 Jefferson,  14 de maio de 2020, Firefox, manutenção De uma hora para outra vídeos que eu conseguia baixar normalmente com a extensão Video DownloadHelper passaram a dar uma mensagem de que eu precisava baixar um programa externo para converter o vídeo. Eu achei isso suspeitíssimo e fiz uma pesquisa. Descobri que era legítimo e que as versões mais recentes da extensão exigiam isso. Mas ainda assim não gostei da idéia. E fiquei mais incomodado ainda com o fato da extensão ter sido atualizada sem minha permissão. Fui checar no Firefox e me dei conta de que havia esquecido que agora é preciso desabilitar a atualização automática extensão por extensão e mesmo no meu Firefox Portable que é incapaz de se atualizar as extensões continuam se atualizando.
Eu não tolero atualizações automáticas e esse tipo de surpresa desagradável é uma das razões.
Resolvi o problema removendo a extensão atualizada, instalando manualmente o .xpi que eu tinha em backup de 2018 e desligando a atualização. Se você quiser procurar por aí, o .xpi dessa extensão tem “b9db16a4-6edc-47ec-a1f4-b86292ed211d” no nome.
Isso foi no Firefox 56. Se você estiver rodando uma versão mais recente isso pode não dar certo.
Agora resta descobrir como consertar no meu Chrome Portable. Isso aconteceu nele também.
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 Jefferson,  07 de maio de 2020, manutenção Era um problema ridiculamente simples, mas que devido a um conjunto específico de circunstâncias conseguiu me confundir por semanas. A primeira coisa de que desconfiei foi dispositivo USB com defeito, entrando em curto e ativando a proteção contra sobrecarga do hub USB interno da máquina. Desconectar e conectar de novo os dispositivos não adiantava.
Esse caso não se trata de congelamento do Windows. Sempre era possível fazer logon remoto na máquina e usá-la normalmente. Eram as portas USB que paravam de funcionar.
Esse problema começou coincidentemente pouco depois de eu ter feito o upgrade do S.O. da máquina do Windows 7 64 bits para uma instalação limpa do Windows 8.1 64bits. O congelamento às vezes acontecia umas duas vezes por dia e às vezes levava dias, o que complicou demais o diagnóstico. Eis a lista das coisas que tentei, em sequência;
- Troquei mouse e teclado, duas vezes;
- Reinstalei os drivers, usando outra versão do Driverpack;
- Deixei todos os outros dispositivos USB da máquina desconectados por um tempo, avisando ao usuário que só conectasse se e quando fosse preciso;
- Troquei o computador inteiro, duas vezes, exceto o HDD. Na primeira por uma máquina idêntica e na segunda por uma máquna com placa mãe diferente;
- Fiz nova instalação limpa do Windows, desta vez usando a versão 32bits.
E nada parecia resolver o problema. Era o tipo de coisa que ameaçava a minha credibilidade como técnico. O travamento era suficientemente esporádico para nunca acontecer na minha presença. A única pista de que eu tinha de que o problema persistia era um estranho “retardo” momentâneo do mouse. Ao fazer um movimento relativamente amplo com o mouse o ponteiro parava na tela no meio do caminho por não mais que 1s e depois saltava para a posição final. E isso também era difícil de duplicar. Eu repetia o mesmo movimento de propósito, balançava o mouse e não acontecia de novo.
A solução só veio quando o usuário pediu que eu instalasse caixas acústicas na máquina porque precisava assistir a vídeos de treinamento.
Pois é. Só então eu me dei conta de que o som é uma ferramenta imprescindível para diagnosticar esse tipo de problema. Quando eu penso nisso agora, fico “dâaaa…”.
Ocorreu que só precisei de alguns minutos testando a máquina após instalar as caixas acústicas para descobrir a causa. Ao mover o mouse, de vez em quando você ouvia claramente o som que o Windows faz na conexão/reconexão de dispositivos USB. E na maior parte do tempo isso não afetava a operação da máquina. Era o mouse com defeito.
Mas eu não havia trocado o mouse e o teclado duas vezes?
Pois é. Eram peças usadas. A empresa tem um estoque grande por ter desativado várias filiais. Acabei me dando conta que toda a reserva de mouses da empresa, do mesmo modelo Dell, estava com o mesmo defeito: o cabo fraturado na entrada do mouse, provocando um mau contato ao mover.
O conjunto de circunstâncias que me fez demorar a perceber isso:
- Aconteceu pouco depois de eu ter mudado o S.O;
- É uma empresa e nenhum dos desktops tinha caixas acústicas;
- Eu sempre troquei por mouses do mesmo modelo;
- Eu usava os mesmos mouses esporadicamente nas duas salas de TI das duas filiais e nunca ocorreu comigo o problema de travamento;
- Demorava a acontecer com o usuário e nunca ocorria na minha presença.
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 Jefferson,  03 de maio de 2020, COVID-19, manutenção Verifique se você não foi colocado acidentalmente como proprietário do grupo em vez de membro.
Clique com o botão direito sobre o avatar da equipe, escolha no menu Gerenciar Equipe -> Membros e veja se você aparece como Proprietário ou Membro.
Pronto. Agora sim eu virei o arauto do apocalipse.
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 Jefferson,  29 de abril de 2020, manutenção, WTF Aqui está o anúncio do HDD que chegou hoje:

Link para o produto.
Não consigo ver onde está escrito que se trata de um produto usado. Eu não notei nada de errado ao tirar da embalagem, mas quando eu instalei na máquina encontrei uma partição Linux EXT 4 com o nome “PVR”, que sugere que estava sendo usado em um gravador de vídeo.
Retirei o drive e examinei com cuidado. Havia uma etiqueta de garantia com a data de novembro de 2019, o que é até normal, mas o que me espantou mesmo foi a data de fabricação: 04/02/2016.

Abri uma reclamação no SAC da Lognet e não demorou para vir a resposta:
Boa tarde,
Todos os HD´s hoje existe duas opções de compra!
HD´s recondicionados POOL ou Novo! Porém a garantia é a mesma em loja 10 meses.
Não existe HD menor que 1tb novo! Todos são recondicionados.
Caso o produto não atenda sua necessidade podemos cancelar sua compra.
A Lognet agradece seu contato e fico à sua disposição.
Pode isso, Arnaldo? Será verdade que todo mundo está vendendo HDD usado sem informar?
Avisei o cliente. Na falta de opções (estamos no meio da pandemia e ele precisa do notebook) ficou decidido não cancelar a compra.
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 Jefferson,  26 de abril de 2020, manutenção, SSD Eu não consegui ainda achar a relação custo benefício da compra de um SSD boa em condições normais. Por exemplo, meu PC principal é um i5 de 2a geração e nos últimos anos meu problemas de desempenho sempre foram resolvidos aumentando a RAM e agora tenho 16GB. Mas depois das sugestões de Jorge Mendonça e Marcelo feitas neste post no contexto de salvar um PC muito lento eu decidi testar o SSD quando o problema não é falta de RAM e a troca da placa-mãe e processador é uma solução inviável ou muito cara. E os resultados foram muito bons até agora.
Notebook HP Core i7 com HDD original, rodando Windows 7 e o maldito gbplugin
- 46s até o login
- 1min25s até aparecer o desktop
- 9min40s até abrir o Microsoft Outlook
Sim, quase 10 minutos para conseguir abrir o Outlook, que era a principal reclamação do cliente. Mas “abrir” não significa “usar”. Até o computador “se aquietar” e ficar usável o cliente ainda tinha que esperar vários outro minutos.
Após a troca do HDD por um SSD Kingston
- 33s até o login
- 46s até o desktop
- 2min10s até abrir o Microsoft Outlook
O cliente ficou muito satisfeito com o resultado.
Você achou esse caso aí lento? Esse ainda era usável. Eu peguei outro PC do mesmo cliente que era simplesmente intolerável e após colocar um SSD Lexar NS100 nele o PC ficou “normal”.
O terceiro caso era de um PC cujo usuário reportava problemas esporádicos de lentidão ao usar o sistema comercial da empresa e eu não conseguia flagrar. Após trocar experimentalmente o HDD por um SSD o usuário disse que os problemas sumiram.
Tenham em mente que em todos os casos eu clonei o HDD original. Não estou comparando uma instalação carregada com uma instalação nova, porque isso seria estúpido. 
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 Jefferson,  15 de abril de 2020, manutenção Oficialmente a cor é âmbar, mas a maioria das pessoas, eu incluso, vai descrever como laranja.
Eu tentei várias vezes ligar o computador e não consegui. A placa mãe tem uma fileira de LEDs verdes de diagnósitico no fundo e era possível ver que um deles, sempre o mesmo, ficava piscando.
Não encontrei documentação explicando do que se tratava.
Eu só consegui resolver o problema, coincidentemente ou não, quando removi a bateria CR2032. Não lembro quanto tempo deixei a máquina ligada fora da tomada depois disso, mas ela ligou na primeira tentativa e vem ligando até hoje.
Mas tem um problema: essa máquina tem uma controladora RAID e se houver mais de um HDD conectado certifique-se de que você sabe a configuração da controladora ou que o cliente assume a responsabilidade por reconfigurar a controladora caso a configuração seja perdida. No meu caso a configuração não foi perdida na ocasião da remoção da bateria, mas eu deixei o computador sem a bateria (eu estava aliviado demais por ver o servidor funcionando para fuçar nele de novo) e como o CPD ficou desligado por duas semanas durante o recente isolamento social, quando tentei ligar de novo ele pegou, mas sem enxergar nenhum dos quatro HDDs ligados à controladora. Eu vou falar sobre esse problema em outro post.
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 Jefferson,  31 de março de 2020, Consertos, hardware, manutenção Eu estava com esse assunto na fila desde novembro e acabei decidindo falar logo sobre ele por causa dos recentes eventos com SSDs da HPe que sugerem que defeitos que seriam “triviais” em um HDD podem tornar a recuperação de dados em um SSD impossível.
O HDD do cliente estava morto e ele precisava dos dados. Como parece ser habitual em escritórios de contabilidade, não havia qualquer backup. Externamente não se via nada de errado mas após a remoção da placa ficava claro a olho nu que o problema era sério. Observe o canto superior direito.

Para quem não tem familiaridade com eletrônica pode não ser tão visível, então vou deixar mais claro:

Antes mesmo de ver essa ampliação eu decidi procurar uma placa susbstituta. Eu nem mesmo tentei ver qual o papel dos componentes destruídos. Isso não foi inteligente mas acabou funcionando a meu favor, como vocês verão adiante. O HDD é um Seagate Barracuda 7200.12 de 500GB fabricado em 2011.

Eu tenho uma quantidade razoável de HDDs velhos à minha disposição, mas depois de olhar mais de uma centena só encontrei um do mesmo modelo (ou assim me pareceu). Testei o HDD e estava funcionando normalmente. Troquei as placas e… o HDD do cliente ficou batendo cabeças. Esta é a placa do doador:

Alguns componentes são diferentes, mas o layout é idêntico (o componente que falta na placa da esquerda foi removido depois do dano).

O que motivou a destruição dos componente na placa poderia ter danificado o disco, mas também era possível que o problema fosse uma diferença de firmware. Comparando as duas etiquetas isso era claro. No HDD defeituoso a versão de firmware era CC46 (como você pode ver na foto), mas no HDD doador era outro.
Eu decidi pedir ajuda a meu amigo Edlas, que é muito melhor com essas coiss do que eu, para consertar a placa danificada. Chegando lá a primeira coisa que ele me disse quando observou a placa foi desanimadora: o motor do disco estava em curto e o único jeito seria remover os discos e colocar em um equipamento especializado, que ele teria que importar da China. Mas então eu observei que o motor não poderia estar em curto, porque com a placa do HDD doador (eu levei os dois) o HDD defeituoso decolava e ficava batendo cabeças. Após uma rápida olhada nos dois HDDs ele notou uma coisa que eu não havia: não era só a revisão do firmware que era diferente: os modelos também eram. Apesar de ambos serem Barracuda 7200.12, o código em cima do segundo código de barras (defeituoso: ST3500418AS) era outro. Após pensar um pouco ele decidiu colocar o chip de memória flash da placa defeituosa, que provavelmente continha o firmware, na placa do HDD doador. O chip é este:
 Winbond 25X40BLS02 (25X40BL). Uma memória flash serial de 4Mbit (512KB)
Trocado o chip e colocada a placa doadora no HDD defeituoso, o HDD inicializou normalmente. Aproveitei para fazer uma cópia dos dados lá mesmo para não correr nenhum risco no transporte para casa, mas o HDD está funcionando até hoje.
Se a placa doadora for colocada no HDD doador, este agora fica batendo cabeças.
Se eu tivesse parado para examinar o dano na placa defeituosa teria percebido que a análise de Edlas era correta. Os três componentes destruídos são indutores em série com as três linhas de +12V que alimentam o HDD. E hoje em dia só o que usa 12V em um HDD é o motor. Um dano desses tinha que ser um curto no motor. Mas no fim não era.
Notas:
- Na foto da placa defeituosa o chip de flash está ausente. A placa foi fotografada depois do transplante;
- Quando eu descobrir onde coloquei o danado do HDD doador eu colocarei uma foto da etiqueta mostrando o modelo diferente;
- Coincidentemente, semanas depois um HDD Seagate Barracuda 7200.11 (fisicamente bem diferente do 7200.12) de 500GB meu entrou em curto. Não há dano visível na placa mas eu sei que é um curto. Eu não consegui recuperar os dados dele porque para este eu ainda estou à procura de um HDD doador.
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 Jefferson,  29 de março de 2020, manutenção, WTF A sensação de déjà vu é grande. Quando eu vi a notícia ontem eu jurava que eles só podiam estar falando do mesmo evento. Em novembro do ano passado a HPE avisou sobre o “misterioso” bug no firmware de certos modelos de SSD que provoca a inutilização total dos mesmos (inclusive dos dados) após 32768 horas (aproximadamente 3 anos e 8 meses) de operação. O que significa que até mesmo se você construiu um RAID com esses SSDs e seguiu o procedimento normal de usar discos iguais, todos seus dados tinham um dia e hora certos para desaparecer.
Mas agora a HPe avisa que descobriu outro bug que vai inutilizar os SSDs após 40mil horas de operação. Desta vez a notícia não se refere a discos com a marca HPe, mas a discos vendidos simplesmente dentro dos servidores da marca. A HP se recusa a dar nomes aos fabricantes (por que seria?) e suspeita-se até agora que sejam da Sandisk.
Uma coisa que ainda está sem explicação até agora é: que boa razão existe para esse erro no firmware tornar os dados irrecuperáveis? Nenhuma notícia do bug fala sobre a possibilidade de recuperação profissional dos dados. Não existe um conector JTAG nos dispositivos? Nem mesmo o fabricante consegue trocar o firmware de um SSD com firmware corrompido? Nem mesmo trocando peças? O que danado está havendo?
Notem que essa explicação pode existir. Eu não pesquisei muito. Mas quando você deixa de dar explicações nos seus próprios boletins (o boletim do bug anterior está aqui) dá o direito à central de boatos de criar a explicação que quiser.
Nota: os dois bugs parecem afetar apenas SSDs SAS e nenhum SATA. Então o risco de você ter um desses e não saber é menor.
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 Jefferson,  20 de março de 2020, certificados, manutenção, WTF O cliente ligou dizendo que o pessoal dele estava há horas apanhando para fazer um cadastro importante e que eu precisava ajudar com urgência porque o prazo deles estava acabando. Chegando lá constatei que eles estavam tentando acessar o SICAF do comprasnet usando o serviço de identificação .gov.br mas nenhum navegador instalado exibia o certificado instalado na máquina. A primeira coisa que fiz foi testar se era só um problema do .gov.br usando os testes da Certisign e da Serasa mas o problema persistiu.
O motivo número um para isso acontecer é o certificado estar vencido, mas não era o caso. Ao ver o nome da agência certificadora do certificado, AC DIGITALSIGN RFB (RFB me saltou aos olhos como a sigla da Receita Federal do Brasil), desconfiei de que tivesse algo a ver com a cadeia de certificação. Pesquisando pelo nome cheguei a esta página. Instalei os três certificados no formato .p7b oferecidos, reiniciei o navegador e o problema foi resolvido.
Nesse ponto eu preciso reclamar do estado primitivo, absolutamente hostil ao usuário, em que ainda se encontra o suporte a certificados nos navegadores. Eu sou técnico e só levei alguns minutos para desconfiar que o problema tivesse a ver com a cadeia de certificação, mas a atitude dos navegadores de simplesmente não exibir o certificado “inválido” é desconcertante até para mim. Imagine o usuário comum quando se depara com isso. Eu não tenho conhecimento de como a coisa toda funciona, mas exibir todos os certificados e não deixar o usuário selecionar os inapropriados já seria de grande ajuda. Explicar o motivo seria ainda melhor.
Mas parece que é pedir muito.
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 Jefferson,  15 de março de 2020, manutenção, WTF E tinha que ser um Positivo.
O notebook é o Positivo Motion Q232B. Eu sei que a tendência é o abandono dos sistemas de 32bits, mas ainda assim me surpreendeu. Eu tinha dias antes instalado o Windows 8.1 de 32 bits em um notebook Acer novinho. Vale a pena lembrar que Positivo é também o fabricante do primeiro notebook que encontrei a não suportar nenhum SO além do Windows 10.
“Suporte” neste contexto não é a ridícula ajuda oferecida pelo fabricante por email/whatsapp/telefone ou sinas de fumaça na instalação e uso do aparelho. Eu não preciso disso. O problema é que o setup do notebook não tem a opção de boot legacy (legado) e só o Windows de 64bits suporta boot UEFI.
O cliente comprou o notebook para ser usado por um dos funcionários. O desenvolvedor da aplicação disse que comprasse “qualquer um” e normalmente isso seria verdade porque a aplicação dele é bastante leve. Porém só funciona direito no Windows de 32bits. Nem ele nem eu esperávamos que houvesse uma máquina no mercado que não suportasse. Ainda bem que não fui eu que disse ao cliente que podia ser qualquer um, porque ele ficou bastante contrariado com isso.
Por sugestão do cliente (eu não costumo perder meu tempo com isso) entrei em contato com o Suporte da Positivo. Como eu já imaginava foi pura perda de tempo. Vejam a transcrição do diálogo que tive pelo Whatsapp. O suporte levou uma hora para atender e eu já havia saído da empresa.
[11:08, 04/03/2020] Jefferson Ryan: Eu comprei anteontem um Notebook Positivo Motion Q232B quem vem com o Windows 10 de 64bits, mas preciso instalar o Windows 10 (ou windows 8.1) de 32 bits por necessidade da empresa, mas não estou encontrando a opção para boot legacy no setup. Esse notebook tem essas opção? Talvez com outro nome? Como dar boot por um sistema operacional de 32bits nesse notebook?
[11:09, 04/03/2020] Jefferson Ryan: Eu não preciso de suporte da Positivo para o Windows de 32bits. O suporte será dado pelo departamento de TI da empresa. Eu só preciso saber onde está a opção para instalar o sistema.
[12:16, 04/03/2020] Positivo Informatica – Suporte: Olá, tudo bem? Meu nome é xxxxxxxx.
[12:18, 04/03/2020] Positivo Informatica – Suporte: Não consigo prestar suporte ou passar informações para procedimentos de alteração do sistema operacional. Recomendo que procure o agente de TI da sua empresa ou um técnico particular.
[12:36, 04/03/2020] Jefferson Ryan: Eu sou o agente de ti da empresa. A minha recomendação é não comprar notebooks positivo.
[12:37, 04/03/2020] Jefferson Ryan: Mas aconteceu
[12:37, 04/03/2020] Jefferson Ryan: Ok. Vamos tentar devolver o notebook à loja
Como o notebook foi comprado em uma loja local o cliente não tinha a opção do direito ao arrependimento e tentar trocar seria “um processo” até mesmo porque a loja não tinha muitas opções à venda. Acabamos resolvendo o problema trocando o notebook com o de outro usuário, que não precisava acessar o sistema comercial da empresa e tinha necessidades modestas. Ainda bem, porque com meros 32GB de espaço em disco esse notebook precisaria ser bem mais barato do que é para eu recomendá-lo para qualquer uso. Notar que o leitor Matuto mencionou nos comentários do post sobre o Positivo Stilo um problema parecido com outro equipamento vagabundo que tinha um SSD de 32GB.
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Eu também considero horrível estes “recursos” feitos para leigos que só atrapalham o uso de quem é mais experiente.
Atualização automática é “um saco” no melhor dos cenários.