primeiro switch estava com defeito (HA!).
Passados seis meses, o cliente não tinha levado o switch ainda para a garantia. Decidi trazer para casa e dar uma olhada. Na minha primeira tentativa o switch funcionou (ué…), mas então eu decidi transferi-lo para outro lugar da casa onde eu poderia testar 24/7 e assim que instalei lá não funcionou.
Foi só aí que me dei conta do que estava escrito em cima: SF800 VLAN ULTRA.
Peraí… VLAN é um recurso que realmente pode isolar portas, mas esse é um switch “burro” (não-gerenciável)… como pode ter uma VLAN?
Dei uma olhada no manual online e estava lá: esse switch implementa uma VLAN “fixa” que isola as portas de 2 a 7, só permitindo a comunicação com a porta 1.
Macacos… me… mordam…
Se ignorância matasse este blog estaria órfão agora. Reordenei os cabos para que o cabo “WAN” fosse ligado à porta 1 e o problema sumiu.
Ainda bem que não passei pela vergonha de ouvir do cliente que a Intelbras disse que o suposto “técnico” da empresa não sabia usar o switch…
20/10/2021: O SF800 existe desde pelo menos julho de 2010 (encontrei-o numa tabela de preços da época por R$35) e já teve esta aparência:
A foto é do sub-modelo “Q” mas o SF800 “base” da época é idêntico, sem a palavra “QoS”. O fato do modelo base (sem VLAN fixa) existir há mais de 11 anos ajuda a explicar minha falta de atenção.
Se eu entendi corretamente, com esse “switch” todas as portas (de 2 a 7) tem conectividade com a WLAN, mas nenhuma conectividade entre sí?
Consigo imaginhar bem poucos cenarios onde ter essa configuração por padrão seja desejável … Distribuições de APs meramente para acesso `a internet talvez. Nas demais situações vc vai querer que as máquinas em uma rede conversem entre si.
Isso poderia ser algo opcional, ativado via configuração, mas desativado por padrão …
O publico alvo parece ser os provedores de acesso que ainda não migraram para fibra óptica.
Em uma empresa “normal”, eu usaria como uma solução simples para garantir acesso Wi-Fi à internet para os visitantes usando roteadores sem “client isolation” e sem precisar intercalar roteadores desnecessariamente na extremidade da rede da qual todos dependem. Switches são muito mais confiáveis. Só que para essa aplicação ele tem cinco portas a mais que o geralmente necessário
A página do produto na Lognet assume que você saiba o que é uma VLAN fixa e quais as consequências. Eu no lugar deles colocaria um aviso em destaque explicando qual o efeito prático. Venderia mais para as pessoas certas e menos para as erradas.
Note que o “SF800” tem pelo menos quatro variantes e é fácil achar que todos são o mesmo switch quando você está fazendo uma pesquisa casual:
SF800Q+
SF800Q+ ULTRA
SF800 VLAN
SF800 VLAN ULTRA
Somente as duas últimas sofrem desse “problema”. E se você por coincidência ligar o cabo certo na porta 1, como eu fiz na minha primeira tentativa em casa, pode nem perceber.
Dependendo de onde você vai procurar, ainda vai achar as denominações “SF800 P” e “SF800 V”
Eu adicionei uma foto do produto. Notem que está claramente identificado como algo “diferente”, mas só para quem sabe o que é uma VLAN. O vergonhoso para mim é que eu sei o que é e manuseei o switch diversas vezes sem ler o que estava escrito nele. Só tive que consultar o manual para saber o que era uma “VLAN fixa”.
Eu simplesmente assumi que não havia nada em um switch desse porte (oito portas, menos de R$100, do tamanho de um celular, não instalável em rack…) que pudesse me surpreender. Até esse evento, se alguém me ligasse com um problema de conectividade e perguntasse se tinha porta certa para ligar cada cabo no switch eu diria: “nahhh… qualquer porta serve…”
Switches gerenciáveis tem muita coisa que pode me surpreender, mas o porte deles já faz você parar e consultar o modelo no primeiro sinal de problema.
Eu comecei a me perguntar se esse isolamento de portas não tornava o switch imune a loops. Coloquei um cabo de rede entre as portas 4 e 5 e a principio pareceu que era imune mesmo, mas coisas estranhas começaram a acontecer em pontos “upstream” na rede, ligados a outro switch: o ping de duas máquinas para a internet falhava ocasionalmente e entre as máquinas falhava completamente. Ao retirar o loop o problema sumiu. A VLAN não torna o switch imune a loops entre as portas 2 e 7.
Eu passaria pelo mesmo dilema, jamais iria me ligar que um equipamento barato fizesse algo a mais que um simples switch. Mas essa informação me abriu os olhos para algumas utilidades disso por aqui!
É… Eu imagino que numa faculdade existam muitas situações onde a conectividade entre máquinas (basicamente as usadas por alunos) vá de “não é importante” a “completamente indesejável”
Amigo, instalei esse switch junto do modem da operadora, todos dentro de um quadro de dados, ocorre que ele não funciona! Quando coloco ele longe do modem o problema some. Penso que seja interferência do wifi do modem, se for tem alguma alternativa para mantê-lo no mesmo local?
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Mais um exemplo de como equipamentos vagabundos podem “inovar”… na produção de dores de cabeça para o suporte.
O cliente estava sem acesso à rede em uma seção da empresa que era conectada a um certo switch. Tudo parece normal, os computadores acusam estar conectados ao switch, os respectivos LEDs no switch piscam indicando algum tipo de tráfego, mas não há conectividade entre as portas. Já era a segunda vez que isso acontecia na empresa e na vez anterior o problema pareceu ter sido resolvido ao trocar o switch.
Não era uma tempestade de pacotes (loop) porque o resto da rede operava normalmente e os LEDs do switch não piscavam de forma frenética.
Na minha experiência defeitos em switches são raros. E encontrar o mesmo defeito em dois switches na mesma empresa, na mesma seção da rede e com intervalo de menos de 30 dias é suspeitíssimo, mesmo considerando que eram usados e da mesma marca e modelo.
A causa era o roteador INOVA ROU-6004. Quando o cabo que ia até ele era conectado ao switch a conectividade desaparecia (meu PING de teste parava de funcionar). inicialmente eu achei que fosse algum problema exótico com o cabo, porque ao verificar o roteador este pareceu desligado. Esse roteador só é usado pelo contador da empresa e só quando este está em visita. Como ele não estava presente eu não achei estranho o roteador estar “desligado”. Foi só depois de testar o cabo com o testador mais rigoroso que tenho e não encontrar nada de errado com ele que constatei que o roteador estava quente embaixo, apesar de estar com todas as luzes apagadas. Estava travado. Após desligá-lo da tomada e ligar novamente as luzes acenderam e o problema sumiu.
O “fabricante” aparentemente não dá suporte para seus produtos. Só parece interessado em vender. É melhor evitar todos os produtos dessa marca.
Até esse evento eu achava que nada que você pudesse fazer em uma porta de switch pudesse afetar as outras portas do (e apenas do) mesmo switch. O que danado esse roteador estava fazendo ainda é um mistério para mim.
O caso desse cliente é compreensível. O roteador é particular, do contador, que instalou lá na sala de reuniões para ter mais comodidade quando estivesse em visita à empresa. Contadores, como a maioria da população, só sabem distinguir roteadores pelos números nas propagandas: quatro antenas deve ser duas vezes melhor que duas, 1200Mbps deve ser quatro vezes melhor que 300Mbps e por aí vai…
Para o público em geral, Multilaser é uma marca melhor que D-Link (ou Cisco) por ser um nome mais conhecido.
O que não pode é alguém com conhecimento técnico comprar essas bombas. É preciso não saber o que se está fazendo para pagar R$688 em um roteador Multilaser.
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Ser “Engenheiro Aeroespacial Especialista em Astrodinâmica” é para os fracos. “Fantastically Awesome Trajectory Genius” é o cargo/título de Brian Sutter e Chelsea Welch, da Lockheed Martin, no documento da NASA que trata da concepção da trajetória da Missão Lucy, que decolou hoje.
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A série de animação se baseia no atual universo cinematográfico da Marvel, mas explora o que aconteceria se certos eventos tivessem ocorrido de maneira diferente. A arte é muito detalhada (deixa muitas animações da DC envergonhadas) e o roteiro e direção são muito melhores que a média. Muitas vozes são as dos atores originais dos personagens. Ao contrário de muitas experiências maçantes que tive neste ano (Snyder’s Cut, Tomorrow War, Black Widow, etc) na maior parte dos episódios eu me flagrei sentado na ponta da cadeira ansioso para ver o que ia acontecer em seguida. E em nenhum deles me deu vontade de dar uma pausa e ir fazer outra coisa. Não é perfeita, mas os problemas são facilmente ignoráveis. Em segundos você nem lembra mais deles.
São nove episódios. Alguns absolutamente cômicos, como “E se… Thor fosse filho único?” e outros absolutamente trágicos como “E se… Zumbis!?”.
É fortemente recomendado assistir aos episódios em ordem, porque embora a maioria deles ocorra em realidades distintas, o desfecho nos últimos dois episódios junta tudo. Eu assisti fora de ordem e me arrependi. Está prevista uma segunda temporada.
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É interessante testemunhar a sensação de impotência do homem mais poderoso do mundo diante do inevitável, seja a morte ou a rebeldia da adolescência.
Eu fiquei comovido, mesmo.
Porém a direção e o roteiro pecam em outros pontos que me jogam para fora da suspensão de descrença. Por exemplo:
Eu até poderia acreditar que Jordan, o rebelde dark, quisesse voltar para o celeiro mesmo após ficar comprovado que era um lugar perigoso. Mas seu irmão “perfeito” também, já com um pé de cabra na mão? E a reação dos dois após a descoberta da nave ser de raiva desde o início?
E vovó Kent ia ter um roteador Wi-Fi dentro do celeiro, num lugar inacessível até para um jovem?
E os funcionários da usina nuclear que diante de um derretimento iminente em vez de fugir estavam parados no pátio da usina só para Superman ter um público ao chegar?
E Superman, que já estava a caminho, ao receber o sinal de emergência do general “acelera” como se um desastre em uma usina nuclear já não exigisse velocidade máxima?
Superman consegue remover a kryptonita do próprio peito, mesmo após submetido a seu efeito por algum tempo e após a ponta ter sido propositalmente quebrada pelo agressor? Seria verossímil se alguém tivesse feito isso por ele, como acontece em Superman Returns;
Se não fossem todos esses problemas, aquele momento “óculos do Clark Kent” poderia até ser engraçado. Só que não.
Eu assisti alguns e parei: o “padrão CW” de séries acho muito, digamos, “bobinhas”, “lacradoras”, “politicamente corretas”, “representativas”, “etc”. demais pro meu gosto, se é que me entendes…
Tomando como exemplo Batwoman eu concordo. Mas eu gostei do que vi até agora de Legacies. Acho que poderia assistir só para ficar admirando Danielle Rose Russell
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A estória é interessante mas o roteiro tem problemas demais. O maior deles sendo o fato da segurança da Soonami, que em um momento pode usar até o “God Mode” dizer que não pode fazer mais nada porque não há mais polícia no jogo, porque os NPCs estão em greve.
Mas é uma comédia. Literalmente não é para ser levada a sério.
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Nessa animação da DC o Coringa consegue fazer com que Superman mate Lois Lane e a partir daí as coisas só pioram. É provavelmente essa estória que é referenciada no sonho de Batman em Liga da Justiça 2017.
Eu só tenho ressalvas quanto ao modo como o “problema” foi resolvido, pois funciona como solução para qualquer problema imaginável.
Esse erro está sendo provocado pela já famosa expiração do certificado raiz Let’s Encrypt que ocorreu em 30/09. Só afeta algumas máquinas, notadamente as que rodam Windows 7 ou XP. No meu caso não afetou o Firefox (que parece manter sua própria cadeia de certificação), mas afetou o Chrome, que usa a cadeia de certificação padrão do Windows.
A solução é dada aqui, mas ainda não consegui implementar. Sempre que apago o certificado expirado DST Root CA X3 ele é reinstalado automaticamente.
No caso dos Windows 7, um Windows Update resolve. Mas também tenho passado por isso (e semelhantes) no Windows Server 2008. Até sei que tá na hora de atualizar, mas tem certas coisas que tá funcionando tão bem que é melhor não mexer, principalmente quando não se sabe tão bem tudo que tem que ser refeito!
Essa máquina é da contabilidade. Eu não sei por que não me dá calafrios pensar em fazer uma atualização indiscriminada de atualizações nessa máquina, porque deveria
Pergunta estúpida (daquelas que o suporte pergunta se você reiniciou o PC) O Windows 7 tem uma pasta de cache que sempre reescreve os arquivos modificados diretamente do windows\system(X) (quando um arquivo é sobrescrito ou danificado). Fica lá no Windows\system(x)\dllcache. Você experimentou alterar o arquivo lá e só depois na pasta normal?
Pergunta estúpida (daquelas que o suporte pergunta se você reiniciou o PC)
Nem me passou pela cabeça que um certificado de terceiros poderia estar vindo de dllcache. Mas eu chequei agora e essa pasta nem existe na máquina (Windows 7 x86).
De qualquer forma eu consertei e o motivo de eu não ter conseguido era igualmente idiota. Na hora de instalar o certificado eu precisava especificar que ele fosse instalado no grupo de autoridades raiz. Eu estava deixando o Windows escolher por mim o melhor lugar. E ele estava escolhendo errado.
O certificado expirado continua lá, mas agora não atrapalha mais.
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Vou irradiar de alegria se o Whatsapp acabar.
Ô programinha chato! O pessoal só quer usar isso. Faz horas que peço pra dois contatos instalarem o Telegram que tem versão pra Windows. Facilitaria muito pra mim. É mais rápido pra enviar mensagem, pra excluir mensagem enviada, tem mais recursos e ainda por cima não faz parte do Facebook.
Mas, não querem.
Eu adorei, foram 6 horas de paz, sem aporrinhação, sem notificações de assunto que nada acrescenta. Foi bem interessante ver o telefone celular ser o que ele era a 20 anos, apenas telefone.
O Whatsapp não me aporrinha, mas eu tenho a sorte de ter apenas um cliente que faz mal uso do canal, e apenas uma vez por dia. É fácil filtrar. Se eu tivesse mais clientes disparando notificações desnecessárias no meu celular acho que ficaria na mesma posição que você.
Amigos que ficam mandando bobagens e fácil colocar no silencioso e meros conhecidos que fazem isso eu simplesmente bloqueio.
Para mim o único efeito que esse evento teve foi eu ter que enviar duas mensagens que normalmente eu enviaria por whatsapp via e-mail, que foram prontamente respondidas.
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O anúncio foi feito em 2017 mas aparentemente a medida só entrou em vigor no final do ano passado. Só descobri porque um cliente recebeu por e-mail um DARF da contadora para pagar o carnê leão e me pediu ajuda para fazer o pagamento. Eu podia jurar que tinha sido emitido errado (como danado eu pagaria aquilo?) por isso respondi o e-mail da contadora pedindo a correção.
Mas é assim mesmo. Para pagar só é preciso saber seu CPF, o valor e o código da operação, que no caso do carnê leão parece ser 0190. Ao pagar via internet você tem que procurar a opção DARF no menu Pagamentos do seu banco. Agora pagar um DARF é mais parecido com fazer um depósito identificado na conta corrente da RFB do que pagar um boleto da RFB.
E o danado é que a RFB poderia explicar isso no DARF, mas para que simplificar a vida do cidadão, né?
DARF pode ser emitido com ou sem código de barras, é mais simples emitir o DARF sem o código. Mas os contadores acabam emitindo com código de barras pra evitar essa ligação de como pagar sem o código de barras. E tem gente que não consegue
Esqueci de dizer que reconheço que não precisar digitar uma longa linha de números ou ter que encontrar um scanner que consiga ler o código simplifica a vida do usuário. Minha birra é com a surpresa e a falta de instruções.
Ser algo que mudou há muito tempo não justifica, pois esse não é o “normal” e todos os dias centenas (milhares?) de pessoas tem que pagar um DARF pela primeira vez.
Retiro o que disse sobre simplificar a vida do usuário. Eu fiz o pagamento para meu cliente hoje e não gostei da experiência. Você tem que preencher muitos campos. Pelo menos com código/linha digitável existe um esquema de validação para o caso de você digitar algo errado. Sem isso, você fica naquela incerteza: “será que vou descobrir só no ano que vem que fiz algo errado?”
O “engraçado” é que a página dá a entender que a falta do código de barras é exceção e não regra também para a RFB:
A nova versão do SicalcWeb permite a emissão do DARF com um padrão de código de barras mais moderno,
e
A Receita Federal segue determinada a que todo DARF tenha um código de barras, assim como já ocorre com outros documentos de arrecadação sob sua gestão
… Sem código de barras. Eita é o que diria.
Por curiosidade fui olhar como fazer no meu banco digital. (Neon) sem o código de barras não consigo pagar.
Aliás olhando bem sem código de barras não dá pra pagar bastante coisa pelo neon.
Se eu entendi corretamente, com esse “switch” todas as portas (de 2 a 7) tem conectividade com a WLAN, mas nenhuma conectividade entre sí?
Consigo imaginhar bem poucos cenarios onde ter essa configuração por padrão seja desejável … Distribuições de APs meramente para acesso `a internet talvez. Nas demais situações vc vai querer que as máquinas em uma rede conversem entre si.
Isso poderia ser algo opcional, ativado via configuração, mas desativado por padrão …
Sim, você entendeu corretamente.
O publico alvo parece ser os provedores de acesso que ainda não migraram para fibra óptica.
Em uma empresa “normal”, eu usaria como uma solução simples para garantir acesso Wi-Fi à internet para os visitantes usando roteadores sem “client isolation” e sem precisar intercalar roteadores desnecessariamente na extremidade da rede da qual todos dependem. Switches são muito mais confiáveis. Só que para essa aplicação ele tem cinco portas a mais que o geralmente necessário
A página do produto na Lognet assume que você saiba o que é uma VLAN fixa e quais as consequências. Eu no lugar deles colocaria um aviso em destaque explicando qual o efeito prático. Venderia mais para as pessoas certas e menos para as erradas.
Fiquei em dúvida! Tem um amigo meu usando há mais de seis meses e não deu problema.
Usando o SF800 VLAN?
Note que o “SF800” tem pelo menos quatro variantes e é fácil achar que todos são o mesmo switch quando você está fazendo uma pesquisa casual:
SF800Q+
SF800Q+ ULTRA
SF800 VLAN
SF800 VLAN ULTRA
Somente as duas últimas sofrem desse “problema”. E se você por coincidência ligar o cabo certo na porta 1, como eu fiz na minha primeira tentativa em casa, pode nem perceber.
Dependendo de onde você vai procurar, ainda vai achar as denominações “SF800 P” e “SF800 V”
Correção: pelo menos cinco variantes:
SF800
SF800Q+
SF800Q+ ULTRA
SF800 VLAN
SF800 VLAN ULTRA
Eu adicionei uma foto do produto. Notem que está claramente identificado como algo “diferente”, mas só para quem sabe o que é uma VLAN. O vergonhoso para mim é que eu sei o que é e manuseei o switch diversas vezes sem ler o que estava escrito nele. Só tive que consultar o manual para saber o que era uma “VLAN fixa”.
Eu simplesmente assumi que não havia nada em um switch desse porte (oito portas, menos de R$100, do tamanho de um celular, não instalável em rack…) que pudesse me surpreender. Até esse evento, se alguém me ligasse com um problema de conectividade e perguntasse se tinha porta certa para ligar cada cabo no switch eu diria: “nahhh… qualquer porta serve…”
Switches gerenciáveis tem muita coisa que pode me surpreender, mas o porte deles já faz você parar e consultar o modelo no primeiro sinal de problema.
Adicionei uma foto de como era o SF800 antes
Eu comecei a me perguntar se esse isolamento de portas não tornava o switch imune a loops. Coloquei um cabo de rede entre as portas 4 e 5 e a principio pareceu que era imune mesmo, mas coisas estranhas começaram a acontecer em pontos “upstream” na rede, ligados a outro switch: o ping de duas máquinas para a internet falhava ocasionalmente e entre as máquinas falhava completamente. Ao retirar o loop o problema sumiu. A VLAN não torna o switch imune a loops entre as portas 2 e 7.
Eu passaria pelo mesmo dilema, jamais iria me ligar que um equipamento barato fizesse algo a mais que um simples switch. Mas essa informação me abriu os olhos para algumas utilidades disso por aqui!
É… Eu imagino que numa faculdade existam muitas situações onde a conectividade entre máquinas (basicamente as usadas por alunos) vá de “não é importante” a “completamente indesejável”
Amigo, instalei esse switch junto do modem da operadora, todos dentro de um quadro de dados, ocorre que ele não funciona! Quando coloco ele longe do modem o problema some. Penso que seja interferência do wifi do modem, se for tem alguma alternativa para mantê-lo no mesmo local?